Capítulo 01 - Mulher de atitude.

2105 Words
Luan: Não estou entendendo do que você está falando garoto. - Me olhou pensativo, ele realmente não faz ideia do por que de eu ter vindo aqui. O que a minha mãe não teve coragem, ele pode ter certeza de que eu sou capaz de fazer. Theo: Vim aqui pra te falar tudo que a minha mãe não teve coragem de te dizer, e com toda razão. - Olhei pra ele com desgosto que fez cara de desentendido. - Eu já sei de tudo Luan. Que você transou com a minha mãe a força, isso pra não dizer com as palavras certas o que foi um e*****o. - Aumentei o tom de voz. Luan: É sério que depois de anos você veio jogar na minha cara uma brincadeirinha de adolescentes? Fala sério, eu esperava mais de toda a entrada dramática que você fez. - Debochou. Theo: Não, eu vim aqui pra te mostrar o que essa “brincadeira de adolescentes” resultou. Por acaso algum dia você desconfiou de que eu pudesse ser seu filho? Quer dizer, é claro que você sabia, mas preferiu deixar como estava não é? Bela atitude de homem. Luan: Você não sabe do que você ta falando moleque, eu sempre perguntei a sua mãe se tinha a possibilidade de você ser meu filho e ela sempre negou até a morte, não tinha nenhuma chance disso acontecer! - Pareceu atordoado. Theo: Bela atitude de homem que você teve, quem você pensa que é pra sentar ai no lugar da minha mãe como se fosse o rei do mundo? Que moral você pensa que tem pra querer mandar nas pessoas daqui, você não é exemplo pra ninguém! Luan: E você veio fazer o que aqui depois de tanto tempo? Tomar o lugar que é seu por direito? Nem se você quisesse você teria culhão pra sustentar esse lugar. A sua mãe era mais homem do que você. Theo: Não abre a p***a da sua boca suja pra falar da minha mãe seu b****a, eu não quero esse lugar sujo! Eu vou te tirar dai da maneira certa sem sujar as minhas mãos e você vai saber bem que sou eu a hora que isso acontecer. Luan: Era pra mim estar com medo do seu discursinho? - Riu sarcástico. Theo: Faz o que você bem entender, eu vim aqui pra te avisar que o que é seu está guardado. Você ainda vai ouvir falar de mim! - Falei tudo o que estava engasgado e sai batendo a porta. Ele deveria se preparar para o que está por vir por que eu não vou ter pena! Não me importo com quem vai ficar no lugar dele, mas sei que em breve ele vai sair do pedestal que ele mesmo criou e eu vou estar lá pra assistir o seu tombo de perto. Filho da p**a. Desci o morro com o mesmo cara que me trouxe e pedi um uber direto pro apartamento que eu aluguei pra ficar aqui. Futuramente pretendo comprar uma casa ou algo assim, não pretendo voltar a morar em Santa Catarina de jeito nenhum. Os meus demônios de lá ainda me assombram, e as oportunidades de emprego daqui são muito maiores e melhores, eu não posso perder essa chance. A alguns meses atrás eu fiz um trabalho com um tenente daqui do Rio e ele gostou muito do meu desempenho, disse que eu me daria muito bem aqui e se um dia tivesse interesse na proposta dele era pra mim ligar imediatamente. Acho que esse dia finalmente chegou. Entreis em contato com ele dizendo que tinha chegado no Rio de Janeiro e que estava sendo tudo muito tranquilo, marcamos uma reunião amanhã de manhã pra combinar tudo o que vai ser feito e em que área eu vou trabalhar, mas segundo as palavras dele. “ - Fica despreocupado filho, se depender de mim aqui, você tem emprego pelo resto da sua vida!” Era bom ver que alguém confia em mim e admira o meu trabalho a esse ponto, me faz sentir que todo o esforço que eu tive tem válido muito a pena. Foram anos de treinamento. Quando cheguei no apartamento já eram 16h da tarde, parece que não, mas andar por aqui é bem cansativo. Peguei as chaves com o porteiro e subi. Desfiz as minhas malas e arrumei algumas coisas que faltavam, depois parti pro