Capítulo 26

1175 Words
Neto a apertava, segurando-a com força pela cintura, e começou a tocá-la por baixo da roupa de uma maneira que nunca havia feito antes. Não era nada grandioso para a maioria das pessoas, mas para Rebeca era demais, ela sentia vontade de beijá-lo cada vez mais. Estava muito bom sentir as mãos quentes e firmes dele, deslizando por todo o seu corpo. Quando ela pensava em parar, ele a olhava com um sorriso que lhe passava toda a segurança do mundo e ia avançando o sinal pouco a pouco, com apertões no bumbum, quadril, beijos no pescoço. Ela continuava em cima dele, e começou a sentir que ele estava ficando e******o, duro. Ele não disse nada, mas deu para notar que estava com receio de que ela sentisse, com jeitinho, ele a puxou um pouco para cima, mais de uma vez. Ela falou ofegante, parando de beijar por um instante e voltando para uma posição mais baixa, curiosa para sentir um pouco mais: — O que foi Neto? Hoje não? Ele perguntou "o que" sem jeito. Ela aproximou-se para beijar o pescoço dele e disse baixinho, o sentindo duro: — Não precisa me afastar. Ele foi deslizando as mãos pelas costas dela até o quadril, fazendo com que ficassem muito próximos. Voltaram a se beijar intensamente. Depois de um tempo, ele a colocou deitada e começou a passar a mão em sua barriga, foi subindo até o sutiã, a beijando. Colocou a mão por dentro, enquanto acariciava os se.ios dela, parou o beijo e falou, rindo com deboche: — Agora você tem p****s! Ela respondeu rindo, surpresa: — É, parece que sim. Você gosta? Ele se sentou na cama e sugeriu com malícia: — Prefiro você sem sutiã. Posso tirar? Ela disse que não. Ele riu, deitou-se ao lado dela e disse: — Eu já imaginava. Ela deitou de lado para ele, o acariciando nas costas, ficaram se olhando nos olhos, de mãos dadas. Ele afirmou que ela já era a namorada dele. Ela riu, dizendo que não queria ser, ele respondeu enquanto tentava abrir a calça dela: — Mas você já é. Se não for minha, de quem mais vai ser? Você que disse que só gosta de mim. Ela segurou a mão dele, deu-lhe um beijinho e avisou que ele precisaria se esforçar muito para namorar com ela. Ele garantiu que se esforçaria, beijou-a ardentemente e abriu o zíper da calça. Ela sentiu a mão dele chegando perto de sua calcinha e perdeu a concentração no beijo, parou, ainda muito próxima e falou ofegante apreensiva: — Neto? Ele não retirou a mão, começou acariciar a i********e por cima do pano. Olhando-a nos olhos, ele falou: — A gente pode parar a hora que você quiser. Com a voz trêmula e fechando os olhos, ela pediu baixinho com os lábios colados ao dele: — Para! Ela sentiu a mão dele se movendo e tocando-a levemente por dentro da calcinha, apenas acariciando sem abrir os lábios ainda. Ela travou, ficando imóvel de olhos fechados. Neto chupou a boca dela bem devagar e deu um selinho, ela segurou o rosto dele, retribuiu a chupada e o beijou lentamente de língua. Ele a penetrou devagar com os dedos, começando a masturbá-la com muito cuidado e carinho. Aquilo parecia errado, mas estava muito bom, parecia impossível parar. Entre os beijos, ela gemia baixinho enquanto se mexia, cada vez mais ansiosa, descobrindo o que era sentir prazer. A fricção dos dedos dele encharcados da lubrificação dela, começaram a fazer barulho, ela sentiu que estava muito molhada, aquilo nunca tinha acontecido antes e, sem entender muito bem, começou a sentir vergonha. Quando ele parou de beijar e fez menção de tirar a calça dela, ela disse que precisava ir embora porque já estava tarde. Ele insistiu que ela poderia dormir lá e que poderiam parar com tudo se ela quisesse. Ela respondeu com o rosto corado, ajeitando a roupa, e o cabelo: — Não, preciso tomar banho. Não dá para ficar, eu estou suja! Ele tentou tocá-la novamente por baixo da roupa e sugeriu: — Toma banho aqui, comigo, de banheira. Não precisa ficar sem roupa! Mas se quiser ficar. Ela segurou a mão dele e recusou. Ele explicou que era normal ficar daquele jeito, molhada, e que isso significava que ela gostava dele e de estar ali se curtindo. Ela ficou com um pouco de vergonha e eles se beijaram mais um pouco. Ele avisou que ia encher a banheira, ela não disse nem sim, nem não, ficou rindo deitada. Ele foi para o banheiro super e******o, voltou apenas de cueca e foi tirando a roupa dela, comentando que já fazia muitos anos que não tomavam banho juntos. Ela respondeu, rindo desconcertada: — E tem um motivo para isso, né! Ele deu risada e disse que não sabia de motivo nenhum. Levou-a pela mão, ela ficou apenas de calcinha e sutiã. Entrou primeiro e sentou-se no canto, foi prendendo o cabelo em um coque. Ele entrou e ficou sentado, quieto, sorrindo feito um bobo. Ela falou, preocupada: — Como vou embora molhada? Acho que isso não foi uma boa ideia! Ele respondeu ironicamente, segurando a mão dela: — É, você ficou bem molhadinha mesmo. Ela começou rir constrangida: — Ai, como você é bobo! Que coisa desnecessária. Ele confessou que estava gostando muito de estar com ela e a puxou para perto. Ela sentou no colo dele, de frente, muito próxima. Percebendo que ela estava apreensiva, ele a beijou no pescoço e prometeu que não faria nada, apenas a beijaria mais um pouco. Ela comentou que estavam indo rápido demais. Neto comportou-se no começo, mas logo voltaram aos "amassos". Ela estava satisfeita com as carícias, mas sentia curiosidade sobre como seria ter uma relação, pois ser tocada de maneira tão íntima despertou um outro lado seu. Enquanto se beijavam ardentemente, ele a acariciava, e a puxava contra si, roçando sua ereção na i********e dela. Ficaram quase uma hora se pegando, trocando carinho, beijos infinitos. Ele saiu primeiro da água e foi para o quarto. Ela ficou rindo, relembrando tudo o que aconteceu. Quando ficou sozinha, tomou seu banho, lavou a calcinha e a deixou estendida no banheiro junto com o sutiã. Vestiu uma camiseta dele e saiu do banheiro. Ele estava deitado, a olhou dos pés à cabeça, cheio de segundas intenções, falou com um sorriso lascivo: — Você prefere deitar de qual lado? Eu peguei uma meia minha para você, daquelas que vão na canela. Ela se aproximou da cama e perguntou se o Célio não ficaria bravo com eles. Neto levantou-se, acomodou-a no canto da cama e respondeu enquanto pegava as meias: — Não, eu já falei da gente. Meu pai é "sussa". E com seu tio eu vou conversar, pedir para namorar; ele vai gostar, tenho certeza. Ela ficou quieta enquanto ele colocava as meias nos pés dela, ela sempre sentia muito frio e tinha o hábito de dormir assim. Ele deitou abraçado a ela, deu um beijo de boa noite e ambos adormeceram trocando carinho.
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