O cheiro de ferro e suor da Superação parecia diferente naquela noite. Talvez fosse o pressentimento de que aquele treino seria o último ali.
Depois da experiência na Selfit, a cabeça de Heitor e Maria ainda girava com a ideia de mudança — o ambiente novo, a energia diferente, e, claro, a presença marcante de Ana, a embaixadora.
Mas nada disso diminuía o vínculo que tinham com a velha academia. Era ali que o Projeto Quente tinha começado — e ele queria encerrar esse ciclo do jeito que só eles sabiam fazer.
Maria alongava-se perto dos espelhos, amarrando o cabelo em um coque alto. O top vinho colava ao corpo, e Heitor não conseguiu disfarçar o olhar.
— Você reparou como o treino fluiu melhor naquela outra academia? — ela perguntou, se inclinando pra alongar os tornozelos.
— Reparei — respondeu, com um sorriso enviesado. — Principalmente no quanto você me deixou maluco fazendo agachamento.
Ela riu, sem olhar pra ele.
— Foco, atleta.
Mas foco era exatamente o que ele estava perdendo.
O treino começou normal, mas cada movimento tinha um segundo significado. As mãos se tocavam entre trocas de aparelho, os olhares demoravam mais que o necessário, o ar parecia carregado demais pra um simples dia de treino.
A tensão s****l era quase visível no ar. A cada flexão de quadril, Maria fazia questão de empinar um pouco mais. A cada passada atrás de Heitor, ele "sem querer" deixava o volume na bermuda roçar nela.
Durante o exercício de perna, Maria se deitou no aparelho, o corpo alinhado, a pele reluzente de suor. Heitor se abaixou ao lado dela, como quem ajusta o equipamento, mas o toque durou tempo demais.
— Continua assim e a gente não vai nem terminar o treino — ela sussurrou, mordendo o lábio.
— Quem disse que eu quero terminar aqui?
O olhar dela respondeu antes das palavras. E foi ali que ele entendeu: estavam pensando a mesma coisa.
O treino terminou rápido demais. As luzes da academia começavam a diminuir, e a movimentação já era pouca.
Maria recebeu uma mensagem no celular — era Ana, perguntando se eles já tinham decidido sobre a troca.
Ela digitou rápido: “Acho que vamos mudar de ambiente mesmo…”
Heitor riu quando viu a notificação piscando.
— Então é oficial.
— Quase — respondeu ela, guardando o celular. — Falta só uma despedida.
O corredor que levava aos vestiários estava silencioso. Um aviso de “manutenção” no feminino deixava o caminho livre. Heitor hesitou por um segundo, mas o olhar dela bastou.
— Você tá maluca — murmurou.
— E você adora isso.
Eles entraram no vestiário masculino, e o barulho da porta se fechando pareceu selar um pacto.
A sorte estava lançada.
Maria subiu no banco de madeira, ficou de quatro, empinando a b***a na direção de Heitor.
— "Me chupa, c*****o. Aqui. Agora."
Ele se ajoelhou atrás dela, puxou a legging com força até os tornozelos e abriu a b***a com as duas mãos. A b****a já estava molhada, escorrendo. Ele começou com a língua afiada, passando do c******s até o cu, provocando, sugando com vontade.
— "p**a que pariu, que delícia..." — ela gemeu, empinando mais, rebolando na boca dele.
Heitor grudou os lábios no c******s, alternando lambidas rápidas e sucções profundas. A respiração dela virou gemido. O corpo tremia. Os joelhos vacilaram.
— "Não para, p***a, tô gozando..." — ela gritou, sem vergonha nenhuma.
O gosto dela invadiu a boca dele enquanto Maria gemia alto, sem se importar com mais nada. Heitor se levantou, a bermuda m já no chão, o p*u duro, pulsando.
— "Vem aqui... quero mais," — ela disse, virando-se de frente, mas ele a puxou de volta e a colocou de pé, virada pra frente.
— "Fica de pé. Quero fuder você vendo essa b***a balançar."
Ele encaixou por trás, com força, as mãos cravadas na cintura dela. Começou a meter com vontade, cada estocada afundando mais fundo, batendo com força.
— "Vai, Amor, me fode... mete tudo, caralho..." — ela gemia, a testa apoiada no armário.
O barulho das peles se chocando ecoava. O ritmo aumentava. Heitor enfiava com raiva, com fome, com sede. O banco rangia, o vestiário abafado parecia pequeno demais pra tanto t***o.
— "Goza pra mim de novo, Gostosa... goza na minha p**a" — ele urrava.
E ela obedeceu. O corpo tremeu, os gemidos se tornaram soluços, a b****a apertou com força, latejando em volta do p*u dele.
— "Aaah... porra... gozei... gozei de novo... caralho..." — ela sussurrou, virando o rosto de lado, os olhos fechados, o corpo entregue.
Heitor saiu de dentro dela, prestes a explodir.
— "Ajoelha," — ele ordenou.
Maria virou, com o rosto suado, os olhos em chamas, e se ajoelhou. Ele se masturbava na frente dela, segurando a base do p*u com força.
Foi nesse exato momento que a porta se abriu com um estalo.
— "Porra... que p***a é ess—"
O professor da academia, olhos arregalados, deu de cara com a cena: Maria de joelhos, nua da cintura pra baixo, com mel escorrendo pela b****a e prestes a receber uma g****a na boca; Heitor com o p*u na mão, o olhar fixo.
O tempo congelou.
Mas Heitor não parou.
— "Abre essa boca, porra..." — ele murmurou, encarando o professor como quem desafiava.
Maria abriu. E ele gozou. Forte. Longo. Os jatos acertaram a língua, os lábios, parte do rosto dela. O professor ainda tentou desviar os olhos, mas era tarde. A imagem já tava registrada.
Silêncio.
Heitor respirava fundo. Maria limpava os cantos da boca, sorrindo feito quem tinha acabado de ganhar um troféu.
— "Acho que é oficial: vamos trocar de academia," — ela disse, olhando pro professor como se nada tivesse acontecido.
Ele saiu calado, batendo a porta.
— "Último treino na Superação... com final feliz," — Heitor disse, ajudando Maria a levantar, os dois rindo, sem um pingo de arrependimento.
O silêncio depois foi quase cômico. Só o som do ar-condicionado e das respirações pesadas preenchia o espaço.
Maria ajeitou o cabelo, ainda sorrindo, e o olhou pelo espelho.
— Acho que agora sim podemos trocar de academia.
Maria riu alto, prendendo o riso logo em seguida pra não chamar atenção.
Eles saíram juntos, de mãos dadas, tentando parecer normais — mas o brilho nos olhos dos dois denunciava o contrário.
Na saída, Heitor olhou pra trás, observando o letreiro verde iluminado da academia pela última vez.
— Foi aqui que começou tudo — disse, em tom quase nostálgico.
Maria encostou no carro e respondeu:
— E é só o começo do que ainda vem pela frente.