Tentei dizer alguma coisa, mas ele não deixou.
Me calou com um beijo que dizia: “Agora é minha vez.”
E foi.
Beijou minha barriga.
Mordeu minha cintura.
Desceu devagar, me abriu com os dedos, me penetrando devagar, se divertindo com meu prazer. Me vendo me contorcer e gemer como se fosse a primeira vez que eu sentia alguém. Ele me olhava como se estivesse diante de um altar.
Tá quente… — ele sussurrou, antes de passar a língua entre meus lábios. — E só minha agora!
Quase arquejei.
Me contorci, mas ele segurou firme.
O dedo dele pressionou meu c******s com precisão.
Ele me devorava com uma mistura indecente de técnica e instinto.
Eu implorei.
Puxei ele de volta pra cima de mim.
Senti o peso dele, o quadril roçando no meu. A cueca dele já inútil, o m****o duro entre minhas pernas, pedindo.
Ele encostou a testa na minha, ofegante.
— Diz que é minha!
Eu ri, arfando, com a voz rouca de desejo:
Sou tua. Só tua!
E aí ele me fodeu.
De verdade.
De corpo inteiro.
Me tomou com força, mas sem brutalidade.
Me invadiu com tudo, mas me olhou o tempo todo como se eu fosse frágil demais pra ser machucada.
Como se eu fosse dele, sim — mas porque eu queria ser.
O ritmo era firme, intenso.
As mãos dele prendiam minha cintura com autoridade.
Mas quando meu gemido afinava, ele diminuía o ritmo, encostava a boca na minha, e me dizia baixinho:
— Tá gostoso, meu bem?
— Quer que eu pare?
— Assim... ou mais forte?
E eu só sabia gemer:
— Gostoso pra c*****o!
— Continua!
— Mais forte!
Porque com ele… até o s**o mais intenso parecia carinho disfarçado.
Até a pegada mais forte vinha com respeito.
Até quando me fod**, ele cuidava.
E era por isso que eu não queria ninguém além dele naquela noite.
Eu nem sabia mais onde começava meu corpo e onde terminava o dele.
Minhas pernas estavam trêmulas, mas minha vontade era firme.
Eu queria dar tudo. Queria me oferecer por inteiro.
Queria ver aquele olhar dele perder o controle por minha causa.
Quando sentei sobre ele, os dedos dele apertaram minhas coxas com mais força.
A pele quente, os olhos baixos me acompanhando, como se quisesse decorar cada movimento meu.
Ele estava duro. Muito. O p*u pulsava, latejando.
E eu… molhada demais, escorrendo.
Minha b****a abraçou ele com tanta força que até ele gemeu na hora que o p*u dele entrou em mim.
Caralho... — ele murmurou, os olhos fechando por um segundo. — Você tá... muito apertada.
Me inclinei, mordi de leve o queixo dele, e sussurrei com malícia:
— É só pra você.
— Sou sua agora. Inteira.
E comecei a quicar.
Devagar. Fundo.
A cada descida, ele mordia o lábio.
As mãos dele passeavam entre minha cintura e minhas coxas, me guiando no ritmo.
O olhar fixo nos meus s***s, que balançavam.
Eu gemia baixo, sentindo cada veia, cada pressão.
O p*u dele preenchia tudo, e meu corpo parecia reagir sozinho.
Era como se eu nunca tivesse sentido tanto desejo por alguém.
Eu queria engolir ele com a b****a, prender ele dentro de mim, deixar ele viciado em mim.
Gostosa... p**a que pariu, que mulher gostosa! — ele soltou entre gemidos, me apertando com força.
Eu sorri, mas estava arfando.
Meus movimentos foram ficando mais rápidos, e o som molhado entre nós me deixava ainda mais acesa.
Ele me puxou pelo quadril com brutalidade contida, socando mais fundo dentro de mim.
Me joguei pra frente, ofegante, a boca colada no pescoço dele.
Goza comigo... vai, me sente por inteiro... — Pediu.
Ele gemia baixo, mas cada vez mais rouco, mais urgente.
O p*u dele latejava dentro de mim, e eu já tremia.
O o*****o veio como uma onda quente, intensa, me arrancando o ar.
Me contorci por cima dele, gemendo forte, as pernas bambas.
Minha b****a apertava ele como se não quisesse soltar.
E foi aí que ele perdeu o controle.
Me segurou firme, meteu fundo, duas, três vezes — e gozou dentro, com um gemido abafado contra minha pele.
Ficamos ali.
Juntos. Colados.
Ele ainda dentro de mim, eu com o rosto no pescoço dele, os dois ofegando.
Nenhuma palavra precisava ser dita.
Ele me abraçou pela cintura, como se quisesse me manter ali pra sempre.
E eu… pela primeira vez em muito tempo, senti que não estava vazia.
*
Quer dizer… tecnicamente, agora eu tava cheia.
Mas você entendeu.