Um Dia na Vida de Rosetta

814 Words
Um Dia na Vida de Rosetta O sol nascia lentamente sobre a vila, lançando uma luz pálida sobre os destroços deixados pela invasão dos vampiros. Rosetta se levantou de sua cama improvisada, sentindo o peso do sono ainda pesando em suas pálpebras. Ela olhou ao redor do quarto escuro, lembrando-se dos eventos da noite anterior. Enquanto se vestia, Rosetta podia ouvir o som distante de atividade vindo do andar de baixo da mansão. Ela sabia que os vampiros estavam acordados, preparando-se para mais um dia de dominação e crueldade. Descendo as escadas, Rosetta passou por corredores escuros e salões sombrios, cada passo ecoando no silêncio opressivo. Ela encontrou as outras concubinas reunidas na sala principal, cada uma delas envolvida em suas próprias tarefas. Lilith estava sentada em um sofá de veludo vermelho, seu olhar afiado varrendo a sala em busca de intrusos. Seraphina estava de pé perto da janela, observando o mundo lá fora com uma expressão pensativa em seu rosto elegante. Ravena estava afiando uma faca com movimentos rápidos e precisos, sua determinação evidente em cada gesto. Isolde estava em um canto escuro da sala, seus olhos fixos em um ponto distante, como se estivesse perdida em seus próprios pensamentos sombrios. E Elena estava sentada perto da lareira, suas mãos habilidosas trabalhando em uma peça de bordado, seu rosto tranquilo contrastando com o caos ao seu redor. Rosetta se juntou a elas, seu coração apertado de ansiedade enquanto esperava pelo retorno do Rei Draven. Ela sabia que ele logo apareceria, exigindo sua obediência e submissão como sempre fazia. Mas desta vez, Rosetta estava determinada a não ceder à sua vontade tão facilmente. Enquanto as horas passavam, o clima tenso na sala só aumentava. Rosetta observava as outras concubinas com cautela, tentando decifrar suas motivações e intenções ocultas. Ela sabia que não podia confiar nelas, não importa o quão amigáveis ou simpáticas parecessem. Finalmente, o som de passos pesados ecoou pelo corredor, anunciando a chegada do Rei Draven. Rosetta sentiu um arrepio percorrer sua espinha enquanto ele entrava na sala, sua presença dominadora enchendo o espaço ao seu redor. Ele olhou para Rosetta com seus olhos vermelhos brilhantes, seu olhar frio e impiedoso. Ela se forçou a manter a cabeça erguida, seu coração batendo forte em seu peito enquanto esperava por suas ordens. "Rosetta", disse ele, sua voz baixa e ameaçadora. "Venha comigo." Rosetta engoliu em seco e se levantou, seu corpo tenso de apreensão. Ela seguiu o Rei Draven para fora da sala, suas pernas tremendo ligeiramente com o medo. O que o Rei Draven tinha reservado para ela naquele dia, Rosetta não podia dizer. Mas uma coisa era certa: sua vida estava nas mãos do Monstruoso Mestre, e ela teria que lutar com unhas e dentes para sobreviver sob seu domínio implacável. Sob o Domínio do Rei Rosetta seguiu o Rei Draven pelos corredores sombrios da mansão, seu coração martelando em seu peito enquanto tentava antecipar o que estava por vir. Ela sentia os olhos dos outros vampiros sobre ela enquanto passavam, cada um deles emitindo uma aura de poder e perigo. Finalmente, eles chegaram a uma porta dupla no final do corredor, guardada por dois vampiros imponentes. Os guardas se afastaram quando o Rei Draven se aproximou, as portas se abrindo silenciosamente para revelar uma sala opulenta e sombria além. Rosetta entrou na sala atrás do rei, seu coração acelerando quando viu o que estava dentro. A sala estava decorada com tapeçarias escuras e móveis elegantes, cada peça exalando uma sensação de luxo e poder. No centro da sala, havia um trono de ébano, onde o Rei Draven se sentou com graça e majestade. Rosetta se curvou diante do trono, seus olhos baixos em sinal de respeito. Ela sentia a presença do rei pairando sobre ela, seu olhar penetrante como o de uma fera observando sua presa. "Rosetta", disse o Rei Draven, sua voz ecoando pela sala. "Você foi escolhida para um propósito especial." Rosetta engoliu em seco, sua mente girando com uma mistura de medo e expectativa. Ela sabia que não podia recusar o pedido do rei, não sem sofrer as consequências terríveis. "Sim, meu senhor", murmurou ela, sua voz tremendo ligeiramente. O Rei Draven assentiu com satisfação, seus olhos brilhando com uma luz predatória. Ele estendeu a mão para Rosetta, seus dedos frios tocando o queixo dela com delicadeza possessiva. "Você servirá a mim e apenas a mim", disse ele, sua voz baixa e perigosa. "Você será minha concubina, minha serva, minha propriedade." Rosetta sentiu um calafrio percorrer sua espinha enquanto as palavras do rei afundavam. Ela sabia que sua vida nunca mais seria a mesma, agora que estava sob o domínio implacável do Rei Draven. Enquanto ela se preparava para enfrentar os desafios que viriam, Rosetta sabia que teria que lutar com todas as suas forças para manter sua própria humanidade intacta sob o jugo do Monstruoso Mestre.
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