— Obrigado doutor, desculpe o incômodo. — ele disse pegando o papel. — Tenha um bom dia.
O doutor saiu.
— Estranho isso não é? — Sofya pôs o dedo no queixo. — Você me disse que era contagioso.
— Eu pensei que fosse... — ele suspirou fazendo Any prender o riso. — Vai saber.
— Vou embora. — a loira disse. — Tenho hora no salão de beleza. — olhou Any de cima a baixo. — Tenho que ficar linda pra você meu amor. — deu um beijo em Josh, fazendo Any enojar-se.
Era incrível como ele não sentia nada com os beijos de Sofya. Depois que provou os beijos de Any, beijar Sofya era como beijar uma pedra de gelo.
— Até mais. — saiu.
— Ui. Ela não vai com a minha cara... — inflando as bochechas pra parecer com o Kiko.
Josh riu da gracinha.
— Bem, vou trabalhar. — deu um selinho nele.
— Eu vou te recompensar depois... — se referindo ao oral que ela fez.
— Estarei esperando a recompensa. — piscou e saiu rebolando, fazendo Joshua respirar fundo.
O resto do dia se passou tranquilo, com Any e Josh se pegando às escondidas pelos cantos da empresa. Sofya ligando quase o dia inteiro perguntando a que horas ele chegaria, mas o loiro não dava muita confiança para a esposa.
O fim do expediente chegou e os dois estavam se amassando no estacionamento.
— Não quero te deixar ir... — ele disse partido o beijo, dengoso.
— E nem eu quero ir meu amor. — ela disse o beijando outra vez.
— É sério Any, vamos sair... — beijando o pescoço dela fazendo-a ofegar. — Tem um motel aqui perto.
— Não seu bobo... — ela riu. — Tudo em seu tempo... Calma.
— Eu não aguento. — a encostando em seu carro e a beijando outra vez. — Eu não sei se vou aguentar até amanhã.
— É claro que vai, meu bem. — ela riu, sentindo a mão dele apertar seu seio. — Meu amor, alguém pode nos ver. — ela sussurrou mordendo o lábio. — Se alguém ver e contar pra sua mulherzinha babou.
— Que se f**a!
— É serio baby... Amanhã a gente faz gostoso, mas hoje não.
— Porque não?
— Porque eu estou dizendo que não. — pincelou o nariz dele que ficou com cara de pamonha. — Até amanhã meu amor. — o beijando outra vez.
Separou o beijo e caminhou até seu fusquinha.
— Tchau. — disse observando-a ir embora, sentindo a baba escorrer.
¨¨¨¨
Any chegou em casa exausta, tinha trabalhado muito aquele dia... E como tinha trabalhado.
— Oi mamãe! — foi até a mãe que estava esparramada no sofá assistindo a novela das oito. Deu um beijinho na bochecha dela.
— Olá querida! — mulher sorriu.
— Onde está o papai? — Any disse tirando os sapatos.
— Está no boteco. — coçando o olho. — Sina está lá em cima te esperando.
Any pegou os sapados nas mãos e subiu as escadas, entrou em seu quarto e viu Sina esparramada em sua cama, assistindo TV, como se estivesse na própria casa.
— Sua v***a folgada! — pôs a bolsa no cabide e riu do jeito que Sina estava em sua cama. — O que está fazendo na minha casa? — brincou pulando em cima da loira.
— Ai sua louca! Eu não tenho culpa se agora você decidiu ser uma mulher trabalhadora. — ironizou. — Eu tenho que te esperar né? — deu de ombros.
— Pois fique sabendo que quase você esperava a noite inteira. — riu alto.
Sina a encarou com careta, não entendendo.
— Eu estou saindo com meu chefe! — deu um gritinho abafado.
Sina arregalou os olhos verdes até não poder mais.
— Como é? — disse pasma. — Mentira, v***a!
— É sério amiga... — deitou-se. — O cara é uma delícia, p**a merda!
