Pele na Pele

1454 Words
Dante sobe para o quarto onde Selena está, chegando lá Selena está tomando banho e sai do banheiro sem saber que Dante está lá. Em questão de segundos percebe que Dante está ali e sua toalha acaba caindo deixando a despedida . Dante não consegue ignorar as curvas que agora acabou de ver. Desperta-lhe um desejo profundo. Enquanto Selena se abaixa para pegar a toalha rapidamente Dante se aproxima, ao levantar-se Dante a agarra aproximando sua boca dá de Selena. Selena suspira forte nervosa e o desejando - Não deveríamos fazer isso - disse aproximando sua boca da dele querendo beijá-lo Dante agarra forte sua cintura, e cravando suas unhas na pele de Selena fazendo-a arrepiar. - Por que não? Somos livres. Você não quer? - Quero, mas receio que isso nos atrapalhe. - Diz Selena na ponta dos pés segurando a toalha com as mãos - Não terá problema algum - Nesse momento Dante beija Selena fortemente como se fosse a devorar, segurando seu pescoço com a mão esquerda enquanto segura sua cintura com a direita. Selena no calor do momento solta sua toalha e o agarra. Em questão de segundos Dante a jogou na parede e deslizou sua boca sobre o corpo de Selena, passando pelo pescoço, depois descendo até os s***s onde brinca com eles. Enquanto Selena revira os olhos de prazer. Sua língua desliza até a barriga descendo rapidamente até onde o ponto mais importante do corpo de Selena é ativado fazendo-a respirar mais rápido sendo quase impossível não gritar de tanto prazer. - oh Dante... - sussurrou Selena quase sem voz Em questão de segundos, Selena é jogada em cima da cama sob os lençóis de seda de cor marfim. Mordendo os lábios enquanto se inclina para trás segurando o lençol com força. Dante se inclina com força sobre ela segurando suas coxas. Seus movimentos com a cintura são intensos como se fosse um campeão de bambolê. Entre momentos leves e profundos, ele não hesita em ir além, selena é virada de costas, é segurada pelos cabelos enquanto relaxa, a sensação é de poder absoluto, prazer e esplendor. Entre gemidos e sussurros as paredes ouvem e guardam o segredo. Após o ato intenso e profundo, os dois deitam lado a lado, silenciosos, encarando o teto e refletindo sobre o que acabou de acontecer. Nada além de desejo poderia nascer dali. Amor não tem espaço — isso está fora de questão. Selena suspira fundo e se levanta, indo em direção ao banheiro num movimento apressado, embora tente disfarçar. Ao entrar, leva as mãos à cabeça, tentando entender o que acabou de fazer. Mesmo que negue, o sentimento por Dante é muito mais do que simples atração. A sensação de perder o controle a sufoca. Ela encara o próprio reflexo no espelho e murmura: — O que estou fazendo? Esse romance deveria ser de mentira… e vai ser de mentira! Eu não posso me apaixonar. Respira fundo e entra na banheira. Depois do banho, retorna ao quarto. Enquanto se enxuga, percebe Dante sentado na cama, observando-a em silêncio. Ele pergunta, fixando o olhar nela: — Aconteceu alguma coisa? Selena o encara firme. — Precisamos deixar algo claro. Esse romance é fictício. E seja lá o que aconteceu hoje… fica aqui. Acaba aqui. Dante ri, num tom de deboche. — Está com medo de se apaixonar por mim? — provoca, levantando-se e se aproximando dela. Selena, irritada, joga a toalha sobre a cama. — Não. Estou sendo profissional. Só estou deixando claras as minhas intenções. O que começa errado, termina errado. Agora, vou dormir. Ela se vira, tentando encerrar o assunto. Dante fica parado, imóvel, digerindo cada palavra, até que enfim segue em silêncio para o banheiro. A noite de sono foi longa e desconfortável para os dois. A brisa batia forte nas cortinas do quarto — Selena de um lado, Dante do outro. O que havia começado como uma noite intensa, agora se transformava num drama caótico, capaz de colocar tudo a perder. O falso romance que os unia estava por um fio, ainda mais com a mãe de Dante desconfiando da relação. Se não se mantivessem em perfeita sintonia, toda a farsa iria por água abaixo. Mas a preocupação de Selena não era só com Dante. Havia também Lorenzo — a presença dele a impedia de pensar com clareza. Dividida