Capitulo 05

2355 Words
— Terminei o que me pediu... — disse indo até o lado dele, colocando os papéis sobre a mesa. — Aqui está o mapa da localização... [...] — ela começou a explicar a planilha, estava com o tronco agachado enquanto ele estava sentado. Ele engoliu o seco e não pode evitar olhar para os s***s de Any, que estavam a poucos centímetros do seu rosto, como eram lindos, bem grandes e o sutiã os unia firmemente deixando-o zonzo de excitação. Como podia existir um par de p****s tão lindos como aqueles? — E então, o que achou senhor? — mordeu o lábio, enquanto guardava os papeis. — Eles são lindos. — sem tirar os olhos. — Me refiro às planilhas. — dando uma gargalhada gostosa. Ele ficou completamente sem graça. — Ficaram ótimas. — ele sussurrou enquanto a arrumava a gravata, tinha esquentado de repente. — Já é a segunda vez só hoje que eu o pego no flagra babando nos meus seios... — ela mordeu o lábio o encarando de uma forma extremamente provocante. — Os acha grandes demais? — Como? — ele perguntou completamente sem reação. Depois abriu um sorriso nervoso. — São grandes, mas são perfeitos. — disse voltando a olhá-los. — Eu adoro s***s grandes. — ela riu. — Você usa silicone não é? — perguntou agora olhando pra ela. — E se eu disser que não? — disse se apoiando na mesa. — Acreditaria? — É bem difícil de acreditar... — ele coçou a nuca. — Sua mulher usa? — ele assentiu. — Deu pra notar... Mas eu não uso. Sou toda natural. — E como quer que eu acredite? — ele ergueu a sobrancelha. — Toque-os. — ela deu de ombros. — O que? — arregalou os olhos ao vê-la desabotoando a blusa. — Não se preocupe... Parou de falar ao ver que ela tinha a blusa aberta, apesar de ainda estar vestida. Engoliu o seco ao ver a barriga sequinha e os s***s avantajados cobertos apenas por um sutiã preto. — Me dê suas mãos... — ela pegou as mãos dele e levou até seus s***s, colocando uma em cada um. Ele sentia a boca seca e seu amiguinho de baixo cada vez mais animado, apertou os s***s dela enquanto ela sorria.  Any estava completamente molhada, ele apertava seus s***s em busca do tal silicone, que não existia ali. Verdade era é que aquilo foi só uma desculpa para que o deixasse tocá-los. — E então? — ela disse os despertando do transe em que estava. — E então o que? — ele murmurou. — Achou o silicone? — piscou. Ele sorriu tirando as mãos dos s***s dela, realmente ela não usava, eram incríveis. Sofya tinha s***s grandes, usava silicone e seus s***s eram um pouco duros pela bola de plástico que tinha dentro, já os de Any não, não encontrou a bola. — Não... — ele sorriu e ela ficou satisfeita. — Está de parabéns... Não é toda mulher que tem a sua sorte. — Obrigada. — riu abotoando sua blusa novamente. — Bem, eu vou voltar para o meu trabalho. — se agachou apoiando as mãos no joelho, ficando da altura dele. — Qualquer coisa... — deu um beijo na trave, muito perto da boca, fazendo-o suspirar pesado. Que mulher era aquela? Any sorriu e foi caminhando até a porta. Ele apenas a observou, ela era incrivelmente linda, estava deixando-o louco. A garota saiu da sala dele com um sorriso malicioso, era tão bom saber que era desejada, ainda mais por um homem tão lindo e gostoso como Joshua. Adorava provocá-lo e deixá-lo constrangido, ele ficava lindo quando estava com vergonha.  Riu de seus pensamentos quando ouviu o celular tocar na mesa. Correu pra atender e viu que era Pedro. Aff, que cara chato! Resolveu deixar tocar e voltar com seu trabalho, mas o aparelho não parava de tocar, fazendo-a se desconcentrar toda. — Merda! — disse enquanto aparava o celular. — Oi Pedro! — Any, onde você está? — ele perguntou um tanto irritado. — Porque não atende meus telefonemas? — Estou trabalhando Pedro. — ela rolou os olhos. — O que você quer? — Sério? — ele disse. — Parabéns... Então eu queria te chamar pra gente ir ao barzinho hoje à noite, vai o meu irmão, a Sina e toda a galera. Vamos? — Eu adoraria, mas não posso... — mentiu, mordendo o lábio. — Tá de brincadeira né? — ele riu perplexo. — Você, Any Gabrielly, negando uma farra? — Eu mesma, sim, estou cansada... Não estou a fim de sair hoje. — rolou os olhos. Ela até queria sair, mas não queria sair com ele, era uma mala, não entendia que Any não queria nada com ele além de amizade. — Bom... — ele disse sem ânimo. — Então está bem, fazer o que né? — Pois é, mas divirta-se! — abriu um sorriso. — Bye ! — desligou. Voltou a prestar atenção em seu trabalho, o resto do dia passou tranquilamente.  