— Mas ele não era casado? — a loira disse com euforia.
— É casado. — Any disse fazendo pouco caso. — Mas é só questão de tempo... — mordeu o lábio. — A mulher dele é uma i****a veí.
— Sim, toda vez você chama a coitada de burra. — riu negando com a cabeça.
— Mas ela é burra mesmo! — Any indagou. — Eu fiz um oral nele e ela sequer se deu conta, sim, ela estava lá.
— p***a! Está me dizendo que fez um oral nele? Como você conseguiu fazer um oral nele com ela lá? — a loira estava completamente perplexa.
— Amiga, eu estou te dizendo... — disse Any, levantando da cama. — Ela estava sentada, de frente para a mesa dele e eu estava embaixo da mesa, mandando ver. — tirou o vestido. — Acredita que ela pensou que ele estava doente? — gargalhando.
Sina não aguentou o riso, como pode existir uma mulher assim?
— Não consigo acreditar, que ela não sacou que o marido dela estava tento um orgasmo. — Any assentiu, botando um shortinho. — Mas e aí... Ele é potente?
— O que? — Any riu. — Põe potente nisso, não vejo a hora de dar pra ele...
— Sua cachorra. — Sina disse indo até o guarda roupa de Any e pegando um esmalte. — Porque não deu pra ele hoje, depois que a chifruda foi embora? Ou vai me dizer que ela ficou lá plantada o dia inteiro?
— Que nada amiga. — vestindo uma blusa. — Ele queria ir para o motel agora, mas eu não quis ir. — disse apertando os s***s na frente do espelho.
— E por que não sua burra? — Sina negou com a cabeça. — Tenho certeza que quando ele te comer, vai dar um fora na mulherzinha burrica dele.
— É claro que eu sei, mas eu quero estar no controle da situação e quero que isso fique muito claro para o meu chefinho. Apesar de estar morrendo de vontade de dar pra ele, eu vou me segurar, pelo menos até amanhã, daí já não garanto mais nada.
As duas gargalharam.
—Mas, amiga. — Sina disse enquanto passava esmalte nas unhas. — E se ele só estiver querendo sexo com você?
Any engoliu o seco.
— É claro que não... Mesmo assim eu vou fazer ele me amar, eu tenho certeza que consigo, você precisa ver o jeito que ele me olha. — ela mordeu o lábio. — Ele gosta de mim.
—Bem, se você diz. — a loira abriu um sorriso. — A última coisa que eu quero é que você sofra minha porrinha. Se esse cara vacilar contigo eu arranco o saco dele fora e dou para os cachorros da dona Dejanira comer!
— Fica tranquila Sina, eu tenho tudo sob controle. — Any disse ligando a TV. — Mas me conta, ainda está ficando com o Vinícius?
— De vez em quando. — olhando o feito de sua unha. — Não estou mais tão animada, meu pênis é maior que o dele. — ironizou. — E olha que eu nem tenho um.
Any gargalhou e as duas continuaram conversando e jogando papo para o ar.
¨¨¨¨
No dia seguinte.
— Meu amor... — Sofya disse dengosa, enquanto Joshua arrumava a gravata. — Eu estou tão carente hoje...
— Ótimo momento para você estar carente. — ele rolou os olhos. — Agora não dá. — ele disse seco. — Estou muito atrasado para o trabalho.
— Ah, Baby Blue, você é o chefe, pode chegar a hora que quiser... — levantando e indo até ele. — Vamos fazer love. — beijando a nuca dele.
— Não Sofya... — ele disse sem paciência. — Eu estou atrasado! Será que eu vou ter que explicar com maçãzinhas?
— Você nunca me rejeitou. — ela cruzou os braços com um bico.
— Para tudo se tem uma primeira vez. — ele disse saindo, ela foi atrás. — Você me rejeita todo o tempo... Hoje eu não quero, amanhã quem sabe.