banho e fui procurar alguma coisa pra comer. O bom de morar em frente a praia é que é só atravessar a rua e tem umonte de quiosque com inúmeras opções de coisas pra comer, acho que vou me dar muito bem morando aqui. Coloquei um casaco e desci, é incrível poder sentir a brisa do mar e ouvir o som das ondas se quebrando, é um negócio que trás paz. Parei em uma barraquinha e fiz o meu pedido, fiquei bebericando uma cerveja enquanto não chegava e bati meus olhos em uma morena linda quase sem perceber. Ela estava sozinha e parecia meio atordoada, não sei se seria muito conveniente chegar nela agora. Me conformei apenas com a nossa troca de olhares que estava ficando cada vez mais intensa. Estava quase me dando por vencido quando ela finalmente veio falar comigo, sinceramente não achei que ela faria isso, de onde eu venho as mulheres são tão…difíceis. — Achei que iria sair daqui sem falar com o novo gato misterioso. - Sorriu sentando se ao meu lado. Theo: Novo? - Fiz menção de que não entendi e ela deu continuidade. — Eu venho sempre aqui e nunca vi você, consequentemente, deve ser novo por aqui…to errada? Theo: Não, você está certíssima. - Retribui o sorriso simpático ou s****o, ainda não consegui decifrar qual recebi. — Então, eu não gosto de perder muito o meu tempo, você quer sair daqui? - Quase cuspi a bebida quando ouvi o que ela tinha acabado de dizer, será que fui devagar demais? Theo: Claro, eu moro aqui na frente se você quiser me acompanhar. - Apontei pro meu apartamento. — Perfeito. - Ela se levantou e eu a guiei até chegarmos no meu andar. Nem acredito que estou me dando bem com uma gostosa na minha primeira noite no Rio de Janeiro. Acho que isso significa prosperidade. Antes que eu pudesse dizer algo, assim que fechei a porta de casa foi a deixa para que ela pulasse em cima de mim mostrando que queria aquilo tanto quanto eu. Suas mãos foram parar no meu pescoço enquanto as minhas passeavam por todas as suas curvas marcadas pelo vestido que ela estava, seu corpo era escultural, como um monumento. Em um único movimento ela se virou pra mim e eu abri seu zíper tendo uma visão perfeita dela, estava sem s***ã somente com uma calcinha de renda preta por baixo do vestido. To começando a desconfiar de que ela já estava preparada para isso antes, mas não me importei. Ou melhor, nem tive tempo de pensar em qualquer coisa, quando me dei conta estava sentado no sofá enquanto ela abaixava a minha calça juntamente com a minha cueca pronta para cair de boca no meu p*u. Aquilo era a visão dos deuses. Segurei o seu cabelo incentivando para que ela continuasse, mas ainda sim deixando ela no total controle de tudo. Era prazeroso ver como ela brincava e sorria enquanto chupava o meu p*u, seu b*****e era uma coisa de outro mundo. Meus gemidos abafados estavam incontroláveis. Estava quase chegando ao meu ápice quando puxei ela pra mim atacando a sua boca num beijo incontrolável. Sua boca era gostosa, nossos lábios dançavam em uma sintonia perfeita enquanto seu corpo se aproximava do meu implorando por mais contato. Peguei ela no colo e fui andando em direção ao meu quarto, joguei-a no colchão e rasguei a sua calcinha com brutalidade, eu não aguentava mais de tanto tesao precisava dar prazer e estar dentro dessa deusa que estava na completamente nua na minha frente. Me abaixei no meio de suas pernas enquanto ela mantia seu olhar quente e s****o fixado no meu. Dei um leve beijo na sua parte íntima apreciando cada detalhe do seu corpo e finalmente comecei a chupa-lá. c*****o era a melhor coisa do mundo. Quando vi que tinha chegado no seu ponto mais sensível continuei ali por algum tempo e não demorou muito para que ela se derretesse em um o*****o anunciado com o gemido mais gostoso do mundo, os vizinhos que se cuidem. Ela me puxou pra si e