QUEM É ESSE HOMEM?

1073 Words
Quando o homem reivindica na cama o que quer. — Mário… p0rra… não para… Ele mordeu de leve os lábios, puxou, soltou. Chupou de novo. Língua invadindo a entrada, f0dendo com a boca. Ela apertou as coxas na cabeça dele, o corpo tremendo. O prazer subia em ondas, cada lambida levando-a mais perto do abismo. Ele segurou os quadris dela, imobilizou. Boca trabalhando sem piedade. Chupando, lambendo, mordendo suave. Luana gozou de repente, o corpo inteiro convulsionando, grito rouco ecoando no quarto. — Mário! Ele continuou lambendo, prolongando, até ela empurrar a cabeça dele, sensível demais. Subiu devagar. Beijando o caminho de volta: barriga, sei0s, pescoço. Parou na boca dela. Beijou com fome, língua invadindo. Ela sentiu o gosto de si mesma, gemeu na boca dele. As mãos dela desceram, abriram a calça dele, puxaram para baixo. O p4u saltou livre, duro, latejand0, veias pulsando. Ela segurou, acariciou devagar. Ele gemeu no pescoço dela. — Luana… p0rra… Ela desceu mais. Beijou o peito dele, língua no mamil0, mordeu de leve. Desceu pela barriga, até chegar na base. Língua traçou a veia grossa, subiu até a cabeça. Chupou devagar, olhos nos olhos dele. Mário jogou a cabeça para trás, gemendo o nome dela. — Luana… caralh0… assim… Luana chupava, subindo e descendo, prolongando o prazer dele. Mário não se movia, segurando os cabelos dela deixando que Luana conhecer o pên1s dele, deixando ela avontade, só olhava aquela cena, ela com o p4u dele na boca, enquanto o desejo insano de f0der a boca dela tomava ele por inteiro. Mário parou ela antes que o goz0 viesse. Puxou para cima. — Não. Quero g0zar dentro de você. Ela subiu, montou nele. Posicionou o p4u na entrada. Desceu devagar, sentindo cada centímetro entrando. Gemidos longos dos dois. Pararam. Ele inteiro dentro. Olhos travados. Ela começou a rebolar, lento, circular. Mário apertou a bund4 dela, ajudou no ritmo. — Isso… rebola pra mim… Ela acelerou, subindo e descendo, peit0s balançando. Ele sentou, beijou os sei0s, chupou um mamil0, mordeu. Ela g0zou de novo, apertando ele dentro, gritando o nome dele. — Mário! Ele a virou, colocou de quatro. Entrou de uma vez, fundo. Ela gemeu alto. Ele levantou o tronco dela, costas coladas no peito dele. Uma mão na garganta, apertando de leve. A outra no sei0, apertando o mamil0. Mordeu o lóbulo da orelha. — Eu sou diferente, rainha. Eu tenho fome. E não gosto de ser desafiado. Isso me deixa louco. Agora vai matar minha fome de você. Ele soc0u forte, ritmo selvagem, mas preciso. Ela gemia sem parar. — Sim… me f0de… me faz sua… Ele soltou a garganta, passou as mãos pelas costas dela, empurrou para baixo. De quatro outra vez. Cara no colchão. S0cando fundo. Pele batend0. Suor escorrendo. Mário olhava aquele corpo rendido, o formato da bund4 dela, o quadril batend0 conta ele. Ela tremia, outro orgasm0 vindo. Ele sentiu. Apertou os quadris dela. — Ainda não. Aguenta. Virou ela de frente. Subiu em cima. Beijou com desespero, língua invadindo. Sussurrou na boca dela. — Quer g0zar mais? Contei cinco. E nem g0zei ainda. Ela riu rouca, olhos brilhando. — Então m4ta sua fome, meu marido. Aqui não tem rainha. Tem sua mulher. Me faça sua. Ele beijou fundo, acelerou. Estocadas fortes, profundas, rápidas. Ela cravou as unhas nas costas dele, gem3ndo alto. — Mário… por favor… Ele sentiu o próprio limite chegando. — Agora… g0za comigo… Ela explodiu, corpo convulsionando, buc3ta apertando forte. Ele perdeu o controle, soc0u mais fundo, goz0 jorrando dentro dela. — Isso… p0rra … que delícia, caralh0… Gemido rouco. Corpo tremendo. Jatos quentes enchendo ela. Ele continuou mexendo devagar, prolongando, até os dois desabarem. Ele se jogou ao lado, respirando pesado, peito subindo e descendo rápido. Luana rolou para perto, deitou a cabeça no peito dele. Ouviu o coração disparado. Silêncio. Só respirações se acalmando. As mãos dele acariciando as costas dela, devagar, carinhoso. Ela sussurrou. — Você me destruiu… Ele beijou o topo da cabeça dela. — E você me reconstruiu, Luana. Silêncio. Corpos quentes. Colados. Satisfeitos. Exaustos. Mas inteiros. Juntos. — Gostei. Ela falou olhando para ele. Mário olhou de volta e sorriu torto. — Gostou? De qual parte? —Tudo. Foi tudo perfeito. Ela respondeu — Hum. Sex0 latin0 é bom? Ele perguntou provocando. — E existe isso? Ela perguntou se apoiando no colovelo. Mário riu. Sei lá? Talvez os homens que se relacionou, tivesse outro sabor. — Isso é uma pergunta? Quer saber com quantos trans3i? — Não. Sou ciumento, não quero saber do passado da minha esposa, vai colocar coisa na minha cabeça. — Que coisa? Ela, perguntou curiosa. — Se ele te colocou de quatro, se ele te fez g0zar, se gemeu o nome dele, e vou ficar put0 e quer te f0der até esquecer dele. Luana sobe e se senta em Mário. O beija. Línguas se tocam. O p4u dele pulsa sobe ela. — Então devo te fazer g0zar até esquecer o nome Estela? Mário para olha para Luana, segura o rosto dela. Só se for ciumenta e quiser me fazer me apaixonar por você. Eu não traio Luana. Sou homem de uma mulher só. — Mas ainda não é meu. Ela sussurra na boca dele. — Como sabe? Ele, pergunta, provocando. —Eu sinto. E sim, eu sou ciumenta. Então não olhe mais para ela, esqueça ela. Pois nós aqui resolvemos de outra maneira. E não quero matar por ciúmes. Luana se encaixa em Mário e geme. Agora você tem dona. Luana se movimenta olhos fechados. O, peito de Mário da um salto. — Sou? Então me marque Luana. Eu quero ser seu. Luana se apoia ainda mais no peito de Mário, subindo e descendo, ofegante. Sei0s balançando. O p3nis de Mário pulsa dentro dela. Luana abre os olhos, olha para Mário. Ele se senta e a braça forte. Luana o beija e sussurra. — Não faz isso. Se não eu goz0. — É. Assim? Ele pulsa dentro dela. Ela intensifica o beijo. Acelera. — Estou g0zando. Ela geme. Mário segura o quadril dele fundo dentro dela. Luana treme sobre ele. —Mário. Ele se deita e segura o quadril dela afastando um pouco do corpo dele. E acelera por baixo. — Minha vez minha esposa. Sinta, minha porr0 te preencher inteira. Ah! Delíciaaaaaa! Luana o beija. Quando termina ainda fica ali. Sentada nele. — Uma coisa eu tenho certeza. Combinamos na cama. Mário rir. — Que bom.
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