Ele disse enquanto descia as escadas. Queria guardar toda sua excitação para Any, e não passaria de hoje, precisava tê-la com grande urgência.
— Não vai tomar café comigo outra vez? — ela perguntou m*l-humorada, vendo-o pegar as chaves do carro.
— Não! — ele disse dando um beijo na testa dela e saindo.
— OH MY GOD! — disse sentindo se abandonada.
Foi até o telefone e o aparou, discou os números e logo ouviu a voz de Úrsula, sua sogra.
— Úrsula... Sofya aqui. Eu preciso falar com você.
— Oh, minha querida, venha aqui mais tarde, hoje não terei yoga. — disse a mulher, do outro lado da linha.
— Daqui a pouco eu estou chegando. Beijos! — desligou.
Não iria ficar de braços cruzados enquanto Joshua a maltratava.
¨¨¨¨
Any estava na cafeteria da empresa, conversando com Noah. Estava se divertindo muito, Noah era bastante engraçado.
— Ai Noah, você é uma figura! — disse tomando outro gole de café. — Quer dizer que te multaram mesmo estando levando sua tia para a maternidade?
— Sim, eles não entendem que eu sou um cara de coração aberto e adoro fazer caridades, se eu não corresse meu priminho nasceria no meu carro.
— Que fofo! — ela riu.
— Atrapalho?
Os dois se viraram e viram Josh parado atrás deles, com uma cara de poucos amigos.
— E aí cara. — Noah sorriu debochado, sabia que o amigo estava se remoendo de ciúmes e aquilo era cômico. — Senta aí, toma um café com a gente.
— Não muito obrigada. — ele se virou para Any. — Já terminou seu cafezinho? — ele perguntou com um sorriso falso.
Any sorriu abertamente, ele ficava tão lindo quando sentia ciúmes.
— Sim senhor. — disse com uma voz sensual. — Precisa de mim, chefinho?
— Sim. — ele sussurrou entendendo o duplo sentido da pergunta. — Pode me acompanhar, por favor?
— É claro. — Any respondeu enquanto levantava. — Obrigada pelo café, Noah. — deu um beijo estalado no rosto do loiro, fazendo o sangue de Josh ferver de ciúmes e excitação.
Any saiu na frente.
— Dá pra parar de ficar dando em cima dela? — Josh indagou, irritado.
— Dá para assumir que está arrastando um bonde por ela? — Noah riu. — Se toca Beauchamp, ela e eu somos amigos. — se levantou. — Mas se você não cuidar bem, eu vou lá e... CRÉU! — riu fazendo gestos com as mãos. Noah adorava irritá-lo.
Ele ignorou as saliências de Noah e resolveu ir para o seu escritório, estava na hora de Any saber, quem era o chefe dela... Literalmente.
Ao chegar lá ele a encontrou digitando algo no computador. Ela parou de digitar e o encarou, com um olhar carregado de malícia. Ele pegou o telefone da cacheada e ligou para a recepção.
— Érica... Não quero que ninguém suba, entendeu? Estou em uma reunião com a senhorita Soares e não quero ser incomodado, nem mesmo pela minha esposa. — sem tirar os olhos dela. — Ótimo! — desligou. — Vem aqui. — a pegou pelo braço e a levou até a sua sala, trancando a porta em seguida. — E agora hein? — disse envolvendo a cintura de Any e dando-lhe um beijo desesperado.
Foi arrastando-a até a mesa, onde jogou todos os papéis que ali se encontravam no chão. Sentou a garota ali, ficando no meio das pernas dela.
— Você me deixa louco. — ele murmurou roucamente enquanto desabotoava a blusa dela. — Louco.
— Você sabe que também me enlouquece. — ela riu enquanto o ajudava a tirar sua blusa, não demorou para que a mesma voasse longe.
A cacheada sorriu ao vê-lo tão apressado para descobrir lhe os s***s, ele desabotoou seu sutiã, fazendo-o tomar o mesmo rumo da blusa, ele admirou os belos p****s da garota, eram tão lindos que não pareciam reais.
