Noite tensa

1273 Words
Rosetta encontrou-se mergulhada em um turbilhão de emoções enquanto se preparava para sua nova vida como concubina do Rei Draven. Ela passou os dias seguintes aprendendo os rituais e protocolos do harém, enquanto lutava para se adaptar ao seu novo papel sob o domínio do Monstruoso Mestre. Cada dia era uma batalha para Rosetta, uma luta para manter sua dignidade e resistir à c***l dominação do rei vampiro. Ela se encontrava constantemente nos extremos da servidão e da rebelião, seu coração dividido entre o desejo de sobreviver e a necessidade de preservar sua própria humanidade. Enquanto isso, as outras concubinas continuavam a ser uma presença constante em sua vida, cada uma delas trazendo consigo seus próprios desafios e intrigas. Lilith, com sua sedução calculada, Seraphina, com sua elegância fria, Ravena, com sua bravura implacável, Isolde, com seus segredos sombrios, e Elena, com sua gentileza desconcertante, todas elas contribuíam para a complexidade do harém do Rei Draven. Mas apesar dos perigos e desafios que enfrentava, Rosetta não estava sozinha em sua luta. Ela encontrou aliados improváveis entre os servos e criados da mansão, aqueles que compartilhavam sua determinação de resistir à tirania dos vampiros e encontrar uma maneira de escapar de seu domínio opressivo. Enquanto os dias se transformavam em semanas e as semanas se transformavam em meses, Rosetta se viu mergulhada em uma luta desesperada pela sobrevivência. Ela sabia que o caminho à sua frente seria difícil e perigoso, mas estava determinada a enfrentar o desafio de frente, não importando o custo. E assim, a jornada de Rosetta sob o domínio do Rei Draven continuava, sua coragem e determinação sendo testadas a cada passo do caminho. Ela sabia que o futuro era incerto, cheio de perigos e adversidades, mas estava determinada a enfrentar o que viesse com a cabeça erguida e o coração valente. A Sombra da Revolta À medida que os dias passavam, Rosetta sentia uma crescente inquietação se instalando entre os servos e criados da mansão. As murmurações de descontentamento ecoavam pelos corredores, alimentadas pelo desejo ardente de liberdade e justiça. Rosetta se viu no centro desse turbilhão de emoções, seu coração dividido entre o desejo de se juntar à revolta e o medo das consequências terríveis que poderiam advir. Ela sabia que a rebelião era perigosa, que desafiar o domínio dos vampiros era um convite para a morte certa. Mas também sabia que não podia ficar de braços cruzados enquanto o Rei Draven e seus seguidores oprimiam e exploravam aqueles que não tinham voz. E assim, Rosetta começou a se mover nas sombras, buscando aliados entre os servos e criados da mansão. Ela encontrou apoio entre aqueles que compartilhavam sua coragem e determinação, aqueles que estavam dispostos a arriscar tudo em nome da liberdade e da justiça. Juntos, eles traçaram planos para a revolta, planejando cada passo com cuidado e precisão. Eles sabiam que o desafio seria difícil e perigoso, mas estavam dispostos a enfrentar o risco em nome de um futuro melhor. Enquanto isso, as tensões continuavam a aumentar dentro da mansão, com os vampiros cada vez mais conscientes da crescente insatisfação entre seus servos. O Rei Draven estava determinado a manter seu domínio sobre o harém a qualquer custo, disposto a esmagar qualquer tentativa de rebelião com uma crueldade impiedosa. Mas Rosetta e seus aliados não seriam facilmente dissuadidos. Eles estavam dispostos a lutar até o fim por sua liberdade, mesmo que isso significasse enfrentar o poderoso Rei Draven e seus seguidores implacáveis. Enquanto a sombra da revolta pairava sobre a mansão, Rosetta se preparava para o confronto que viria. Ela sabia que o futuro era incerto e perigoso, mas estava determinada a lutar por aquilo em que acreditava, não importando o custo. E assim, a jornada de Rosetta para a liberdade continuava, sua coragem e determinação