Joshua ficou muito satisfeito com a ajuda de Any, era muito competente e como era competente. Pensou ele com um sorrisinho. E Any estava adorando todo aquele jogo de sedução que estava por vir. ¨¨¨¨ Alguns dias se passaram e a situação no escritório não podia estar mais tentadora, Any o provocava diversas vezes, ele já estava a ponto de mandar tudo ao inferno e possuí-la ali mesmo, naquela mesa. Tudo nela o alucinava, a voz, o sorriso, o corpo... Pensava nela todo o tempo, estava muito atraído e sentia seu coração bater forte quando a via em sua frente. Já a cacheada, estava muito alegrinha com o chefinho, várias vezes o pegava olhando suas pernas ou seu bumbum, fora que ele faltava despi-la com os olhos e ela simplesmente adorava isso.  Adorava ver os homens correndo atrás, babando em seus atributos femininos, que modéstia a parte eram pra homem nenhum botar defeito, ainda mais um homem como Joshua, rico, lindo, gostoso, com um único defeito: a i*****l da mulher, que era uma vaca! Tinha que pegar aquele homem pra ela e ela iria pegar! Ele seria seu. Sofya estava cada dia mais insatisfeita com a presença de Any no escritório de seu marido, sabia que aquela mulherzinha vulgar queria alguma coisa com Joshua, e não iria permitir que lhe tomassem seu coelhinho, não mesmo. — Bem, eu já desliguei os computadores e quero saber se posso ir embora? — Any disse arrumando sua bolsa. — Er... — ele a encarou, querendo falar algo, mas não tinha coragem de convidá-la para sair, o que ela iria pensar? Ele... Um homem casado, é claro que iria receber um sonoro não. — Pode sim. — suspirou frustrado. — Quer me falar algo, chefinho? — ela mordeu o lábio, se aproximando dele. — Eu... — começou a gaguejar, que merda! Perto dela ele parecia um adolescente i****a. Ela abriu um sorriso, ele estava bastante nervoso.  — Você... — ele coçou a nuca. — Não quer tomar alguma coisa comigo? — disse de uma vez, torcendo para que ela não lhe desse o fora e lhe mandasse ir cuidar da mulher que o estava esperando em casa, mas ela simplesmente alargou o sorriso, colocando o cabelo atrás da orelha. Ela se encostou a mesa e o puxou pela gravata para bem perto. Não estava acreditando que ele estava convidando-a para sair, então isso queria dizer que ele se interessava por ela, sem esperar mais, o beijou com toda a sensualidade que pode, fazendo-o arquejar-se.  Ele aprofundou o beijo, fazendo sua língua invadir a boca da sua secretária, sentindo como seu beijo era doce e delicioso, ele sorriu enquanto ela acariciava sua nuca, sentia seu estômago dar saltos, parecia um nerd que estava beijando uma animadora de torcida, nunca tinha sentido nada igual com Sofya.  Any sorria durante o beijo, que beijo delicioso... Aliás, tudo nele era delicioso. Partiu o beijo com dois selinhos. — Acho que já tem sua resposta. — ela sorriu passando a língua nos lábios. — Você está me enlouquecendo. — ele sussurrou prendendo-a entre a mesa e seu corpo. — Eu não aguento mais esses seus joguinhos de sedução... — disse no ouvido dela, em seguida dando uma mordida na orelha da garota. — Então se renda. — disse capturando outra vez os lábios dele, em um beijo preciso. — Eu já me rendi. — ele sorriu assim que separou dos lábios dela. — Sabe que é um jogo perigoso não é? — ela disse fazendo círculos com o dedo no braço dele. — Pois eu adoro o seu perigo! — os dois riram. — Vamos? — Vamos... — ela pegou sua bolsa e os dois entraram no elevador, separados é claro. — Aonde vamos? — Onde você quiser... — ele sorriu. — Algum lugar que goste, em particular? — Bom eu conheço um barzinho bastante agradável... Fica a umas três ou quatro quadras daqui, acho que ninguém poderá nos ver lá. — ela mordeu o lábio enquanto abria a bolsa e pegava seu batom e um espelhinho. — Acho que nenhum dos seus conhecidos frequenta, por que é muito simples... — passando seu batom. — Tem problema pra você? — Nenhum, além do mais, nem sei por que você está passando batom, eu vou tirar mesmo.   