Capitulo 06

2347 Words
— Pois você está certa... Casamento acaba com a pessoa, digo isso por experiência própria. Ela apenas sorriu. — Bem, é melhor nós irmos, já vai dar dez horas e sua Baby Pink deve estar quase tendo uma síncope. — zombou.  Ele ficou vermelho. p***a de apelidos ridículos! — Vamos, eu vou te deixar no estacionamento pra você pegar seu carro. — ela assentiu. Ele acenou, chamando o garçom. Acertou a conta e logo saíram. Chegaram ao estacionamento e ele estacionou no meio fio. — Eu adorei... — ela disse botando o cabelo atrás da orelha, enquanto destravava o cinto. — Nunca foi tão divertido ir naquele barzinho. — abriu um sorriso lindo. — Eu também adorei. — ele riu. — Nunca imaginei que esse tipo de lugar fosse tão divertido. — Espero repetir. — Claro, quando você quiser meu amor... — ela sorriu provocante. — Vem aqui vem. — ele sorriu e a puxou para um beijo.  Sua língua enrolou na dela, fazendo ambos tremerem, não dava de explicar aquele beijo, aquelas sensações... Era tudo muito novo pra eles. Depois que o ar faltou ela separou os lábios com selinhos.  — Você é muito linda... — ele sussurrou. — Você também meu amor. — piscou. — Bem... — abriu a porta. — Até amanhã chefinho. — deu um último selinho nele e saltou pra fora correndo para o estacionamento. — Até amanhã, baby. — sorriu sozinho e arrancou com o carro. ¨¨¨¨ No dia seguinte Sofya ouvia intrigada a voz do marido dentro do banheiro, mas que merda! Joshua nunca cantava no chuveiro, desde que essa i****a começou a trabalhar com ele era o que ele mais fazia ultimamente. Poderia se até alucinação de sua cabeça, mas que tinha alguma coisa ali tinha! Leia Ouvindo: Luan Santana — Um Beijo ♪ Ele saiu do banheiro ignorando o olhar curioso da mulher, e entrou em seu closet  em busca do melhor terno, queria estar impecável. Desde ontem estava nas nuvens pensando em Any, pensando nos beijos de sua linda secretária que o faziam sair da terra.  Sentia uma coisa boa dentro de si, uma emoção, ansiedade que ele até então desconhecia, desde ontem quando se despediu dela contava os minutos pra que chegasse logo um novo dia, para que pudesse ver outra vez aquele lindo sorriso, aqueles lindos olhos cor de amêndoa... Sim, estava ansioso, desesperado! Vestiu-se com pressa, se perfumou e saiu do quarto sendo seguido por Sofya. — Baby Blue, não vai tomar café comigo? — ela perguntou enquanto descia as escadas e o enxergava pegar a pasta e as chaves do carro. — Não, tome café com Rupert. — ele disse cheio de felicidade, enquanto saia porta a fora. — Joshua! — berrou escandalosamente. Ele nem sequer escutou, a essa altura a única coisa que ele escutava era os pulos que seu coração dava. — Any, Any... — ele sorriu. — Você está me enlouquecendo garota... Um beijo fala mais que mil palavras Um toque é bem mais que poesia  No seu olhar enxergo a sua alma Sua fala é uma linda melodia  Ninguém sabe explicar o que é o amor Ninguém vai ser feliz sem ser amado Meu coração de vez se entregou Confesso que eu estou apaixonado... ♫ Será que era amor? Sinceramente não podia ser outra coisa, se não era amor, era uma coisa muito próxima. Muito mesmo! ¨¨¨¨ Do outro lado da cidade, certa garota estava igual, completamente absorta do mundo, perdida em um mundo onde só existiam, ela e seu chefinho Josh. Tinha sonhado com ele, vê se pode?  Nunca tinha sonhado com um homem como sonhou com ele, estavam os dois em uma espécie de praça, como um casalzinho de namorados, andando de mãos dadas, dando algodão doce na boca um do outro. Um sonho lindo, mas que ela sabia que não passaria de um sonho.  Andar de mãos dadas com ele seria praticamente impossível no momento, mas era uma questão de tempo, era só aguardar e ele seria só dela, saiu de seus pensamentos e vestiu sua roupa, um vestido branco que batia na metade das coxas, bastante justo deixando suas curvas bem acentuadas, queria aparecer linda pra ele.  