Lívia A raiva queimava em mim como fogo n***o enquanto eu empurrei Micael contra a porta blindada da biblioteca. O som seco do impacto ecoou entre as estantes, livros e troféus inúteis. Ele me encarou, olhos frios como aço — o olhar do dominador absoluto, daquele que governa o morro e que insiste em me manter algemada à sua vontade. Mas, naquela noite, meu corpo exigia outra coisa: não mais aquela submissão sem fim. Eu queria quebrar as regras. — Chega! — gritei, a voz ecoando no espaço vazio. — Eu não sou sua propriedade! As mãos dele, firmes, seguraram meu queixo com uma delicadeza c***l. A respiração dele estava controlada, olhos rasgando meu rosto de alto a baixo. — Você ousa desafiar minhas ordens? — perguntou, com um sorriso lento. — O que sugere, Lívia? Foi então que senti o fr

