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Louco e Possessivo - Crazy

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Blurb

Bruna Oliver nunca imaginou que uma noite poderia mudar sua vida para sempre. Quando o enigmático e irresistível Gabriel Rossi a sequestra em um ato de paixão obsessiva, ela é lançada em um mundo de desejo e possessividade, onde cada toque é elétrico e cada olhar carrega promessas perigosas.

Gabriel, um homem de poder e charme arrebatador, não está apenas disposto a ter Bruna em sua vida - ele a deseja completamente. Em seu luxuoso esconderijo, ele a mantém sob seus cuidados, transformando a tensão entre eles em uma dança sedutora de amor e controle. A linha entre a liberdade e a submissão começa a se borrar, e Bruna se vê atraída por esse lado obscuro de Gabriel, mesmo sabendo que ele pode ser sua ruína.

À medida que os segredos se revelam e a paixão se intensifica, Bruna se vê dividida entre o desejo avassalador por Gabriel e a luta por sua liberdade. Ele é o homem que a faz sentir-se viva, mas também o que a aprisiona em um jogo perigoso de sedução e possessão.

Prepare-se para uma jornada electrizante repleta de emoções intensas, onde o amor pode ser a mais doce prisão. Até onde você iria para conquistar o coração de quem ama? Entre em um mundo onde a possessão é o verdadeiro nome do jogo e descubra se Bruna pode se libertar do encantamento de Gabriel ou se, no fundo, ela também deseja ser sua.

