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A princesa do mafioso

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👑 A Princesa do Mafioso — Ficha Completa   🖤 Kaelen Vareth — O Mafioso Aparência: Muito alto, ombros largos, corpo musculoso e imponente, pele pálida. Cabelo preto escuro, levemente despenteado. Traços cortantes, maxilar duro, lábios finos. Olhos escuros, sem brilho, como poços sem fundo — raramente piscam devagar. Veste-se com ar de autoridade, sempre impecável e sombrio. Personalidade: O mais perigoso e temido de todos. Fala baixo, calmo, não grita — seu silêncio amedronta mais que qualquer ameaça. Frio, calculista, implacável. Mas com Ravenna? É diferente. É a ÚNICA pessoa que ele não teme — ao contrário: acha-a fascinante, adorável, "fofa", em todas as suas versões. Nunca se surpreende com suas mudanças, apenas a acolhe. É sua âncora, seu ponto seguro. Habilidades: ⚔️ O mais forte. Força bruta imensa, domínio absoluto no combate corpo a corpo — um golpe seu destrói obstáculos e homens. Domina todas as armas com precisão mortal. Move-se como sombra pesada: o trovão, a muralha imparável. Manias e bizarrices: Conta os batimentos cardíacos ao redor; alinha tudo em perfeita ordem e simetria — quebra se preciso; odeia ruído desnecessário; fica imóvel de olhos abertos por horas; segura objetos frágeis com força assustadora até virarem **; aproxima-se devagar de quem mente e espera que confesse aterrorizado.   🩷 Ravenna — A Princesa Caótica Aparência: - 💇 Cabelo: Preto profundo como a meia-noite, cacheado — cachos médios e definidos, macios, sempre um pouco desordenados, emoldurando-lhe o rosto.- 👁️ Olhos: Âmbar-avelã dourado — mudam de tom conforme sua alma: brilham quentes e doces quando calma; escurecem quando se perde em si mesma. Têm um brilho que ora parece menina ingênua… ora quem vê o mundo dos mortos.- 🧍 Corpo: Pele morena clara, tom quente e saudável. Peito volumoso e exuberante; barriga fina e lisa; cintura delicadamente estreita; curvas pronunciadas e exageradas — silhueta marcante, suave à primeira vista, enganadora. Parece frágil… não é. Estilo de roupa: Cores — preto absoluto, vermelho-sangue, vinho escuro. Veste o que sente: hoje vestido justo curto com renda e laços; amanhã longo fluido que desliza como sombra; depois calça justa e casaco rígido. Tecidos e estilos que "não combinam" — nela criam harmonia perturbadora. Sempre algo solto, desalinhado propositalmente. Personalidade: "Não bate bem da vida" — mente corre por caminhos que ninguém segue. Muda de personalidade como troca de roupa: 🩷 doce e infantil pedindo colo; ⛔ fria e distante como estranha; 💀 caótica rindo para o nada e quebrando sem motivo; 🥀 melancólica silenciosa por horas. Fala com o vento, ri onde todos tremem, chora ao ver uma flor. Parece ingênua, séria, inofensiva — e essa é sua maior a**a. Todos baixam a guarda… e pagam caro. Só em Kaelen reconhece — em todas as suas fases, ele é seu mundo. Habilidades: ⚔️ Sabe lutar — ágil, rápida, golpes imprevisíveis de ângulos que ninguém espera. Domina facas pequenas, armas leves, venenos — tudo escondido nos cachos, rendas, laços. Não tem a força bruta dele — e não precisa. Enquanto ele é o poder declarado, ela entra onde ele jamais poderia: aproxima-se sorrindo, toca levemente, age sem suspeita… e cumpre o que ele n******e fazer sem ser notado. A sombra que ninguém viu chegar. Manias: Amarra fitas vermelhas em objetos aleatórios; guarda cacos, fios, penas pretas como tesouros; toca pessoas devagar com a ponta dos dedos como lendo-lhes a alma; sorri para o vazio.   🔗 ELES — JUNTOS Namorados. Um do outro para sempre, sem exceções.Ele é a força que tudo destrói; ela é a sombra que tudo engana. Ele treme o chão; ela passa sem deixar pegadas. Ele ama cada parte dela — mesmo as quebradas, mesmo as que se esquecem de si mesmas. Ela muda, se perde, troca de rosto… e sempre volta para ele. A única pessoa que não a teme é a única que ela jamais precisou temer. A Princesa do Mafioso — o mundo teme os dois, mas só eles sabem que um é o refúgio do outro. 🖤

