Despedida na Superação

1109 Words
O cheiro de ferro e suor da Superação parecia diferente naquela noite. Talvez fosse o pressentimento de que aquele treino seria o último ali. Depois da experiência na Selfit, a cabeça de Heitor e Maria ainda girava com a ideia de mudança — o ambiente novo, a energia diferente, e, claro, a presença marcante de Ana, a embaixadora. Mas nada disso diminuía o vínculo que tinham com a velha academia. Era ali que o Projeto Quente tinha começado — e ele queria encerrar esse ciclo do jeito que só eles sabiam fazer. Maria alongava-se perto dos espelhos, amarrando o cabelo em um coque alto. O top vinho colava ao corpo, e Heitor não conseguiu disfarçar o olhar. — Você reparou como o treino fluiu melhor naquela outra academia? — ela perguntou, se inclinando pra alongar os tornozelos. — Reparei — respondeu, com um sorriso enviesado. — Principalmente no quanto você me deixou maluco fazendo agachamento. Ela riu, sem olhar pra ele. — Foco, atleta. Mas foco era exatamente o que ele estava perdendo. O treino começou normal, mas cada movimento tinha um segundo significado. As mãos se tocavam entre trocas de aparelho, os olhares demoravam mais que o necessário, o ar parecia carregado demais pra um simples dia de treino. A tensão s****l era quase visível no ar. A cada flexão de quadril, Maria fazia questão de empinar um pouco mais. A cada passada atrás de Heitor, ele "sem querer" deixava o volume na bermuda roçar nela. Durante o exercício de perna, Maria se deitou no aparelho, o corpo alinhado, a pele reluzente de suor. Heitor se abaixou ao lado dela, como quem ajusta o equipamento, mas o toque durou tempo demais. — Continua assim e a gente não vai nem terminar o treino — ela sussurrou, mordendo o lábio. — Quem disse que eu quero terminar aqui? O olhar dela respondeu antes das palavras. E foi ali que ele entendeu: estavam pensando a mesma coisa. O treino terminou rápido demais. As luzes da academia começavam a diminuir, e a movimentação já era pouca. Maria recebeu uma mensagem no celular — era Ana, perguntando se eles já tinham decidido sobre a troca. Ela digitou rápido: “Acho que vamos mudar de ambiente mesmo…” Heitor riu quando viu a notificação piscando. — Então é oficial. — Quase — respondeu ela, guardando o celular. — Falta só uma despedida. O corredor que levava aos vestiários estava silencioso. Um aviso de “manutenção” no feminino deixava o caminho livre. Heitor hesitou por um segundo, mas o olhar dela bastou. — Você tá maluca — murmurou. — E você adora isso. Eles entraram no vestiário masculino, e o barulho da porta se fechando pareceu selar um pacto. A sorte estava lançada. Maria subiu no banco de madeira, ficou de quatro, empinando a b***a na direção de Heitor. — "Me chupa, c*****o. Aqui. Agora." Ele se ajoelhou atrás dela, puxou a legging com força até os tornozelos e abriu a b***a com as duas mãos. A b****a já estava molhada, escorrendo. Ele começou com a língua afiada, passando do c******s até o cu, provocando, sugando com vontade. — "p**a que pariu, que delícia..." — ela gemeu, empinando mais, rebolando na boca dele. Heitor grudou os lábios no c******s, alternando lambidas rápidas e sucções profundas. A respiração dela virou gemido. O corpo tremia. Os joelhos vacilaram. — "Não para, p***a, tô gozando..." — ela gritou, sem vergonha nenhuma. O gosto dela invadiu a boca dele enquanto Maria gemia alto, sem se importar com mais nada. Heitor se levantou, a bermuda m já no chão, o p*u duro, pulsando. — "Vem aqui... quero mais," — ela disse, virando-se de frente, mas ele a puxou de volta e a colocou de pé, virada pra frente. — "Fica de pé. Quero fuder você vendo essa b***a balançar." Ele encaixou por trás, com força, as mãos cravadas na cintura dela. Começou a meter com vontade, cada estocada afundando mais fundo, batendo com força. — "Vai, Amor, me fode... mete tudo, caralho..." — ela gemia, a testa apoiada no armário. O barulho das peles se chocando ecoava. O ritmo aumentava. Heitor enfiava com raiva, com fome, com sede. O banco rangia, o vestiário abafado parecia pequeno demais pra tanto t***o. — "Goza pra mim de novo, Gostosa... goza na minha p**a" — ele urrava. E ela obedeceu. O corpo tremeu, os gemidos se tornaram soluços, a b****a apertou com força, latejando em volta do p*u dele. — "Aaah... porra... gozei... gozei de novo... caralho..." — ela sussurrou, virando o rosto de lado, os olhos fechados, o corpo entregue. Heitor saiu de dentro dela, prestes a explodir. — "Ajoelha," — ele ordenou. Maria virou, com o rosto suado, os olhos em chamas, e se ajoelhou. Ele se masturbava na frente dela, segurando a base do p*u com força. Foi nesse exato momento que a porta se abriu com um estalo. — "Porra... que p***a é ess—" O professor da academia, olhos arregalados, deu de cara com a cena: Maria de joelhos, nua da cintura pra baixo, com mel escorrendo pela b****a e prestes a receber uma g****a na boca; Heitor com o p*u na mão, o olhar fixo. O tempo congelou. Mas Heitor não parou. — "Abre essa boca, porra..." — ele murmurou, encarando o professor como quem desafiava. Maria abriu. E ele gozou. Forte. Longo. Os jatos acertaram a língua, os lábios, parte do rosto dela. O professor ainda tentou desviar os olhos, mas era tarde. A imagem já tava registrada. Silêncio. Heitor respirava fundo. Maria limpava os cantos da boca, sorrindo feito quem tinha acabado de ganhar um troféu. — "Acho que é oficial: vamos trocar de academia," — ela disse, olhando pro professor como se nada tivesse acontecido. Ele saiu calado, batendo a porta. — "Último treino na Superação... com final feliz," — Heitor disse, ajudando Maria a levantar, os dois rindo, sem um pingo de arrependimento. O silêncio depois foi quase cômico. Só o som do ar-condicionado e das respirações pesadas preenchia o espaço. Maria ajeitou o cabelo, ainda sorrindo, e o olhou pelo espelho. — Acho que agora sim podemos trocar de academia. Maria riu alto, prendendo o riso logo em seguida pra não chamar atenção. Eles saíram juntos, de mãos dadas, tentando parecer normais — mas o brilho nos olhos dos dois denunciava o contrário. Na saída, Heitor olhou pra trás, observando o letreiro verde iluminado da academia pela última vez. — Foi aqui que começou tudo — disse, em tom quase nostálgico. Maria encostou no carro e respondeu: — E é só o começo do que ainda vem pela frente.
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