Capítulo 18

1053 Words
- Sim conheço, somos grandes amigos, ontem por volta das 17hs estávamos no Dinner Café, e por volta das 20hs fui para casa, e ela seguiu para a sua e não a vi mais, mas porque essa pergunta detetive? - Amanda Miller foi encontrada morta por volta das 5hs da manhã. Andrew fica o interrogando e percebe que ele saia da lista de suspeito. - Posso ir? Ele pergunta com lágrimas nos olhos, não queria acreditar que sua melhor amiga estava morta. - Pode – diz Andrew. Eles acham a namorada de Anthony, e ela confirma a mesma coisa, depois interrogam a sua mãe que confirma que seu filho estava realmente em casa. Na manhã seguinte a mãe de Amanda aparece na delegacia, eles queriam conversar com ela sobre sua filha. Ela estava na sala de Andrew o esperando. - Bom dia sr. Miller – diz ele colocando suas coisas em cima da mesa, ele tinha acabado de chegar. - Bom dia detetive. - Sra. Miller não precisa ter pressa em responder as perguntas, eu sei que não vai ser fácil falar sobre isso, mas preciso lhe fazer algumas perguntas que vão ajudar bastante. - Ainda não estou acreditando que ele a tirou de mim – diz ela com lágrimas nos olhos. - Eu sinto muito – diz Andrew. Sharon entra e coloca um copo de água sobre a mesa e se senta ao lado da Sra. Miller. - Quando a senhora quiser falar é só dizer – diz Sharon segurando em sua mão. - Podem começar – diz ela enxugando suas lágrimas com um lenço. - Amanda tinha namorado? Pergunta Andrew. - Sim ela tinha. - Qual o nome dele? Pergunta Andrew. - Sam With, é um bom rapaz, mas ele estava viajando, eu liguei para ele ontem mesmo e contei o que havia acontecido com Samanta, ele deve estar a caminho, ele estava na casa de seu pai há algumas horas daqui. - Okay – eles continuam fazendo algumas perguntas e a liberam. Eles viram o celular de Samanta, todas as mensagens, ligações. Depois de interrogarem todos Sharon vai para casa, pois estava exauta, chegando em casa ela deixa suas coisas no sofá da sala e dá um suspiro, quando ela pega seu celular percebe que tinha uma mensagem de um numero desconhecido. “Desconhecido: Detetive Sharon, pensei que era mais esperta :) (21:15hs) “Desconhecido: Eu esperava mais de você detetive Sharon :) (21:16) “Desconhecido: A propósito, confia mesmo nas pessoas a sua volta? :) (21:16) “Desconhecido: Eu posso ser qualquer pessoa, até mesmo seu parceiro de trabalho. :) (21:21). Ela deu um pulo no sofá, e correu para o computador, para ver se conseguia reestrear o número e consegue. - Agora te peguei - ela diz. O endereço estava na tela do seu notebook, ela liga para o detetive Andrew e pede para ele ir até a sua casa, ela fica esperando Andrew que não demora muito. Quando ele chega ela mostra o seu notebook. - Eu consegui rastreá-lo – diz ela sorrindo. - Ele te mandou mais uma mensagem? - Sim mandou. E dessa vez consegui rastreá-lo. - Okay, então vamos? - Sim vamos – diz Sharon. - Mas antes posso ver o que ele mandou? Pergunta Andrew. - Sim claro -diz ela entregando o celular. - Ele tem razão sou eu mesmo – diz Andrew entregando o celular para Sharon – que mau caráter – diz ele revirando os olhos. - Mas eu acho que pode ser mesmo você Andrew – diz ela rindo a caminho do carro de Andrew. - Tá vendo como você me ama?  - como eles não sabiam o que iriam encontrar eles vão armados. O local ficava um pouco afastado da cidade, era uma casa abandonada. Eles saem do carro e sacam a arma. - Vou contar no três, caso a porta não abra, vamos derrubar – diz Andrew. - Ele bateu algumas vezes e depois chutou umas duas vezes, até que a porta abriu eles entram de costa um pro outro com uma lanterna, tinha alguns móveis sujos e algumas luzes não acendiam por ser uma casa velha. A casa estava vazia e escura, uma bagunça só, ele olha tudo, cômodo por cômodo para ver se achavam alguma coisa – havia uma porta que levava até um porão e Andrew puxa essa porta, estava tudo escuro lá em baixo, e havia uma escada de madeira. - Vamos descer – diz Andrew – tome muito cuidado. Eles descem as escadas lentamente, lá em baixo havia uma cama e alguns lençóis, puderam perceber focando a lanterna, no chão dava para ver que havia sangue, em vários locais, e havia uma corda no canto. Havia uma cama e alguns lençóis revirados, na cabeceira da cama havia uma algema. Tinham fotos das vítimas nuas na parede, fotos delas presas nas algemas ainda vivas. - Ele é doentio – diz Sharon. Eles ficam olhando as fotos com a lanterna e percebem que quando ele tirou as fotos elas ainda estavam vivas com cara de medo, o corpo de Sharon se arrepia. Eles fizeram umas ligações e o local já estava cercado de viaturas. Eles conseguem iluminar a casa em algumas horas e começam a fotografar o local, vasculhando cada canto. Sharon, Charles e Andrew ficam conversando sobre o local enquanto uma equipe fica vasculhando. Algum tempo depois encontram alguns fios de cabelo, se fosse do assassino, poderiam fazer testa de DNA. Eles entregam o saquinho para Andrew que entrega imediatamente para Piter. Eles iam fazer o teste de algumas pessoas que eles interrogaram que poderiam ser suspeitos. Ia dá um trabalhão, como as vítimas já tinham sido examinadas, tirando os fios de cabelo, iria ajudar. Já era bem tarde Andrew e Sharon vão para casa descansar, afinal o dia seria de muito trabalho. Eles dormiram só algumas horas. Assim que o dia amanhece Sharon e Charles vão para a casa abandonada, Andrew vai para delegacia pegar o fio de cabelo de cada funcionário do teatro e de algumas pessoas. Duas semanas depois... E como sempre ele gosta de fazer, W.H não deu pista alguma, nem apareceu. Isso poderia ser um bom sinal para eles. Os resultados dos exames iriam sair, Andrew acorda vai tomar seu banho e vai para delegacia.
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