Ela deu uma gargalhada gostosa, o fazendo rir. Estava se segurando pra não agarra-la ali mesmo. O elevador chegou ao térreo e os dois saíram. — Vamos com o meu carro, depois eu te trago de volta. — ele disse enquanto a abraçava de lado. — Pode ser? — Beleza. — ela sorriu. Ele destravou o carro e os dois entraram, foram saindo e depois de menos de dez minutos chegaram ao lugar, era um desses barzinhos que tocavam pagode e música ao vivo, a banda já estava se arrumando para tocar, ela olhou no relógio e viu que eram sete e quinze da noite. — O que achou? — ela disse enquanto sentavam. — É bastante animado... — sorriu enquanto sentava ao lado dela. — Nunca tinha reparado aqui. — Hum... — ela sorriu enquanto se aproximava e roçou os lábios. — Quero beijinho. — fez um biquinho e ele sorriu, beijando-a em seguida. Parecia um sonho, os dois ali, naquele lugar divertido, Any era tudo de bom. — Vamos pedir? — ele sorriu, dando selinhos nela. — Aham... — ela assoviou e não demorou a que um senhor barrigudo viesse atendê-los. — Olá! — ela sorriu. — Me trás uma porção de pasteizinhos e um chopp. — E o senhor? — ele perguntou para Josh. — Me trás um chopp. O senhor assentiu e saiu. — Você vai adorar o chopp  daqui, é uma delicia. — dando um selinho nele. Os pedidos não demoraram a chegar, eles comeram enquanto curtiam o show de uma banda de pagode, em meio a beijos e carinhos. Ele não podia imaginar que Any fosse tão divertida, tão aberta, bem humorada, completamente diferente de Sofya, que era totalmente o contrário. — Aqui tem karaokê também... — ela disse enquanto comia um pastelzinho. — Mas é só as quintas e sextas. — deu de ombros. — E você gosta de cantar? — ele ergueu a sobrancelha e ela assentiu com os olhos brilhando. — Eu gosto, e você? — ela perguntou. — Eu não canto muito bem. — ele suspirou. — Se eu for jogar karaokê, além de perder eu levo vaia, muita vaia. — riu. — Que bobinho. — ela disse contrariada. — Da próxima vez que viermos aqui, vai ser em um dia que tem karaokê. E nós vamos cantar juntos. — Não vai ter graça, por que você vai ganhar de lavada... — ele disse repreensivo. — Eu não ligo. — ela apenas moveu os lábios. O telefone dele começou a tocar. Ele suspirou ao ver que era Sofya, enchendo o saco. — Atende, é melhor. — Any deu de ombros, enquanto comia mais um pastel. Ele atendeu. — Oi Sofya. — Coelhinho, cadê você? — ela disse com voz manhosa. — Estou com uns amigos. — mentiu.  Any prendeu o riso. Agora além de demente, era chifruda! — Que amigos? — ela disse invocada. — Eu os conheço? — Não, não conhece... — ele disse impaciente. — São uns clientes. — Que horas você vai voltar? — Não sei, daqui a pouco eu chego. — ele sorriu pra Any, que fazia umas caretas. — Olha eu tenho que desligar, o sinal tá péssimo. — Ok, não demora Baby Blue. — sorriu. — Beijos! — Até, bye ! — desligou. Any começou a rir baixinho, depois tomou um gole de chopp  pra afogar o riso. — Até que não é fácil enganar ela... — disse dando outro beijo nele. — Você deve estar me achando um crápula. — ele suspirou. — Mas eu estou estressado com a minha vida. — Porque não se separa? — ela disse erguendo a sobrancelha. — Dá pra ver a léguas de distancia que essa loira não é mulher pra você. — Eu sei que ela não é mulher pra mim... — coçou a nuca. — Mas não posso me separar dela. — Porque, ela está gravida? — ela perguntou fazendo um coque com uma caneta e depois se abanando. — Se estiver, pensão existe. — riu. — Não, quem dera fosse isso. — ele riu sem humor. — Mas meus pais nos querem juntos desde que éramos pequenos, eu acho que eles podem ter um infarto se eu disser que não quero mais nada com a Sofya. — rolou os olhos. — Fora os pais dela, que são insuportáveis. — Nossa, que chato. Se eu fosse você fugia. — arregalou os olhos. — Eu já pensei nisso várias vezes, mas eu não sou mais um adolescente... — tomou um gole da sua bebida. — Tenho responsabilidades. — Por essas e outras que não quero me casar tão cedo... — olhando as unhas. — Quer ficar sozinha pra sempre? — Não, claro que não... — murmurou. — Mas eu quero esperar um pouco.
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