entre o passado e o presente, entre o certo e o errado, Selena enfrentava um turbilhão de emoções. E enquanto ela tentava se recompor, a mãe de Dante tramava em silêncio, decidida a colocar Sal na presidência da empresa, custe o que custar. Dante acordou cedo. Ao virar para o lado, percebeu que Selena já não estava ali. Levantou-se, foi direto para o banheiro e, depois de um banho quente, escolheu um blazer azul-escuro. Enquanto ajustava a gravata diante do espelho, sua mente vagava pela noite anterior. O que sentia por Selena era real — mas como contar a ela, se as circunstâncias que os aproximaram eram tudo, menos normais? Não era o momento. Era cedo demais. Ela nunca acreditaria que seus sentimentos eram verdadeiros. O melhor seria manter tudo sob controle, pelo menos até seus pais deixarem de desconfiar. Ao descer as escadas, encontrou a mãe na sala. — Filho, sente-se para tomar café — disse ela, com aquele tom doce, porém curioso. Dante, segurando a pasta, respondeu apressado: — Não posso, mãe. Tenho uma reunião importante. — E deu um beijo rápido na bochecha dela antes de sair. — E Selena? Ela não vai descer? — perguntou a mãe, confusa, vendo o filho sair pela porta sem responder. Enquanto isso, Selena estava em casa, se arrumando para o trabalho, quando o celular vibrou. Uma chamada de vídeo de sua amiga Vittoria. — Ei! — reclamou Vittoria assim que a ligação conectou. — Você esqueceu que tem amiga e uma loja? O que tá acontecendo? Selena suspirou. — Vi… é muita coisa acontecendo. Me desculpa, amiga. — Desde que você saiu com aquele tal de Lorenzo, não é mais a mesma! — disse Vittoria, arqueando a sobrancelha. — Vocês estão namorando? — Não! — respondeu Selena, firme. — A verdade é que Lorenzo é um lobo em pele de cordeiro. Quando eu for aí, te conto tudo, tá? — Tá bom, vou esperar. — Vittoria cruzou os braços e encerrou a chamada. Selena pegou a bolsa e foi até a porta. Mas, ao abrir, deu de cara com Dante. — O que está fazendo aqui? — perguntou surpresa. — Fiquei preocupado. Você saiu sem avisar. — Não sabia que precisava avisar. — respondeu, seca. — Temos um acordo, Selena. Claro que precisa avisar. — Tudo bem. Da próxima vez eu aviso. Agora, preciso ir trabalhar. Com licença. — disse, fechando a porta com firmeza. Dante ficou ali, parado, sem saber o que dizer. — Eu não quero que as coisas fiquem estranhas por causa de ontem. Se eu soubesse que você se sentiria m*l, não teria insistido. Selena soltou uma risada curta. — “m*l”? Dante, eu quis. Sou responsável pelas minhas escolhas. Isso não tem nada a ver com arrependimento. Só com limites. — respondeu com firmeza. Antes que ele pudesse dizer algo, ela desceu as escadas apressada, entrando no táxi sem olhar para trás. Dante ficou ali, parado na calçada, observando-a se afastar. Selena, dentro do carro, manteve o olhar fixo à frente — decidida, fria, focada em cumprir o acordo. Selena suspirou forte em seguida se levantou indo em direção ao banheiro em uma pressa quase imperceptível. Ao entrar no banheiro leva as mãos sobre a cabeça se perguntando o que acabara de fazer, mesmo que tente negar o sentimento por Dante é muito mais que desejo, a sensação de perder o controle está lhe sufocando. Enquanto olha seu reflexo no espelho sussurra - o que estou fazendo? esse romance deveria ser de mentira, e vai ser de mentira! não posso me apaixonar. Suspira forte e vai para a banheira tomar seu banho, após o banho volta para o quarto, enquanto se enxuga Dante a espera sentado na cama, lhe olha fixamente e a pergunta se tem algo errado, selena olha fixamente para Dante enquanto fala - Precisamos deixar algo claro, esse romance é fictício, e seja lá o que aconteceu hoje fica aqui! e acaba aqui Dante rir de deboche - está com medo de se apaixonar por mim? disse enquanto se aproximava. Selena furiosa lhe responde enquanto desiste de secar o cabelo com a toalha - Não, estou sendo profissional. Deixando claro minha intenção, o que começa errado, termina errado. Vou dormir Enquanto se prepara para dormir, Dante fica em pose de estátua confuso e em seguida vai em direção ao banheiro.
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