Sou sua agora. Inteira.

751 Words
Tentei dizer alguma coisa, mas ele não deixou. Me calou com um beijo que dizia: “Agora é minha vez.” E foi. Beijou minha barriga. Mordeu minha cintura. Desceu devagar, me abriu com os dedos, me penetrando devagar, se divertindo com meu prazer. Me vendo me contorcer e gemer como se fosse a primeira vez que eu sentia alguém. Ele me olhava como se estivesse diante de um altar. Tá quente… — ele sussurrou, antes de passar a língua entre meus lábios. — E só minha agora! Quase arquejei. Me contorci, mas ele segurou firme. O dedo dele pressionou meu c******s com precisão. Ele me devorava com uma mistura indecente de técnica e instinto. Eu implorei. Puxei ele de volta pra cima de mim. Senti o peso dele, o quadril roçando no meu. A cueca dele já inútil, o m****o duro entre minhas pernas, pedindo. Ele encostou a testa na minha, ofegante. — Diz que é minha! Eu ri, arfando, com a voz rouca de desejo: Sou tua. Só tua! E aí ele me fodeu. De verdade. De corpo inteiro. Me tomou com força, mas sem brutalidade. Me invadiu com tudo, mas me olhou o tempo todo como se eu fosse frágil demais pra ser machucada. Como se eu fosse dele, sim — mas porque eu queria ser. O ritmo era firme, intenso. As mãos dele prendiam minha cintura com autoridade. Mas quando meu gemido afinava, ele diminuía o ritmo, encostava a boca na minha, e me dizia baixinho: — Tá gostoso, meu bem? — Quer que eu pare? — Assim... ou mais forte? E eu só sabia gemer: — Gostoso pra c*****o! — Continua! — Mais forte! Porque com ele… até o s**o mais intenso parecia carinho disfarçado. Até a pegada mais forte vinha com respeito. Até quando me fod**, ele cuidava. E era por isso que eu não queria ninguém além dele naquela noite. Eu nem sabia mais onde começava meu corpo e onde terminava o dele. Minhas pernas estavam trêmulas, mas minha vontade era firme. Eu queria dar tudo. Queria me oferecer por inteiro. Queria ver aquele olhar dele perder o controle por minha causa. Quando sentei sobre ele, os dedos dele apertaram minhas coxas com mais força. A pele quente, os olhos baixos me acompanhando, como se quisesse decorar cada movimento meu. Ele estava duro. Muito. O p*u pulsava, latejando. E eu… molhada demais, escorrendo. Minha b****a abraçou ele com tanta força que até ele gemeu na hora que o p*u dele entrou em mim. Caralho... — ele murmurou, os olhos fechando por um segundo. — Você tá... muito apertada. Me inclinei, mordi de leve o queixo dele, e sussurrei com malícia: — É só pra você. — Sou sua agora. Inteira. E comecei a quicar. Devagar. Fundo. A cada descida, ele mordia o lábio. As mãos dele passeavam entre minha cintura e minhas coxas, me guiando no ritmo. O olhar fixo nos meus s***s, que balançavam. Eu gemia baixo, sentindo cada veia, cada pressão. O p*u dele preenchia tudo, e meu corpo parecia reagir sozinho. Era como se eu nunca tivesse sentido tanto desejo por alguém. Eu queria engolir ele com a b****a, prender ele dentro de mim, deixar ele viciado em mim. Gostosa... p**a que pariu, que mulher gostosa! — ele soltou entre gemidos, me apertando com força. Eu sorri, mas estava arfando. Meus movimentos foram ficando mais rápidos, e o som molhado entre nós me deixava ainda mais acesa. Ele me puxou pelo quadril com brutalidade contida, socando mais fundo dentro de mim. Me joguei pra frente, ofegante, a boca colada no pescoço dele. Goza comigo... vai, me sente por inteiro... — Pediu. Ele gemia baixo, mas cada vez mais rouco, mais urgente. O p*u dele latejava dentro de mim, e eu já tremia. O o*****o veio como uma onda quente, intensa, me arrancando o ar. Me contorci por cima dele, gemendo forte, as pernas bambas. Minha b****a apertava ele como se não quisesse soltar. E foi aí que ele perdeu o controle. Me segurou firme, meteu fundo, duas, três vezes — e gozou dentro, com um gemido abafado contra minha pele. Ficamos ali. Juntos. Colados. Ele ainda dentro de mim, eu com o rosto no pescoço dele, os dois ofegando. Nenhuma palavra precisava ser dita. Ele me abraçou pela cintura, como se quisesse me manter ali pra sempre. E eu… pela primeira vez em muito tempo, senti que não estava vazia. * Quer dizer… tecnicamente, agora eu tava cheia. Mas você entendeu.
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