Quando Sharon está saindo de casa fotos das vítimas estavam espalhadas na varanda da frente de sua casa, ela fica olhando para ver se via alguém suspeito.
Ligação on
Sharon: Eu preciso que você venha agora aqui Andrew.
Andrew: já estou a caminho.
Ligação off.
Ele começa a ficar preocupada, agora ele estava passando dos limites. Ela entrou na sua casa e trancou a porta, fica esperando pelo Andrew chegar. Quando ele chega ele toca a campainha e ela abre.
- O que aconteceu? Ele pergunta.
- Eu estava de saída para a delegacia quando eu abri a porta havia essas fotos das vítimas no chão da minha varanda e com um recado.
“A próxima pode ser você detetive Sharon, mas vamos deixar para uma próxima visita quem sabe? :).
- Fique aqui – diz Andrew – eu vou da uma olhada na sua casa.
Ele olha a casa toda, mas não vê nada suspeito, ele volta para sala e encontra Sharon sentada no sofá chorando.
- Porque está chorando? Pergunta ele se sentando ao seu lado.
- Pela primeira vez na minha carreira de detetive estou com medo Andrew, eu já não sei o que fazer, eu não deveria estar assim.
- Calma – diz Andrew – vai ficar tudo bem, é isso que ele quer te desestruturar, não deixe que ele perceba que está com medo – Sharon alguma vez você fez teatro?
- Sim, mais quando era adolescente, não há como ele saber disso.
Andrew fica olhando-a.
- O que está me olhando? Pergunta ela
- Nada não, mas vou fazer de tudo para protege-la prometo.
- Será se eu posso confiar – diz ela sorrindo só para quebrar o clima de tensão que estava – ele dá um sorriso.
Logo em seguida eles vão para delegacia, Sharon vai com Andrew no carro dele vê os resultados do DNA. Eles ficam o dia todo vendo. Passado o dia Andrew leva Sharon de volta para casa.
- Qualquer coisa me ligue – diz ele
- Ta bom.
- Boa noite – diz Andrew dando um selinho em Sharon – ela dá um sorriso.
Três semanas depois...
- Nove, um, um qual é a emergência?
- ((Choro))
- Alô? Fale comigo, como posso ajudar?
- Tem uma garota morta aqui! Eu estou com medo dele ainda está aqui.
- Okay me escuta com atenção, okay.
- Sim
- Você vai fazer o que eu disser, e vai ficar tudo bem
- Você promete que vai ficar tudo bem.
- Sim eu prometo. Agora me mande o endereço e fique em lugar que não possa ser vista e fique bem quieta.
- É, é rua 35 City é no Teatro Atlantic.
- Já estou mandando viaturas e o detetive Andrew
- Ta bom, mais els vão demorar muito?
- Não, eles já estão a caminho, eles já estão entrando em contato com o detetive Andrew, mantenha a calma, e não faça barulho, fique na linha até eles chegarem até você.
- Ta bom
- O que você está fazendo no teatro a essa hora?
- Eu trabalho aqui, Etham o vigia escutou um barulho e saiu para ver o que era, e me deixou sozinha, e eu o vi, ele está todo de preto, quando ele me viu saí correndo para me esconder eu estou com muito medo.
- Calma fique aí onde está, ele não vai lhe achar, eles já estão chegando.
- Qual o seu nome?
- Valery
- Onde você está escondida?
- Dentro de um armário, estou com medo.
- Mantenha a calma.
Sharon acorda as 06:00 da manhã com seu celular tocando, já fazia algumas semanas que W.H não fazia vítimas. Ela recebe uma ligação de Andrew mandando ela ir urgente para o teatro.
Andrew chega junto com as viaturas no teatro, os policias estavam fora da viatura com as portas abertas, pronto para atirarem em quem saísse de lá com o perfil do W.H. Andrew entra correndo com Charles, eles sacam a arma colocando-a na frente e começam a caminhar devagar escorando na parede. Eles se separam.
Charles encontra a vítima sobre uma poça de sangue como todas outras. Andrew acha Valery.
- Algum sinal dele? Pergunta Andrew para Charles.
- Não nenhum- responde Charles.
Eles mantêm Valery com eles, Andrew fala para Charles levar Valery para fora em segurança enquanto ele iria procurar pelo vigia que não aparecia. Quando ele está saindo com Valery, Sharon chega. Eles entram e encontra Andrew tentando reanimar Ethan.
- O que aconteceu – Pergunta Sharon.
- Ele está morto.
- Ele não está mais aqui, eu vou pedir as câmeras de segurança daqui e de todo quarteirão – Valery deve ter visto ele, vamos interroga-la – diz Charles.
- E pensar que estamos tão perto de pegar esse miserável- diz Sharon.
- Vamos refazer os interrogatórios, e pressionar mais, alguém está escondendo alguma informação – diz Andrew.
Depois de algumas horas eles vão para a delegacia, Valery estava no banco de trás do carro de Andrew, assustada. Chegando na delegacia, ele desce com ela.
Nome da vítima: Catherine Hall Carter
Idade: 20 anos
Pai: Paul Carter
Mãe: Amanda Hall
Vista por último: cinema com os amigos.
- Okay disse Andrew, depois de ler os dados e o relatório da vítima. – Quero todos da lista de amigos, pais e as imagens da câmera de segurança e o resto você já sabe – diz ele falando para sua equipe.
Como Valery já estava na delegacia Andrew resolve pegar o depoimento dela primeiro, os outros iriam demorar um pouco para chegar.
- Eu sei que você está nervosa, mas preciso te fazer algumas perguntas – diz Andrew.
- Tudo bem detetive pode fazer – diz Valery.
O que aconteceu? – diz Andrew.