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O mafioso da minha vida 2

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Sobre todas as coisas que eu vive a única que eu não me canso de dizer que vale mais a pena, é o amor. O amor não só cura tudo como também nos ajuda a viver e passar por coisas que nem mesmo pensamos em viver. Quando eu falo sobre amor, não é somente sobre o amor em um relacionamento afetivo, mas também sobre as minhas amizades. Eu tenho a sorte de ter as melhores pessoas do meu lado, amigas, noivo e meus pais... Dizer que tenho um pai é a coisa mais incrível que nunca pensei em viver, mas estou vivendo. Assim como também vou viver ainda mais coisas incríveis. Minha história aínda está só começando.

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Capítulo Inicial
Beatriz 1 ano e três meses depois... Olho pela janela do avião. Aquela sensação me invade. Sinto o ar entrar pelos meus pulmões, mesmo sem sentir o ar lá de fora invadir meus pulmões. Olho para as meninas, Gabi estava usando um protetor de olhos, provavelmente nem ouviu que estavamos prestes a aterrizar. Mari estava atrás da gente, ela estava com os dois fones de ouvido, então provavelmente também não sabia que estávamos aterrizando. Então fiquei olhando pela janela, fiquei pensando nas coisas que estão prestes a acontecer. Assim que o avião tocou o chão, Mariane tirou os fones de ouvido e a Gabi o protetor dos olhos. — Acho que chegamos. — Gabi disse e olhou pela janela. Aqui estamos nós, de volta ao lar. As pessoas começaram a sair do avião, então Gabi levantou e saímos, o dia do lado de fora estava completamente ensolarado, bonito, como se ele soubesse que estávamos voltando. Fomos pra parte de pegar as malas, fomos andando até a saída, então eu me deparei com a imagem mais engraçada de todas, que me arrancou uma bela risada, assim que as meninas viram a mesma cena do que eu também caíram na risada. — Eu não acredito no que eu estou vendo. — falei rindo. — Nem eu. — Gabi disse. Os meninos estavam no pé da escada rolante segurando plaquinhas. João Carlos segurava a palavra "seja bem vinda minha noiva" a do Túlio dizia "bem vinda de volta minha estilista" e a do João Paulo dizia "Bem vinda de volta minha quase namorada" Assim que chegamos na ponta da escada, e então eu fui correndo em direção ao meu belo homem de terno azul escuro e de belos olhos. — Que saudade eu estava. — falei ainda abraçada com ele. Sentindo o seu cheiro, sentindo o seu corpo quente no meu. Quanto tempo eu fiquei longe disso. Me lembrei dos três meses, me lembrei de todas as nossas noites, conversas por ligação, de todas as vezes que ele pegou um vôo e foi me ver e todas as vezes que eu queria que ele ficasse um pouco mais. Foram 1 ano e três meses mais longos da minha vida. E agora teremos todo o tempo do mundo somente pra nós dois. — Agora nada vai nos separar. — ele disse beijando a ponta do meu nariz. — Estamos a um passo do altar meu amor. O altar. Só em me lembrar que eu me caso em três meses, eu tinha tantas coisas pra fazer. Tantas pessoas pra ver, eu queria ver a minha mãe, dar um abraço nela, ver também o meu padrasto, é engraçado pensar que agora eu tenho um. Também tenho um pai, que eu também estou com muita, muita saudade. — Pra onde vamos agora? — Gabi perguntou. — Bom, acho que temos algo preparado pra vocês. — Túlio disse rindo. — Ah tem? — Mari perguntou fazendo careta. — Temos. — Jp respondeu rindo Saímos de dentro do aeroporto, os meninos alugaram uma van, eles colocaram as malas, algumas das nossas coisas já tinham chego no Brasil a umas semanas atrás. Entramos na van, fomos pra um lugar, eu não sabia onde era que estávamos indo, mas antes os meninos nos fizeram passar no apartamento do Jp pra gente se arrumar. Depois voltamos pro caminho. Chegamos em um enorme salão de festa, lá estava todo mundo. — Ah querida, como você está linda. — minha mãe disse assim que eu entrei pela porta. Minha mãe, Paulo, o filho dele, os pais da Mari e os da Gabi também estavam lá, meu pai também veio falar comigo. Lucas, Maya, e os pais do Joca. O salão estava lindo e arrumado, tinha uma parte com uma foto nossa, de nós três. Realmente uma festa de " Bem vindas de volta". Fui falar com todo mundo, falei com a minha linda sogra. — Bom, acho que está na hora de todo mundo conhecer o novo integrante da família. — Jp apareceu falando. Lá veio ele com um bebê no colo, quando eu vi aquela cena eu quase não acreditei, mas eu me lembrei que estávamos falando