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Afogada
Bruna narrando. Dou gritinhos animados ao sair de casa e correr em direção à praia, sentindo a areia quente sob meus pés descalços. O sol brilha alto, espalhando reflexos dourados na água cristalina, e o cheiro de maresia invade minhas narinas. Sinto o coração bater mais rápido, uma mistura de animação e liberdade. Arrumo minha canga no chão com cuidado — pelo menos tento — e tiro o shorts com pressa, sentindo o calor do verão na pele. — Amiga, vou para a água — anuncio para Milena, que está espalhando protetor solar, deixando um rastro brilhante em seus braços. Ela assente sem tirar os olhos do movimento da praia, concentrada em se proteger do sol. Caminho calmamente pela areia, sentindo os grãos finos escorrerem pelos dedos dos pés, conferindo cada nó do biquíni. Esse mar traiçoeiro já conseguiu soltar meus laços várias vezes, e não quero passar pela humilhação de sair da água segurando os s***s para evitar um topless. Respiro fundo, deixando a água me chamar, seu cheiro salgado e o som das ondas me tranquilizando imediatamente. Amo o mar; é meu refúgio, meu cantinho de paz — mesmo eu já sendo naturalmente uma pessoa tranquila, há algo na água que renova minhas energias. Mergulho, sentindo a água refrescante envolver meu corpo, e fecho os olhos por um instante, deixando o mundo desaparecer. Mas quando levanto a cabeça, um i****a surge do nada e tromba com força em mim. — Ei! — grito, mas antes que possa xingá-lo, uma onda nos atinge com força, interrompendo minha ira momentaneamente. O corpo dele bate várias vezes no meu, e tento me afastar debaixo d’água, sem sucesso. Acabo me apoiando nele para conseguir subir à superfície. Ele demora, mas logo emerge, respirando fundo, tentando recuperar o fôlego. — Tá doido de surgir assim? — grito, batendo no peito dele com força. Ele me encara, surpreso, como se não esperasse tanta reação. Bato de novo antes que possa dizer qualquer coisa, mas uma onda gigante nos cobre novamente, me engolindo e arrancando minhas palavras. Engulo água e, quando finalmente consigo me levantar, tossindo e sentindo meu peito arder, ele me pega no colo com uma força cuidadosa, caminhando em direção à areia. Tento me debater, batendo nele, mas cada respiração é um esforço. — Calma, respira. Vai ficar tudo bem — ele diz, com a voz doce e calma, quase me irritando ainda mais. Sou colocada sentada na areia, tossindo e recuperando o ar aos poucos, afastando-me dele, respirando o cheiro do mar e sentindo a areia grudando na pele molhada. — Sai de perto de mim, i****a! — levanto-me com raiva, e ele apenas ri, com aquele sorriso que me tira do sério. — Não ganho nem um “obrigado”? — pergunta, estendendo a mão. Viro-me e mostro o dedo do meio, ainda respirando rápido. Quase morri afogada! Ando em direção à minha canga, mas algo me impulsiona a voltar, ainda fervendo. — Sabe o que você é? Um i****a! Quase me matou surgindo do nada na água. Da próxima vez, olha por onde anda! — falo, apontando o dedo para ele, mas ele acha graça, rindo de maneira desarmante, o que só aumenta minha irritação. — Mas eu te salvei, princesa — insiste, com aquele sorriso encantador, e resmungo, balançando a cabeça, tentando tirar a areia que, de alguma forma, entrou no meu ouvido. — Salvou porque quase me matou! — digo, mas paro de falar ao vê-lo curvar-se de tanto rir. i****a! — Eu? Você que me bateu — ele replica, ainda rindo, e minha vontade de bater de novo naquele sorriso perfeito é quase irresistível. — E faria de novo — respondo, virando-me para Milena, que ri de mim com aquela expressão de “eu sabia”. — Por que você estava brigando com aquele cara, Bru? — pergunta, risonha, enquanto tento recuperar a compostura. — Aquele i****a quase me matou — respondo, sentando-me ao lado dela e pegando minha garrafa de água, engolindo o líquido fresco como se fosse vida líquida. Reviro os olhos ao ver o babaca correndo em minha direção novamente. Ele sorri, apertando levemente os olhos, e minha paciência quase evapora. — Desculpa, mas não me apresentei. Meu nome é Gabriel Rossi — diz, e eu apenas assinto, ignorando a mão que ele estende. — E o dela é Bruna — Milena intervém por mim, e ele sorri ainda mais, como se cada palavra minha fosse um desafio que ele adorava. — Sabe o que significa? É o nome de uma pessoa gentil e calma, mas você é o completo oposto. Muito prazer, minha maluquinha linda — ele insiste, oferecendo a mão de novo, e confesso, por um segundo, que gostei um pouquinho. Mas vai precisar de muito mais do que isso. — Quase prazer, Gabriel — digo, apertando a mão dele com firmeza. — Bem, queria me desculpar pelo nosso m*l-entendido e te convidar para uma festa hoje à noite. Meu amigo é dono da boate, então vou colocar o nome da maluquinha na lista VIP — fala, olhando-me com intensidade. — E, claro, o da amiga dela. Espero ver vocês lá. — Não sei se vamos poder — digo, me fazendo de difícil, e ele assente, pensativo, como se estivesse planejando algo. — Se você não for, ainda vamos nos encontrar — ele se aproxima, ousado, e sussurra perto do meu ouvido: — Qualquer coisa, vou até o hospício mais próximo. — i****a abusado — resmungo, mas sinto uma pontada de divertimento, e ele dá uma risadinha, olhando-me de cima a baixo com aquele sorriso que é impossível ignorar. — Eu adoraria me internar com