terminou de arrancar a minha roupa. — Preciso de você dentro de mim, agora. - Aquilo soou como uma ordem e como o homem obediente que sou fiz exatamente o que ela mandou. Peguei uma c*******a na minha carteira que estava em cima da mesinha ao lado da cama e me posicionei na sua entrada dando leves pinceladas na intenção de provoca-la, o que aparentemente deu muito certo por que ela não parou de se contorno de tesao a nenhum momento. Nossos olhares se encontraram e foi como se eu entendesse o que ela queria dizer, entrei de uma vez e com tudo dentro dela ouvindo ela soltar um gemido estridente. Era como música para os meus ouvidos. Comecei a me movimentar rápido dentro dela que arranhava as minhas costas a todo momento, isso com certeza iria ficar marcado depois, mas eu nem estava me importando. Mandei ela ficar de quatro que obedeceu bonitinha. Se empinou toda na minha direção deitando seu tronco sobre a cama e esticando os braços na minha direção. Com uma mão segurei firme seus pulsos e com a outra eu alternava entre puxar o seu cabelo e deixar tapas marcados em sua b***a enorme que balançava a cada estocada bem ali na minha frente. Senti sua b****a se contrair e apertar o meu p*u, aquilo foi o ápice para que eu sentisse o meu o*****o chegando e gozasse junto com ela. Foi uma sensação do c*****o. Caímos exaustos na cama ainda trocando carícias. Descartei a c*******a e acabamos indo parar no banheiro dando mais uma, e depois outra e mais outra. Transamos como dois animais durante a noutros inteira, eu estava exausto. Peguei no sono sem nem sentir com ela do meu lado. Acordei no susto com o meu celular tocando e sem ter noção nenhuma de que horas eram. 9:00AM e uma ligação perdida do tenente, eu estou fodido demais pra ser verdade, como fui dar o mole de atrasar em uma reunião tão importante quanto essa? Tomei um banho rápido e ouvi a mulher que até agora eu não sabia o nome acordar assustada. — Aonde que eu estou? Ai meu Deus. - Se espantou assim que viu que estava completamente s*******a e deu de cara comigo. Foi impossível conter o riso com a cara engraçada que ela fez. Mas pelo visto ela não estava achando graça nenhuma da situação. Theo: Bom dia gata, eu vou ter que sair agora, mas você pode ficar se quiser…sem pressa. — Obrigada, mas eu não posso, preciso ir embora. Você viu a minha calcinha? - Perguntou sem jeito. Theo: Acho que eu acabei rasgando ela ontem. Se você quiser tem cuecas novas na gaveta, devem servir em você. - Ouvi ela murmurar algum palavrão e neguei com a cabeça. Ela não parecia nada com a v***a s****a, confiante e cheia de si que foi pra minha cama ontem, isso é extremamente instigante. Só de pensar na noite de ontem o meu p*u já ganhou vida. Rapidamente coloquei a minha roupa em uma bolsa específica e peguei as chaves pra sair de casa enquanto ela terminava de pegar as suas coisas. Descemos juntos sem trocar uma palavra, ela parecia envergonhada. Theo: Você nem me disse o seu nome. - Perguntei sem jeito, acho que ela acabou me fazendo ficar com vergonha também, será que fiz algo de errado? — É Ma..Maria Luiza. - Se enrolou. O que me fez pensar que ela pudesse estar mentindo. Theo: Eu sou o Theo, bom, você já sabe onde me encontrar. - Sorri simpático e ela retribuiu. Quando chegamos na portaria foi só o tempo de eu entrar no carro que eu chamei e sair voado direto pra reunião, queria ter tido mais tempo de trocar uma ideia com ela, parecia ser uma mulher interessante. Quem sabe eu não esbarro com ela de novo, sorri com o pensamento inapropriado, é…memórias sexuais são uma m***a, tenho a ligeira impressão de que essas vão ficar me assombrando por um bom tempo.
Free reading for new users
Scan code to download app
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Writer
  • chap_listContents
  • likeADD