do João Paulo, irmão gêmeo do meu noivo. Gabi e ele não estão realmente juntos, segundo ela a única coisa que ela queria ficar era estudar, já que tínhamos que manter as nossas notas altas no intercâmbio, e conseguimos fazer isso. Sabíamos que ele daria um jeito de se divertir enquanto estivesse aqui no Brasil, e ele conseguiu dar mais um neto para os meus sogros, que não gostavam muito da ideia de princípio, mas agora eu sou tia de um garotinho tão lindo quanto a sua irmã mais velha, que adorou a ideia de ter um irmão. — Meu Deus ele é a sua cara. — Mari disse rindo. — Acho que isso foi um elogio meu filho. — Jp disse rindo e balançou bem de vagar o bebê de 4 meses. Fui em direção dele e peguei o bebê no colo, ele estava usando um conjunto cinza com detalhe preto, ele tinha os olhos claros, e era simplesmente a cópia do pai e logicamente seria a cópia do meu lindo noivo. Fiquei segurando ele enquanto andava olhando por todo o salão. — Você combina com bebês. — Maya disse rindo. — Com bebês? — perguntei rindo sem entender. — É, tipo, você tem cara de mãe. — ela disse. — Tenho cara de mãe? Acho que não vou te dar um sobrinho nem tão cedo. — falei e rimos. — Acho que o JP já está fazendo isso por todos nós. — Maya disse e ficamos andando. Quando voltei para onde os outros estavam, todos ficaram me olhando com cara de surpresa. — O que foi? — perguntei. — Acho que você não reparou que tem um bebê quieto demais? — minha sogra apontou pra mim e pro bebê. — Aí meu Deus ele dormiu. — falei surpresa. João Paulo pegou ele do meu colo e colocou ele no bebê conforto. Nos sentamos a mesa, então começamos a conversar. — Como foram esses meses fora? — minha sogra perguntou. — Foram bons, acho que foi a melhor escolha que a gente fez. — falei. — E o que vocês estudaram exatamente? — meu querido e insuportável sogro perguntou. — Bom, eu estudei sobre diferente leis de diferentes países. E também participei de alguns julgamentos. — Gabi disse. Acho que o meu sogro se arrependeu da pergunta. — Eu estudei literatura, história das linhas, e estudos avançados sobre ensino para crianças e outras coisas mais sobre pedagogia. — falei. Eu sei que isso não importava muito pra ele, mas era somente pra ele ficar quieto, já que ele acha que faculdade é uma coisa b***a, mesmo a esposa dele sendo formada em três faculdades e dando aula em duas. Mas o que esperar de um cara que trabalha com tráfico. O resto do almoço foi muito mais agradável do que eu esperava. Eu e as meninas tiramos algumas fotos naquela decoração super fofa. — Tudo bem se a gente for embora? Eu estou super cansada da viagem. — falei. — Então vamos. — Joca disse e me deu um beijo na testa. Me despedi de todo mundo, minha mãe disse que era pra eu passar na casa dela, ou melhor na nossa casa amanhã e eu disse que iria. Depois das despedidas, entrei no carro e tudo o que eu queria era tomar mais um banho e me jogar na cama e dormir por pelo menos 10 horas. Chegamos em casa e eu fui direto pro banho. Joca estava na porta do banheiro conversando comigo, como sempre fazemos. — Depois de amanhã temos que passar no cartório e marcar a data do casamento. — ele disse. — Tudo bem, a gente pode ir amanhã antes de eu passar na casa da minha mãe. — falei. — Amanhã eu tenho que estar cedo do galpão, vai chegar carregamento novo. — ele disse. — Tudo bem então, vamos depois de amanhã. — falei. Depois que eu soube sobre a minha família, Joca e eu decidimos que não deveríamos esconder mais nada um do outro, mesmo que fossem coisas do trabalho dele, afinal eu também sou filha de um cara que faz as mesmas coisas que ele faz. Mas as vezes sinto que ele se força a falar sobre isso comigo, su sei o quanto ele me queria fora de tudo isso, mas infelizmente eu estou mais dentro do que eu queria. Sei que meu pai nunca quis isso pra mim, e também sei que ele não quer que eu assuma nada, e até acho que isso vai ficar pra Maya, já que ela nunca teve medo desses tipos de coisas, nem quando estava com o Joca e nem quando foi pro lado inimigo. Talvez ela leve muito mais jeito do que eu, e eu não acho isso nada r**m, mas eu sei que uma hora vão descobrir quem eu sou, quem são a minha família e eu acho que tenho que estar pronta pra isso, mesmo que o Joca insista em dizer que vai me proteger de todo o m*l que tentar me atingir, ele não é capaz disso, acho que ninguém além de mim é. Então eu já tomei a minha decisão. Eu vou me preparar para seja lá o que for.

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