Beatriz
Já estávamos no baile funk e para falar a verdade já estava um pouco alterada, não havia bebido mais do que quatro copos, mas eram bebidas com alto teor de álcool que me deixaram muito alegre. Estava dançando loucamente e minha raba descia no chão sem parar. Como amava o ritmo da música, a batida era envolvente e deixava me levar. A música era tudo na minha vida, era ela que sempre me alegrava.
-Amiga, aquele cara lá na área do camarote não para de te encarar. Dizia ela me mostrando.
Ao olhar o homem que estava me encarando, melhor, comendo com os olhos, não pude deixar de perceber como era lindo, parecia um deus grego. Mas não estava aqui para ficar com alguém, estava aqui para me divertir.
-Deixa olhar. Não tô nem aí. Hoje eu quero é mais é curtir. Digo dançando e pulando.
- É... algo me diz que você não está sóbria.
-Eu estou ótima amiga. Vou lá no bar beber mais, você vem? Digo ofegante pois não parava de pular.
-Não obrigada.
Entre empurrando várias pessoas, consegui chegar até no bar então peço logo de uma vez três vodkas e bebo tudo de uma vez só. Até que escuto uma voz atrás de mim que nunca ouvi na minha vida. Uma voz grossa, sexy, que fez minha calcinha logo molhar. Era muita s*******m um homem com uma voz dessas sair na rua. Era puro pecado.
- Vai com calma aí morena. Diz tocando na minha cintura.
-Quem é você? Digo encarando
-O cara que irá te dar prazer até o sol raiar. Diz se encostando em mim.
-Ah me erra. Da licença que eu quero dançar. Digo o empurrando e vou até a pista de dança e danço loucamente. Só estava olhando aquele cara, ele não parava de me encarar, as piscadas de olhos e o sorriso no canto da boca era o que mais o deixava sexy, não podia negar que ele era muito lindo, na verdade um deus grego... Jesuisss me abana. Mas logo tratei de tirar isso da minha mente e dancei muito até que sinto uma parede de músculos atrás de mim onde não dou a mínima importância e continuo a dançar. Não depois de muito tempo ele já estava com as mãos em minha cintura e não sei como ,mas era incrível como nosso corpo se mexia na mesma sintonia. Quando fui ver já estava me esfregando nele e seu amiguinho lá de baixo já tinha acordado.
- Morena bora sair daqui? Diz me apertando contra seu corpo.
Sei o que estava prestes a fazer era errado,mas ele queria e eu também, então não vejo problema algum.
Deixar um deus grego desses na mão era mais do que pecado. Não podia perder a chance. Se eu não fizesse isso hoje, amanhã com toda certeza me arrependeria e ficaria pensando no quanto bom poderia ter sido. Então não penso mais e logo respondo.
- Sim. Vamos. Digo pegando em sua mão e o mesmo vai me puxando para fora.
E assim saímos deixando para trás aquela multidão e o som alto. É...hoje a noite promete.