você — ele beija minha mão e se levanta. Pego o cartão dele, vendo-o se afastar. Assisto enquanto ele mergulha no mar novamente, nadando para o fundo com graça e segurança, e sorrio, observando cada movimento. Pego o cartão, lendo o nome e o endereço da boate, e estico para Milena, que ri, guardando-o na bolsa com um brilho nos olhos. — Nós vamos a essa festa — ela diz, confiante, e eu apenas assinto, deitando de barriga para baixo na canga, sentindo o calor do sol e o som das ondas. — Talvez — respondo, mantendo o suspense, mas com um sorriso contido. — Bruna! Assume que você se interessou por ele e quer ir. Ele é maluco do jeito que você gosta — provoca, me empurrando levemente e deitando ao meu lado. — Sim, mas morro sem admitir — digo, e ela ri, balançando a cabeça como quem diz “eu sabia, maluquinha”. [...] Escolho um vestido lindo, curto e fresquinho, perfeito para o calor que insiste em não dar trégua. Sinto a brisa da tarde entrando pela janela do meu quarto, e aproveito para me refrescar, ainda só de lingerie, sentindo o tecido leve sobre a pele quente. O ventilador do quarto m*l dá conta de tanto calor, e por isso passo apenas o básico de maquiagem — um pouco de corretivo, rímel à prova de suor e um gloss sutil — sabendo que qualquer exagero provavelmente derreteria antes mesmo de sairmos. Milena entra com o olhar curioso, trazendo um conjunto curto branco em uma mão e um vestido vinho na outra. — Amiga, qual? — pergunta, com aquela expressão de quem acha que minha indecisão é um entretenimento particular. — Conjunto — respondo sem hesitar, e ela sorri, já se trocando na minha frente com uma naturalidade que me faz rir. — Será que vai ter gente bonita nesse lugar? Mas eu só quero ficar de boa, fugir de falsos príncipes encantados e de qualquer tipo de drama. Dou uma risada, e ela concorda com um aceno de cabeça, passando o vestido por cima do ombro. — Espero que tenha, porque quero me divertir. Faz tempo que não saímos, entre trabalho, contas e esse calor insano. — Sim, mas hoje você vai se divertir com o doidinho da praia — ela provoca, piscando de um jeito travesso que me faz lembrar do último encontro com ele. — Não sei… tô fugindo de gente doida, já basta eu mesma — respondo, cruzando os braços, meio séria, meio brincando. Milena revira os olhos dramaticamente, rindo em seguida. — Pelo menos você admitiu que é doida. Mas ele parecia gente boa, nem ficou bravo com suas patadas. Dou de ombros, terminando de me arrumar com calma, ajustando o vestido para que caia perfeito, passando o batom que Milena segura com um sorriso cúmplice. Sinto o calor subir, misturado à ansiedade e à expectativa da noite que nos espera. — Vamos? — pergunto, olhando para ela, pronta para deixar a tensão da preparação para trás. — Pronto. Vamos, porque eu quero beber — ela responde animada, já aplicando o último toque de gloss. — Espero que o seu amigo doidinho tenha conseguido um open bar para nós, senão vou cobrar na hora! Rimos juntas, sentindo a adrenalina de uma noite que promete ser divertida, cheia de risadas, pequenos imprevistos e, quem sabe, algumas surpresas inesperadas. [...] Chegamos ao local, e Milena estaciona o carro com cuidado, soltando um suspiro de alívio ao encostar na vaga. Abro a porta e saio devagar, sentindo o vento da noite acariciar meu rosto. É estranho ver Gabriel ali, parado na porta, olhando repetidamente para o relógio como se cada segundo lhe fosse insuportável. Ele parece entediado, com aquela expressão de quem não quer estar ali, mas no instante em que meus olhos cruzam os dele, algo muda. Um brilho rápido passa por sua face, uma faísca que denuncia surpresa e curiosidade ao mesmo tempo. Cruzo os braços, tentando manter a postura firme, mostrando que não vou ceder a qualquer tentativa de intimidação ou charme. Ele, por sua vez, ergue uma sobrancelha, estudando cada detalhe do meu semblante como se tentasse decifrar meus pensamentos em silêncio. Sinto meu coração bater um pouco mais rápido, mas me recuso a demonstrar. Milena se aproxima ao meu lado, encostando o ombro no meu de forma quase imperceptível, mas com aquele toque que diz: “Eu estou contigo.” Ela me empurra levemente, quase como um incentivo. — Vamos? Se quiser ir embora, eu topo também — diz ela, com aquele sorriso travesso e protetor ao mesmo tempo. — Espera — interrompo, antes que ele atravesse a rua em passos largos, quase correndo em nossa direção. Ele chega perto, ajusta o paletó rapidamente e solta um sorriso largo, iluminando o rosto de um jeito que me faz sentir uma mistura de desconforto e curiosidade. — Boa noite, meninas. Você está linda, Bruna — diz Gabriel, inclinando-se e depositando um beijo breve e educado na minha bochecha. — Obrigada — respondo, mantendo a voz firme, mas percebendo que um leve calor sobe pelas minhas bochechas. Ele dá um passo atrás, avaliando meu rosto como se tentasse capturar cada detalhe, e então pergunta: — Então, vamos entrar? Assinto, controlando a ansiedade que ameaça me fazer ceder àquela atmosfera carregada de olhares e pequenas provocações. Ele estende a mão de forma cavalheiresca, mas eu recuso discretamente, preferindo andar de braços dados com Milena, sentindo o apoio seguro da amiga enquanto nos dirigimos para a entrada, cada passo cheio de tensão e expectativa.

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