Contos Eróticos meus-Livro-4-parte-1- E o vento não levou

1873 Words
E o vento não levou Irinélia Oliveira E o vento não levou Irinélia Oliveira Capa: Irinélia Oliveira Autora: Irinélia Oliveira Proibido a reprodução, direito autoral reservado. ‘’Consagre ao senhor Tudo o que você faz, e os seus planos serão bem sucedidos’’ Provérbios 16:3 Proibido para menores de dezoito anos! Um novo padre chegou aquele lugar de poucas casas e distante de tudo. De repente o amor floresce em seu coração! Drama e sexo. E o vento não levou A moça olhando da janela velha de madeira encostou se mais ao batente da janela que rangeu alto, olhou para a igreja um pouco distante, uma senhora gorda vestida vestido comprido, de mangas compridas, calçando chinelos, com um véu branco na cabeça, saiu da igreja, andou na rua de terra, viu a moça em pé olhando da janela e a cumprimentou: __Bom dia Ludmila! A moça sorriu e respondeu: __Bom dia dona Cândida! A senhora parou e perguntou: __Como vai à dona Conceição? A moça sorriu meigo, respondeu: __Minha mãe vai bem, dona Cândida, entre, ela está na cozinha preparando o almoço! A mulher sorriu, balançou a cabeça, respondeu: __Fala pra ela que quando tiver um tempinho venho visitá-la! A moça sorrindo, o rosto fazendo dois furinhos, falou: __Falo sim, mas venha mesmo! A mulher levantou a mão e sorrindo se virou, continuando andando, segurando uma bíblia debaixo do braço, falou baixinho: __Moça bonita e educada, dona Conceição teve muita sorte de ter uma filha como esta! A moça ouviu, virou o rosto e viu mulheres saindo da igreja, pois era domingo, elas iam aos domingos todas as manhãs para a igreja! Todas que passavam saudavam a linda moça na janela: __Bom dia Ludmila! Ela respondia: __Bom dia! Desciam a rua em conjunto comentando algo de bom sobre a linda moça de dezoito anos! O vento soprando os longos cabelos negros brilhantes lisos, ela fechou os olhos sentindo o forte vento soprar o seu rosto, sorriu sentindo a brisa acariciar a pele do seu rosto! Sonhou acordada de olhos fechados que estava na cidade grande, andando nas ruas dentro de um lindo carro, tocando a buzina para passar, com um braço do lado de fora, enquanto dirigia o carro! Alguém falou: __Bom dia moça, dona Conceição está? Ela abriu os olhos, saindo do seu sonho para á realidade, assustou ao ver o novo padre que tinha chegado e só agora ela o viu! De olhos assustados, o corpo tremendo todo, olhou para o homem vestido batina preta, respondeu gaguejando: __Sim padre. Vou chamá-la! Ela saiu de perto da janela, andou arrastando os chinelos. Sentiu que alguém a olhava, se virou e viu o homem com o corpo meio curvado, olhando-a de costas andar, ele ajeitou o corpo rapidamente ao vê-la se virar e o olhar por um tempo! Dona conceição apareceu na porta da cozinha e entrou na sala, ela enxugou as duas mãos no vestido preto e longo de mangas compridas, cheirava á cebola. Ela ainda estava de luto, pois o seu segundo marido tinha falecido assim como o primeiro, pai de Ludmila, só tinha uma filha e jurou não mais se casar e ficar de luto para o resto da vida, pois amou muito o seu segundo marido que foi muito bom para ela, deixando aquele casebre em seu nome! Viu o padre, um lindo homem alto de cabelos pretos curtos, pele branca, barba sempre feita, ele tirava suspiros das mulheres, aliás, de algumas mulheres que iam á igreja, pois as outras eram direitas e não enxergavam o padre como qualquer homem, mas sim um homem de Deus! Sorriu e falou: __Bom dia padre, entre, por favor! O homem andou elegantemente e subiu os degraus, entrou na casa sem moveis, se sentou num banco comprido, os dois começaram a conversarem sobre coisas da igreja! A moça entrou na sala e se sentou no outro banco junto da sua mãe que a olhou e voltou a olhar para o padre, falou: __Padre, esta é a minha filha Ludmila! Ele olhou para a jovem e lhe sorriu, a moça corou o rosto, a mãe falou: __Minha filha é uma moça muito direita, educada, bondosa e muito bonita padre Hugo! O homem a olhou, não se sentiu á vontade, falou: __Sim, realmente é muito linda e educada dona Conceição! A jovem ficou mais envergonhada ainda, abaixou à cabeça, os dois mudaram de assunto, o padre falou: __Dona Conceição, eu fiquei sabendo que a senhora serve comida para as pessoas e que cobra muito barato, como ainda não tenho ninguém para fazer a minha comida, vou encomendar à senhora, só o almoço, eu quase não janto! A mulher sorriu feliz, falou: __Eu fico feliz em ouvir isso padre, pois estou começando agora e o senhor já é um bom freguês! O homem levantou, levou a mão á boca e tossiu educadamente, falou: __Bem, vou indo, pode me mandar hoje mesmo o almoço? A mulher levantou, tocou na mão do padre, se afastou um pouco e falou: __Sim padre, eu tenho que fazer também a marmita do Manuel do boteco, ele mora sozinho e não tem ninguém para fazer a sua comida e me encomendou, assim que Ludmila levar a marmita dele, ela também leva a do senhor! O padre falou: __Muito agradecido dona Conceição, amanhã trago o seu dinheiro! A mulher sorriu, falou: __Não precisa não padre, pode me pagar por mês, assim o dinheiro junta! O padre disse que sim e saiu, andando