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Tá na mira do traficante

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Blurb

“Mas só ela consegue mexer com a minha mente, domina minha boca e o meu subconsciente, ela é a melhor dose, e eu sou dependente, a gente atira junto, revólver e bala no pente”

- Já falei, você tá na mira do traficante.

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Capítulo 1
Personagens: Victoria Lima, 17 anos, Libriana (Vic). Paulo Otávio, 27 anos, Escorpiano (Morte). Valéria Lima, 23 anos, Geminiana (Val). Felipe Lopes, 28 anos, Ariano (LL). Maria Flor, 17 anos, Canceriana (Flô). Jeferson Silva, 25 anos, Capricorniano (n**o). Jaqueline Souza, 23 anos, Virginiana (Jaque). Roberto Pereira, 26 anos, Leonino (D Menor) Marcele Vieira, 24 anos, Taurina (Santinha) Breno Santiago, 27 anos, Sagitariano (Fumaça). Leila Pinheiro, 25 anos, Ariana (Boqueteira). (Victoria) Gritei até sentir minha garganta doer, meus olhos estavam mergulhados em lágrimas que não paravam de cair. Ver minha mãe ali sem vida, foi pior do que ter levado vários tiros, a forma que ela morreu, era oque mais me doia, não tiveram pena da gente, foram roubar o pouco que ela ganhava, e mesmo assim não satisfeito, levaram com eles a vida da mulher mais batalhadora que já conheci. (...) Peguei o ônibus que partia para o Rio de Janeiro, ter que morar com minha irmã não estava nos meus planos, nós nunca nos demos bem, ainda mais depois que ela largou eu com a mãe, para vim morar com um bandidinho. Já tinha se passado alguns dias do acontecido, eu até iria ficar aqui em Belo Horizonte mesmo, mas por ser de menor ainda, minha guarda foi passada para minha irmã, que é a única família que eu tenho agora. Pai eu nunca conheci, avós só por fotos, e como minha mãe era filha única, nem tios ou primos eu tenho, a não ser por parte do outro lado, mas minha vontade é zero de conhecer. A viagem foi tranquila, a não ser por um senhor que ficava me olhando estranho. Sai do ônibus, e aguardei para pegar minhas malas, era pouca coisa, o resto tinha ficado tudo lá. O bom é que a casa era da minha mãe, então pude deixar. Passei os olhos no local, e logo avistei uma cabeleira ruiva, ela não tinha mudado nada, os cabelos era o mesmo, e a cara de b***a também. Ela me olhou e deu um meio sorriso, eu sabia que ela também estava abalada. Val: Oi. - Chegou já pegando uma mala para me ajudar. - Como foi a viagem ? - Foi tranquila. - Caminhei ao seu lado, até sairmos da rodoviária, ela andou mais a frente e parou para abrir um corola. - Bonito o carro. - Ela me olhou e sorriu amarelo. Eu sabia que era carro de bandido, mas por enquanto não poderia falar nada, até porque quem estará me sustentando será um também. Val: Queria pedir desculpa por não ter ido. - Já estávamos a caminho da comunidade. - Não é para mim que você deveria pedir desculpas. - Depois disso, ela se calou, e eu agradeci. Era estranho ter que sair de um lugar que você sempre morou, para vir para uma comunidade no Rio de Janeiro, não que eu não vá gostar, mais sei lá, acho que nunca foi oque eu esperava. Valéria parou o carro na onde tinha alguns homens e mulheres, alguns estavam com armas, e com isso fez meu coração quase sair pela boca. Val: Fica tranquila, é só a barreira. - Ela apenas abaixou o vidro, e com isso fez todos olharem para o carro, alguns acenaram, e logo deram passagem. Não demorou nada, ela já parou na frente de uma casa, os portões eram enormes, e pouco coisa dava para ser vista dali. Sai do carro chamando a atenção de algumas senhoras que estavam paradas na frente de uma casinha. Parecia que todos tinham parado oque faziam para olhar. Peguei minhas coisas, com a Valéria me ajudando, e entramos pelo portão. A casa é bem confortável, nada muito exagerado, tem dois andares, com dois quartos em cima e um banheiro no corredor, em baixo é a sala, tem uma cozinha planejada, e um banheiro também. No quintal foi o lugar que mais gostei, uma piscina não muito grande, com uma churrasqueira e rede. Minha tarde já estaria ganha ali. (…) Eu ainda não estava acostumada com essa nova rotina, se passou um mês e para mim nada mudou, eu continuo naquele luto, a dor ainda é muito recente, acho que sempre será assim. Minha convivência com a Valéria anda melhorando, ela tenta se enturmar comigo, mas as vezes eu sou muito grossa, e isso faz a gente discutir. O Felipe, é o marido dela, no começo ele não trocava nenhuma palavra comigo, mas agora vive me atormentando. Nesse mês que eu estou aqui, eu pouco sai de casa, como eu terminei o ensino médio ano passado, esse ano eu só queria arrumar um serviço, então do pouco que eu saí, só foi por isso. O Vidigal é uma comunidade bem organizada, nada comparado ao que se passa na TV. Aqui o tráfico que toma conta, as vezes é por isso que é tão bem cuidado. A lei aqui é clara, morador em primeiro lugar. (...) Val: Vamos Victoria, já tá todo mundo lá em baixo - Ela entra no meu quarto me chamando. - Já falei que não quero. - Continuei mexendo no meu celular. Só escutei ela bufando, e logo batendo a porta. Estava tendo um churrasco aqui, só para os íntimos como o Felipe tinha falado, mas na hora que olhei pela janela, jurei que a favela toda estava aqui. Não que eu não goste, mas estou sem clima para isso. Havia se passado algumas horas, e meu estômago começou a roncar, o som lá fora ainda tocava no último. Peguei minha toalha e fui tomar um banho para poder descer e comer algo. Terminei e coloquei uma roupa melhor. Desci as escadas, e de dentro já dava para ver o furdunço lá atrás, fui até a cozinha e peguei um prato com talheres, caminhei até a área da piscina, por onde eu passava recebia olhares curiosos, passei o olho tentando encontrar minha irmã, e a mesma estava sentada no colo do Felipe, junto de uma rodinha. Fiz meu prato com tudo que há de melhor ali, e sentei na rede que por Deus não havia ninguém. Estava terminando de comer quando alguém chega perto, olhei para cima e se tratava de um homem. Xxx: Tu que é a irmã da Val? - Encarei ele. - Sim. - Me levantei. Xxx: Satisfação - Estendeu a mão - Jeferson, mas pode me chamar de n**o. - Satisfação n**o - Apertei sua mão. - Me chamo Victoria. Passei o resto da minha tarde conversando com o n**o, menino simpático e por fim bonito, trocamos nossos números, mas já sei que não vai rolar. Ele é envolvido, avisei ele sobre isso.

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