— Vai ficar só olhando? — ela provocou, sentindo-se em chamas.
Ele sorriu e desceu os lábios ao encontro deles, capturando-os e mamando sutilmente, enquanto acariciava o outro com o polegar. Any gemia enquanto acariciava o m****o dele por cima da calça, já estava muito duro e ela sorriu sentindo sua i********e cada vez mais molhada.
Sem esperar mais desabotoou a blusa dele com pressa, quase estourando os botões, quando tirou por fim a blusa espalmou o peitoral másculo daquele homem que estava, enlouquecendo-a. Não demorou a que ele tirasse a calça também.
Josh subiu a saia de Any fazendo-a abrir as pernas em cima da mesa. Ele afastou a calcinha observando a sua b*******a encharcada de t***o. Ele passou os dedos ali, fazendo Any gemer baixinho.
Sorriu ao ver como ela era linda sentindo prazer, e ele queria dar ela todo o prazer possível, com isso, se ajoelhou e capturou a i********e da cacheada na boca, chupando-a e masturbando-a com sutileza.
— Ain... — ela gemia com os olhos fechados. — Isso amor. — apertou o ombro dele enquanto, sentia penetrando um dedo nela e com a língua chupava o c******s. — Oh céus... Aii. — sentindo que estava chegando.
Ele ficou alguns minutos torturando-a.
— Eu vou gozar... — ela gemeu.
— Já sabe o que fazer. — ele sorriu cafajeste.
Ela apertou os s***s enquanto gozava. Ele lambia todo aquele melzinho que saia de dentro de sua mulher... Sim, ela era sua!
— Você é tão docinha... — se levantando com um sorriso.
Any o beijou com t***o, enquanto metia a mão na cueca dele e acariciava o m****o de Josh. O loiro suspirou e com muito custo, separou-se dela. Foi até a carteira e pegou uma camisinha, enquanto Any se arreganhava mais, em cima da mesa, jogando sua calcinha longe, ficando totalmente exposta.
Ele se aproximou enquanto colocava a camisinha em seu m****o. Foi até ela e sorriu enquanto lhe beijava outra vez, se posicionando entre as pernas dela. Separou o beijo enquanto afundava seu m****o na i********e dela, que arranhou as costas dele sentindo a invasão e franziu a testa pelo desconforto.
— Ain... — ela mordeu o lábio, sorrindo de olhos fechados. — Me fode chefinho.
Ele sorriu safado e começou a meter nela com força, estava delirando, era tão apertada, tão confortável, ele arqueou a cabeça pra trás enquanto sentia seu corpo sendo dominado pelo prazer, seu m****o latejava enquanto entrava e saia do corpo de Any, nunca pensou que possuí-la fosse tão gostoso e intenso.
Ela por sua vez, apoiou os braços na mesa, entrelaçando as pernas na cintura dele. Os gemidos não podiam mais ser contidos, ela precisava gritar, apertou os lábios, tentando segurar.
— Ohh... Isso chefinho! — apertando os s***s, sentindo ele todo dentro de si. — Não para!
— Delícia... — ele disse apertando os s***s dela com força. — É isso que você quer não é? — ela assentiu dengosa. — Então toma! — ele a penetrava sem um pingo de delicadeza.
Aquilo estava enlouquecendo-a, estavam gemendo alto, pareciam não se importar com nada. Ele puxou os cabelos dela e deu um chupão em seu pescoço cheiroso.
— Oh meu Deus, eu vou gozar... — ela anunciou em um gemido.
— Goza. — sem parar com as estocadas.
Ela se contorce e geme alto, o orgasmo foi de longe o melhor e mais longo que já teve. Elesorriu vendo que ela estava exausta, sentia que o seu estava chegandotambém, deu outra, e outra e chegou... p***a! E como chegou!
O choque eêxtase que sentiu naquele momento não parecia ser real de tão intenso que fora.