Rosetta sentia o coração acelerar conforme a noite avançava. Ela sabia que mais cedo ou mais tarde, o Rei Draven a chamaria para satisfazê-lo. O pensamento da primeira vez a assombrava, enchendo-a de medo e apreensão. Ela nunca imaginara que sua vida a levaria a tal destino, a se tornar uma concubina nas mãos de um vampiro impiedoso.
Enquanto a noite caía sobre a mansão, Rosetta se encontrou em seu quarto, cercada pela escuridão e pelo silêncio. Ela se sentou na beira da cama, seu coração pesado de preocupação. Ela sabia que não podia escapar do destino que a aguardava, que teria que enfrentar o Rei Draven mais cedo ou mais tarde.
Rosetta fechou os olhos, tentando afastar os pensamentos sombrios que a assaltavam. Ela se perguntava o que a esperava na cama do Rei Draven, o que ele faria com ela uma vez que estivessem sozinhos. Ela tremia só de pensar nisso, seu corpo tenso de medo e ansiedade.
Foi então que ela se lembrou da concubina mais amável do harém, Elena. Rosetta sabia que Elena tinha sido a concubina do Rei Draven por mais tempo do que qualquer outra, que ela teria experiência e sabedoria para compartilhar.
Decidida a buscar consolo e orientação, Rosetta se levantou da cama e saiu do quarto. Ela se moveu silenciosamente pelos corredores escuros da mansão, sua mente girando com uma mistura de esperança e apreensão.
Finalmente, ela chegou ao quarto de Elena e bateu suavemente na porta. Não demorou muito para que a concubina mais amável do harém a recebesse com um sorriso caloroso.
"Rosetta", disse Elena, sua voz suave e gentil. "O que a traz aqui esta noite?"
Rosetta entrou no quarto e se sentou na beira da cama, sua mente repleta de dúvidas e preocupações. Ela olhou para Elena com olhos suplicantes, esperando encontrar alguma orientação em meio ao caos que a cercava.
"Elena", começou Rosetta, sua voz tremendo ligeiramente. "Eu... Eu preciso de sua ajuda. Preciso de conselhos sobre... sobre o Rei Draven."
Elena inclinou a cabeça, seu olhar compassivo enquanto estudava Rosetta com cuidado. Ela sabia que a jovem concubina estava lutando com seus próprios demônios, que ela precisava de apoio e orientação para enfrentar os desafios que viriam.
"Diga-me, Rosetta", disse Elena, sua voz suave e gentil. "O que está te preocupando?"
Rosetta engoliu em seco, sua mente girando enquanto tentava encontrar as palavras certas. Ela sabia que não podia revelar todos os seus medos e preocupações, mas esperava encontrar alguma orientação em meio ao caos que a cercava.
"Eu... Eu estou com medo da primeira vez", confessou Rosetta, sua voz quase um sussurro. "Eu não sei o que esperar, o que ele vai fazer comigo."
Elena assentiu com compreensão, sua expressão gentil enquanto estendia a mão para Rosetta. Ela segurou a mão da jovem concubina com delicadeza, transmitindo conforto e apoio em meio à escuridão que a cercava.
"Eu sei que é assustador, Rosetta", disse Elena, sua voz suave e reconfortante. "Mas você não está sozinha. Eu estarei aqui para você, para te guiar e te apoiar em cada passo do caminho."
Rosetta se sentiu um pouco mais calma ao ouvir as palavras de Elena, seu coração pesado de gratidão. Ela sabia que teria que enfrentar o Rei Draven mais cedo ou mais tarde, mas agora se sentia um pouco mais preparada para o desafio que viria.
Enquanto ela se preparava para enfrentar o que o futuro reservava, Rosetta sabia que teria que confiar em sua própria coragem e determinação para superar os obstáculos que encontraria. Com Elena ao seu lado, ela sabia que não estava sozinha, que juntas poderiam enfrentar qualquer desafio que o destino lançasse em seu caminho.
E assim, a jornada de Rosetta sob o domínio do Rei Draven continuava, sua coragem e determinação sendo fortalecidas a cada passo do caminho.