Provar outra vez dos beijos daquele homem que estava tirando seu sono ultimamente. Maquiou-se discretamente e soltou seus belos cachos, estava linda. Queria mostrar que ela era a mulher certa pra ele, uma mulher de verdade que estava disposta a dar tudo o que ele quisesse. Mordeu o lábio enquanto se perfumava, buscou sua bolsa e desceu. — Bom dia família! — disse com um sorriso que m*l cabia em sua cara. — Bom dia querida. — os pais responderam em um uníssono. — Que felicidade é essa menina? — Priscila perguntou, enquanto botava um bolo de laranja na mesa. — Nada mamãe, eu só estou feliz. — deu de ombros pegando uma fatia de bolo. — Estou sentindo que você está aprontando Any Gabrielly. — Sabina disse mastigando mesmo. — Está muito alegrinha pra quem está indo trabalhar. — Educação mandou lembranças irmãzinha. — ironizou. — E porque voltou tarde ontem? — Sabina insistia. — Porque eu saí. — abriu um sorriso. — Satisfeita? Saí e beijei muito na boca. Ao contrário de você eu gosto de aproveitar a vida, não tenho vocação pra ficar a noite inteira ouvindo o "clube da insônia"... — rolou os olhos. Sabina fez um bico insatisfeito. — Olha a briga! — Priscila interviu se servindo de mais café. — Any, cuidado com esses rapazes minha filha. — Silvio disse. — Não quero você por aí, beijando um e outro, entendeu? — Fica tranquilo papai, eu sou mulher de um homem só. — ela disse dando língua a Sabina. — Agora eu preciso ir. Beijos, amo vocês! — saiu aos pinotes, queria ver Joshua o mais rápido possível. ¨¨¨¨ Quarenta minutos depois ela estava chegando à empresa, por sorte ele ainda não tinha chegado. Arrumou os papéis que tinha que revisar, organizou o escritório dele e ligou o computador. — Nossa que visão linda. — ela ouviu a voz dele e subiu o rosto, sorrindo em seguida. Ele estava lindo. Ainda mais lindo do que o dia anterior. Joshua sorriu maravilhado quando chegou e a viu sentada em sua cadeira, arrumando o seu computador, estava tão concentrada, e ela concentrada ainda ficava mais graciosa. Se é que era possível. — Meu amor. — se levantou e foi até ele, lhe dando um beijo de tirar o fôlego. — Senti saudades. — Não mais que eu... — sussurrou. Ela sorriu satisfeita. — Sua mulher desconfiou de algo? — perguntou mesmo sabendo que a resposta era obvia. — Que nada, quando eu cheguei ela estava com duas amigas lá. — rolou os olhos. Any negou com a cabeça, que mulher i****a, ao invés de aproveitar o homem que tinha, chama as amigas para segurar vela. i****a! Mas isso era bom, pelo menos ia a seu favor. — Eu já organizei o papél que o responsável pelo paisagismo mandou, só falta você assinar. — ela disse indo até a mesa, sendo seguida por ele. Ele sentou na cadeira e pegou os papéis que ela lhe estendia. —S ó isso? — ele perguntou e ela assentiu. — Ligue para a construtora e tente falar com José González, depois passe a ligação pra cá. — pediu enquanto assinava. Any assentiu e deu um selinho nele, depois saiu. Joshua ficou olhando o bumbum da cacheada que estava espetacular naquele vestidinho. — Gostosa... — sussurrou passando a mão no rosto. ¨¨¨¨ Depois de algumas horas resolvendo problemas da empresa, trabalhos acumulados, ele chamou Any. — Vem aqui meu amor... — a chamando pra sentar em seu colo. — Vamos ficar um pouquinho juntos. — Cansou de trabalhar bebê? — ela perguntou sentando no colo dele e envolvendo seu pescoço com as mãos. — Cansei, preciso relaxar, não acha?  Ela assentiu, enquanto selava os lábios começando um beijo, ele sorriu durante o beijo e desceu as mãos pelo perfil dela, sentindo todas as curvas femininas, parou no bumbum, fazendo a garota ofegar.  Ele apertou o bumbum de Any com força, sentindo seu m****o se animando, e ela em seu colo não estava ajudando-o em nada. Any começou a beijar o pescoço dele, já estava ficando molhada, começou a rebolar devagar, fazendo pressão no m****o dele.  Josh subiu o vestido dela deixando-o levantado até a altura da barriga. — Deliciosa... — ele sussurrou observando as coxas grossas e a barriga sequinha de Any, fora o bumbum empinado. Ficaram se amassando como dois selvagens e só pararam quando ouviram o elevador abrir. — Droga. — olhando Any e vendo que ela não estava nem um pouco apresentável, tinha os cabelos bagunçados e o vestido estava suspenso. — Se esconde aqui... — colocando ela embaixo da mesa, que era tapada na parte da frente. Any já ia falar quando a porta se abre. — Meu amor! — Sofya entrou escandalosa. — Ah é você Sofya... — sorriu, mas a vontade que ele tinha era de matá-la.  O que aquela mulher estava fazendo ali? Ela não vinha tanto assim à empresa, como vinha agora, quase todos os dias aparecia.  — O que você está fazendo aqui? — engoliu o seco ao sentir que Any acariciava seu m****o por cima da roupa. — Eu vim conversar! — ela deu de ombros. — A sua secretária incompetente não está lá fora, onde ela está hein? — Er... — ele disse sentindo um frio na espinha.  Any agora abria o zíper da sua calça, com um sorriso malicioso.  — Ela foi resolver um assunto pra mim... — Meu amor, você está irritado comigo? — Sofya pôs o dedo na boca. Any ouvia tudo, enquanto abaixava a cueca de Joshua e revelava a ereção do loiro. Ela sentiu a boca secar, era enorme. Josh fechou os olhos ao sentir Any sugando seu m****o. — Ai minha nossa... — ele mordeu o lábio. — Tá ou não? — ela insistia na pergunta. — Não Sofya, eu não estou não! — ele berrou mordendo o lábio. Any sugava o p*u de seu chefinho com maestria, o fazia entrar em sua garganta enquanto acariciava os testículos do homem. — Você está bem meu coelhinho? — ela disse enfezada. — Está suando... —Oh... — ele suspirou irradiado. — Estou bem... — apertando as costas da cadeira, com os olhos cerrados, que boquinha deliciosa que aquela baby tinha. p**a que pariu. Estava com medo que Sofya visse, não seria nada bom descobrir que é chifruda desse jeito. Mas ao mesmo tempo não queria que Any parasse com aquilo, estava demais! — Vai pra casa vai Sô... — ele suspirou. Vai pra casa que eu preciso t*****r com essa gata urgentemente!  Ele pensou com um sorriso, enquanto sentia seu m****o latejar na garganta dela, era simplesmente o melhor oral que já tinham lhe feito. — Meu amor, você está bem mesmo? — com a mão no peito ao ver o estado dele, parecia que estava delirando.  Ele apertava o encosto da cadeira com tanta força, que jurava que ia arrancar. — Estou não, eu estou doente. — disse ele. — Satisfeita? — Oh céus... — ela se levantou em um salto. — Deixe-me ver se está com febre. — tentou se aproximar, mas ele estendeu a mão. — Não se aproxime, é muito contagioso. — ele murmurou.  Que merda! Porque Sofya não dava o fora dali? Estava o impedindo de ter uma transa maravilhosa! Coisa que há muito tempo ele não sabia o que era. Any sorria enquanto fazia um movimento de vai e vem com as mãos. Que mulher chata, por que ela não ia logo embora? Estava morrendo de vontade de dar para o seu chefinho. — Contagioso? — Sofya arregalou os olhos.  Ele assentiu, não estava conseguindo mais falar, estava se segurando para não gozar.  — Eu vou chamar o médico. — Vai... E demora bastante! — ele berrou ao vê-la correndo em direção à saída. — Eu vou gozar... — ele gemeu. —Goza chefinho. — fazendo movimentos frenéticos com as mãos. — Goza na minha boquinha. — chupando a cabeça avermelhada. Sem aguentar mais ele goza, três jatos carregados de p***a. Any sugou até a última gota. Ele sorriu ao vê-la passando a língua nos lábios. — Delícia... — ela murmurou beijando em seguida. Para que ele provasse o gostinho delicioso que ele tinha. — Você é louca... — ele riu completamente suado. — Imagina se ela visse? — Não veria. — piscou enquanto arrumava o vestido e em seguida o cabelo. — Se ela não sacou que você estava quase tendo um orgasmo, não sacaria nada. — rolou os olhos. — Eu quero sentir essa sua b*******a. — disse apontando a i********e dela. — O mais rápido possível. — guardando seu m****o. — Logo sentirá isso e muito mais. — piscou provocante. — Mas agora não vai dar. — dando um selinho nele.  Os dois ouviram o elevador se abrir e logo depois Sofya entrar na sala com um senhor de mais ou menos quarenta e oito anos. — Aqui esta ele doutor, estava delirando e... — viu Any ao lado dele. — De onde você saiu? — Cheguei agorinha, por quê? — a cacheada mentiu na cara de p*u. — Onde estava? — perguntou com um olhar medonho. — Acho que isso não lhe diz respeito senhora Beauchamp. — disse educadamente. Sofya cruzou os braços e o doutor se aproximou de Joshua. — O que está sentindo, senhor Beauchamp? — Não é nada doutor, eu só senti um pouco de febre, mas a Any me deu um antitérmico e acredito que já está passando. — ele disse ainda meio ofegante, enquanto o doutor passava a mão em seu pescoço. — Realmente, está suado e quente, mas é apenas uma febre. Bem, caso não passe, vou lhe receitar um antitérmico que não falha. — anotando alguma coisa no papel. — Aqui está. — entregando.
Free reading for new users
Scan code to download app
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Writer
  • chap_listContents
  • likeADD