em direção da igreja, não queria pensar na linda moça, mas nunca viu tanta beleza numa só pessoa, nem nas moças da capital, pois veio de São Paulo para dar missas naquele lugar muito pequeno de duas ruas, era bem distante de tudo, as pessoas compravam tudo que precisavam no boteco do Manuel, do lado do boteco, tinha uma farmácia que também era dele, quase não tinha moça ali, só três moças, as outras duas eram feias, só Ludmila que era bela! Mas era um padre, devia respeito á jovem e a todas as pessoas daquele lugarzinho, que o recebeu com muito carinho e amor! Subiu a rua e entrou na casa da igreja! Mais tarde ouviu a porta bater, andou até a porta da casa da igreja, sentiu antes de abrir a porta, um cheiro gostoso de comida! Abriu a porta, viu a linda moça em pé com a marmita embrulhada num pano de prato branco, nas mãos delicadas da moça, ela o olhou e sorriu: __Padre, aqui está a sua comida! Ele levantou as mãos e pegou na marmita, sentiu os seus dedos tocarem nos dedos dela, ela fez de propósito, tocou deslizando os dedos nos deles, ele afastou rapidamente as mãos como se assustasse, tentou sorrir e falou: __Muito obrigado Ludmila, mais tarde levo a marmita e o pano de prato! A moça sorriu sorriso provocante, falou: __Precisa levar não Hugo, eu mesmo venho á tarde e pego! Ele parou de sorrir forçado, ela disse só o seu nome como se tivesse muita i********e com ele, sorriu e virou o corpo andando levemente como se fosse voar, não andar! Ele a olhou pelas costas, o bumbum muito grande e empinado, os s***s firmes e fartos, a pele alva e delicada sem cicatriz o que era normal se tivesse, pois morava num lugar pequeno, bruto e distante de tudo, ali só tinha casinhas muito pobres, currais e animais andando pelas ruas quase desertas de terra! Voltou e fechou a porta, sabia que ela se interessou por ele e o provocava, mas era um padre e lhe devia respeito e á todos! A moça se sentou na calçada, comia um pedaço do pão feito pela mãe, olhou para o céu estrelado com uma enorme lua iluminando tudo, bebeu café do caneco, olhou para a igreja, voltou a olhar para as casas pobres á frente da sua casa, um burro amarrado num poste á frente de um casebre começou a soltar coices no homem que tentava subir no seu lombo, viu duas crianças brincando com dois bezerros logo á frente! A sua mãe gritou lá de dentro da cozinha: __Ludmila, você pegou a marmita com o pano de prato do padre Hugo? A moça olhou para a igreja e respondeu: __Não mãe, eu esqueci. Ela ouviu a mãe falar: __Então vai até lá e peque menina, amanhã tenho que mandar a sua comida, não tenho outras marmitas! A linda jovem levantou da calçada, vestia um longo vestido florido de alças, calçou os chinelos e desceu os degraus, andou até a igreja, bateu na porta da casa da igreja, esperou um tempo, a porta se abriu, o padre apareceu e se assustou ao vê-la ali, ela sorriu e falou: __Vim pegar a marmita! Ele olhou no relógio de pulso, ela entendeu, falou: __Eu me esqueci de pegá-la mais cedo, minha mãe me mandou pegá-la agora, pois não tem outras marmitas! Ele ficou muito nervoso, não a mandou entrar, entrou e pegou o pano de prato e a marmita na cozinha, já estava arrependido de fazer negocio com dona Conceição, irou o corpo e soltou um grito ao ver a moça em pé atrás dele! Ela com os olhos brilhantes pegou o pano de prato e a marmita, ia se virar para sair, mas voltou e beijou a boca do homem que se assustou mais ainda, a sentiu segurar na sua mão e a levantar, a levou até um dos seus s***s e a depositou ali, ele sem querer afagou o seio sobre o tecido do vestido, fechou os olhos e apertou a carne do seio! Sentiu a boca avermelhada na sua boca, beijou-a, não resistiu àquela boca macia de gosto de morango, esquecendo-se de que era um padre, que a moça estava nos dias perigosos da sua jovem vida, se entregou! Ele beijando-a, começou a abrir os botões do seu vestido, as mãos tremulas abrindo cada botão nervosamente, o vestido deslizou e caiu no chão de cimento branco, a boca dele devorou aquele par de s***s grandes, ela estava sem calçinha, à v***a com pelos negros, virou o seu corpo, ela segurou na mesa de madeira, ele levantou a batina, tirou o m****o de dentro da calça, aproximou da v****a e começou a penetrá-la, mesmo percebendo que rompia a virgindade da moça, continuou, ela gemia de dor e de prazer, sentindo as duas mãos nos s***s, enquanto ele a possuía por trás beijando as suas costas, pescoço e boca! Ela vestiu o vestido, ele fechou a calça e desceu a batina, pegou a marmita e o pano de cima da mesa e começou a andar em direção da porta, o padre Hugo, viu a moça começar á chorar baixinho, pareceu se arrepender do que acabou de fazer, foi ai que caiu em si do que acabou de cometer, se arrependeu, viu a moça andar devagar e chorando até a porta, não se virou, correu para a sua casa! O padre Hugo se sentou numa cadeira de madeira, olhou para a Bíblia em cima da mesa, apegou-a e começou a orar, pediu perdão pelo que acabou de fazer, teve muito medo do que podia acontecer se ela contasse para a mãe ou para alguém do que ele tinha feito com ela!Podia até acusá-lo de
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