sendo testadas a cada passo do caminho. Ela sabia que o desafio à sua frente era imenso, mas estava disposta a enfrentá-lo com a cabeça erguida e o coração valente. O Encontro no Quarto do Rei O sol se pôs lentamente sobre a mansão, lançando uma luz dourada através das janelas enquanto a noite se aproximava. Rosetta sentiu um calafrio percorrer sua espinha quando recebeu o convite do Rei Draven para um encontro particular em seu quarto. Ela sabia que não podia recusar, não sem levantar suspeitas sobre suas verdadeiras intenções. Com o coração pesado de apreensão, Rosetta seguiu pelo corredor escuro em direção ao quarto do rei, sua mente girando com uma mistura de medo e expectativa. Ela se perguntava o que o Rei Draven queria dela, por que ele a havia escolhido para esse encontro particular. Ao entrar no quarto do rei, Rosetta ficou momentaneamente surpresa com a opulência e o esplendor que a rodeava. As paredes estavam cobertas de seda escura e tapeçarias intricadas, enquanto móveis elegantes e velas perfumadas adicionavam um toque de luxo ao ambiente. O Rei Draven estava sentado em uma cadeira de ébano perto da janela, seus olhos vermelhos brilhando na escuridão. Ele se levantou quando viu Rosetta entrar, sua expressão impassível enquanto a observava se aproximar. "Rosetta", disse ele, sua voz suave e sinistra. "Estou feliz que você tenha vindo." Rosetta engoliu em seco e se curvou diante do rei, seus olhos baixos em sinal de respeito. Ela sentia a presença do rei pairando sobre ela, sua aura de poder e perigo enchendo o quarto. "Meu senhor", murmurou ela, sua voz trêmula. O Rei Draven se aproximou dela lentamente, seus olhos fixos em seu rosto. Ele parecia estudá-la, como se estivesse tentando decifrar seus segredos mais profundos. "Você é diferente das outras concubinas", disse ele, sua voz baixa e contemplativa. "Você não é como elas." Rosetta sentiu um arrepio percorrer sua espinha enquanto as palavras do rei afundavam. Ela sabia que não podia revelar suas verdadeiras intenções, não sem colocar em risco sua própria vida. "Eu... Eu apenas tento servir da melhor forma possível, meu senhor", respondeu ela, seus olhos desviando-se dos dele. O Rei Draven assentiu com satisfação, como se estivesse satisfeito com sua resposta. Ele se aproximou ainda mais dela, seu olhar penetrante enquanto ele a estudava. "Quero saber mais sobre você, Rosetta", disse ele, sua voz baixa e perigosa. "Quero saber de onde você veio, o que a trouxe até aqui." Rosetta engoliu em seco, sua mente girando enquanto tentava pensar em uma resposta adequada. Ela sabia que não podia revelar sua verdadeira identidade, não sem colocar em risco tudo pelo qual havia lutado. "Eu... Eu vim de uma vila distante, meu senhor", começou ela, suas palavras cuidadosamente escolhidas. "Minha família foi... foi morta pelos vampiros. Eu fui capturada e trazida para cá como uma escrava." O Rei Draven pareceu considerar suas palavras por um momento, seu olhar impassível enquanto ele a estudava. Então, lentamente, ele assentiu com a cabeça, como se estivesse satisfeito com sua resposta. "Entendo", disse ele, sua voz suave e sinistra. "Você pode partir agora, Rosetta. Mas lembre-se, estarei de olho em você." Rosetta se curvou diante do rei e se retirou do quarto, seu coração batendo forte em seu peito enquanto ela se afastava. Ela sabia que o Rei Draven estava longe de confiar nela completamente, que sua desconfiança continuaria a pairar sobre ela como uma sombra escura. Enquanto ela voltava para seu próprio quarto, Rosetta se perguntava o que o futuro reservava para ela. Ela sabia que teria que ser mais cuidadosa do que nunca, que cada movimento que fazia seria observado de perto pelo Rei Draven e seus seguidores. E assim, a jornada de Rosetta sob o domínio do Rei Draven continuava, sua coragem e determinação sendo testadas a cada passo do caminho.
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