Capítulo 3

504 Words
Beatriz Acordo com um celular tocando as nove da manhã. Mas que droga! Eu estou de férias, só tinha que acordar ao meio dia. Não se tem um dia de paz nesse mundo. Quando acordo de manhã cedo fico m*l humorada. E não estou mentindo. Não tinha nada no mundo que eu mais gostava do que dormir. Dormir me acalmava , me alimentava... Me fazia bem. Dormir era vida. Se eu não tivesse nada para fazer, eu dormia. -Alô. Falo atendendo de olhos fechados sem saber quem é. Quem era a pessoa abençoada que estava me ligando de madrugada? -Amiga, preciso falar com você. Diz Paloma empolgada. - E o que é para você me atormentar tão cedo assim? Digo bufando. -Amiga já são nove da manhã, não cinco da madruga. Diz ela rindo. -Fala logo o que quer para eu voltar a dormir Paloma. Digo abrindo a boca de sono. -Agora que não falo. Em uma hora chego aí e te conto. Ah! Irei passar o dia aí. -Tá. Digo desligando o celular. Que merda! Nem dormir sossegada mais eu posso, digo mentalmente enquanto colocava a minha cabeça entre os travesseiros. Me levanto, coloco um short e uma blusa,tomo café e fico esperando a retardada da minha amiga chegar. Só Deus sabe o que ela quer falar comigo. Aí meu Deus! Onde será que ela irá me meter agora? Minha amiga era louca. Qualquer coisa que envolvesse ela, era roubada na certa. Porém, eu gostava disso. Gostava do perigo. Até porque só se vive uma vez. Estava vendo tv até que a campainha toca. Deve ser ela. -Vaca. Pula no meu colo. - Oi. E aí o que queria me contar? Digo ansiosa. Odiava ficar ansiosa! -Nossa bom dia para você também. E sim eu quero entrar. Obrigada por perguntar. Diz ela entrando e se sentando no sofá -Então o que queria falar? Digo cruzando os braços. -Amiga, hoje iremos sair. Vamos descer muito a raba no chão. Dançar até não querer mais e beber até não querer mais. Dizia ela toda animada. -Opa! Aí falou a minha língua. Aonde nós vamos? Digo animada. Amava dançar, qualquer tipo de música. O importante era se divertir. -Nós vamos em um baile funk hoje meu amor. - Uhul. Digo gritando e pulando. Mas perai onde seria esse baile funk? Penso mentalmente. -Onde será esse baile funk dona Daniela? Digo colocando as mãos na cintura. - Em um moro aí amiga super tranquilo. Relaxa. Diz ela me puxando para o sofá e assim ficamos ali fofocando sobre as quengas que tinham na nossa escola. Conversamos o dia todo até chegar a noite e irmos nos arrumar. Não sabia o que vestir, então coloquei um vestido vermelho colado no corpo que destacava minhas curvas, um salto preto e minha amiga colocou um short e uma mini blusa com um par de tênis branco... É hoje que a saudade não passa vontade. É hoje que ninguém segura a gente. Bora se divertir que a noite é uma criança.
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