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Entendeste porr.a?
👑 A Princesa do Mafioso Capítulo 1 — "Entendeste, p***a?" A porta do escritório bateu com estrondo, ecoando pelas paredes de madeira escura como um trovão rasgando o céu. O ar pesado, carregado de poeira e silêncio, tremeu sob a força daquela batida — e ali, no meio da sala, entre sombras que pareciam recuar aterrorizadas, estavam eles. O ar entre os dois estalava, cortante e quente, como fio esticado prestes a arrebentar. Kaelen parou diante dela, imóvel por um instante que pareceu durar uma eternidade. Seus olhos, normalmente sem brilho, como poços sem fundo, agora ardiam com um fogo perigoso, furioso, devastador. Suas mãos, grandes, fortes, capazes de partir pedra em **, cerraram-se com tanta força que os nós dos dedos empalideceram. A respiração dele — pesada, lenta — saía em jatos quentes entre dentes cerrados. E quando falou, a voz veio baixa, rouca, cortada pela fúria que m*l conseguia conter: — Terminar? Disseste… terminar? Ravenna ergueu o queixo, naquele instante com os olhos âmbar brilhantes e úmidos, mas obstinada. Aquela versão dela — fria, distante, como se ele fosse um estranho — falara sem hesitar, palavras afiadas como navalhas: “Acabou, Kaelen. Eu não quero mais isso. Estamos terminando.” E agora, diante da tempestade que havia despertado, permanecia de pé, imóvel, mas com o peito subindo e descendo rápido, os cachos pretos espalhados sobre os ombros, a silhueta de curvas exageradas e generosas marcada sob o tecido escuro do vestido. Não recuou. Mas também não compreendeu, até aquele momento, o tamanho da fúria que havia invocado. Ele avançou. Não correu — um passo pesado de cada vez — e quando parou diante dela, parecia encher todo o espaço, deixar-lhe quase sem ar. Sem aviso, sem delicadeza, agarrou-a com firmeza brutal, os dedos afundando suavemente mas sem dó nos quadris dela, virando-a e empurrando-a contra a pesada estante de madeira. O corpo dela chocou-se contra a madeira com um baque s***o; um grito preso formou-se na garganta de Ravenna, mas morreu ali, sufocado pelo ar que lhe faltou. — Nunca mais. Nunca mais digas isso. — A voz dele estava junto ao ouvido dela, rosnada, quente e carregada de raiva, vibrando contra a pele sensível do pescoço. — Nunca mais pronuncias essa palavra. Entendeste, p***a? E sem esperar resposta, sem suavidade, sem pedir permissão — tomou-a com fúria. Foi duro. Foi brutal. Feito de uma raiva que parecia consumi-lo por inteiro, de um desespero mascarado em domínio absoluto. Ele penetrou-a de uma vez, fundo demais, forte demais — e Ravenna arqueou as costas, os dedos esguios cravaram-se na madeira escura à sua frente, e um som que não era grito nem suspiro escapou-lhe dos lábios entreabertos: quebrado, trêmulo, arrancado-lhe à força. A dor cortou-a, aguda e intensa — mas no mesmo instante, algo mais se ergueu, quente e avassalador, misturando-se ao impacto até se tornarem inseparáveis: prazer. Profundo, absurdo, devastador. Ela sentia cada movimento — pesado, exigente, sem dó — e cada golpe trazia dor aguda entrelaçada num calor que subia-lhe pela espinha e cegava-lhe os sentidos. Doía. E doía tão bom que quase não conseguia respirar. Ele não a acalmava. Não suavizava o toque. Castigava-a com cada movimento, imparável, como quem lhe ensinava uma lição que o corpo jamais esqueceria. A mão livre dele subiu e agarrou-lhe o pescoço — firme, sem apertar o suficiente para machucar, mas pesada o bastante para lembrar-lhe quem a detinha — empurrando-a de encontro à estante a cada investida brutal. O ar faltava-lhe; as pernas tremiam, ameaçando ceder; ela se deixava levar, sem lutar, sem resistir, o corpo todo vibrando sob o peso e a fúria dele. Os olhos dela reviraram-se levemente, a respiração transformou-se em suspiros curtos e entrecortados, ofegantes, sem fôlego. — Repete! — rosnou ele, e a voz tremia agora, metade raiva, metade algo que doía mais que qualquer golpe. — Repete que nunca mais dizes isso! Que não há término. Que tu és MINHA. Sempre! Entendeste, p***a? Nunca mais fala ou repete isso! — E o ritmo tornou-se ainda mais pesado, mais profundo, sem piedade, como se quisesse gravar aquela verdade na própria carne dela. Ravenna m*l conseguia formar pensamentos. Tudo se reduzia àquele momento: a pressão do corpo enorme contra o seu, o ar que lhe faltava, a dor que se tornava prazer avassalador, queimando-a por dentro até os ossos. A mente dela, que tantas vezes vagueava para longe, trocava de faces e esquecia nomes — agora estava inteira, presente, consumida por ele. Os olhos dela encheram-se de lágrimas — não de dor apenas, mas de algo maior, esmagador — e quando falou, a voz saiu partida, ofegante, quase um gemido arrancado do peito: — Entendi…! Kaelen… eu entendi…! Nunca mais… nunca mais digo… ah, Deus… nunca mais… sou tua… só tua…! Ele não parou. Ainda castigava-a com aquela intensidade brutal, como se precisasse arrancar aquelas palavras de término do corpo dela, apagá-las com fogo e carne. Mas os dedos no pescoço dela afrouxaram, deslizaram até entrelaçarem-se aos cachos pretos, puxando-lhe a cabeça para trás devagar, obrigando-a a olhá-lo. E quando seus olhos se encontraram — os âmbar-avelã dela, turvos e úmidos; os dele, escuros e abrasadores — ele rosnou bem baixo, numa última ordem que vibrou nos ossos dela: — Dize. Dize que és minha e que nunca te vais. E ela, sem fôlego, tremendo por inteiro, dor e êxtase fundidos num só fogo que a consumia, deixou-se cair totalmente sob o peso do momento, sem v*****e própria, sem nada senão ele: — Tua…! Sou tua… nunca me vou… nunca mais…! Foi então que ele a puxou contra si com força desesperada, selando a boca na dela num beijo duro e faminto, e os últimos movimentos foram fundos e pesados, levando-os os dois juntos para aquele ponto onde não havia mais raiva nem palavras — só fogo, só certeza, só ele e ela entre sombras — e Ravenna, ofegante, nos braços que a haviam castigado e possuído ao mesmo tempo, compreendeu enfim: ele não a deixaria ir. Nem se ela própria tentasse partir. E naquele momento, entre dor e prazer, com o peito queimando e o ar que teimava em faltar… ela soube que também não queria ir a lado nenhum.

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