n***o narrando A explosão do primeiro caveirão foi grande, mas ainda tinha o segundo. O rádio começou a pipocar nas minhas mãos, informações desencontradas, menor gritando que os homem já tinham subido, outros avisando que o segundo caveirão tava avançando. Respirei fundo arrumando o colete. — Bora, c*****o, precisamos derrubar o outro. — gritei pros vapores que estavam perto. O olhar deles era uma mistura de adrenalina e pavor. E eu sabia bem: se não tiver alguém pra manter firmeza, o bagulho desanda. Desci correndo até o ponto que dava pra ver. O som do outro caveirão se aproximando é um dos piores que existem. Aquele motor roncando pesado, o aço engolindo bala como se fosse nada, e a tropa vindo atrás com escudo, gás, granada, tudo. O morro inteiro treme quando essa p***a vem. Peg

