O silêncio após a entrega parecia quase sagrado. Sophia repousava sobre o peito de Alexander, sentindo o coração dele pulsar sob sua pele ainda quente. O aroma do sexo pairava no ar como um lembrete do que haviam acabado de viver — selvagem, intenso, inevitável. Mas havia algo além do prazer. Uma urgência. Um pressentimento. Alexander acariciava seus cabelos com a ponta dos dedos quando o celular dele vibrou sobre a mesinha. Ambos se sobressaltaram. Sophia se ergueu, puxando o lençol sobre o corpo. O olhar dele escureceu ao ver o nome na tela: Christian. — Atende — ela disse, firme. Alexander hesitou, depois deslizou o dedo sobre a tela e levou o celular ao ouvido. A voz do outro lado era baixa, mas audível o suficiente para que Sophia captasse algumas palavras. — ...não posso manter

