A chuva fina deixava o asfalto brilhoso quando Heitor e Maria reduziram o ritmo da corrida. O suor se misturava à água e à brisa morna de Recife. O corpo cansado ainda pulsava de adrenalina — e de algo que não era só exercício.
— Precisa de algo lá pra casa? — Heitor perguntou, ainda ofegante.
— Frutas e alguns legumes… — ela respondeu, prendendo o cabelo com as mãos. — O Verdfruit deve estar aberto.
O nome do hortifrúti soou banal, mas na cabeça de Heitor tudo parecia carregado de segundas intenções.
Ele entrou no carro com o corpo colado no banco e o pensamento preso nela: legging branca, top justo, pele corada.
O Verdfruit estava quase vazio, iluminado por lâmpadas amareladas. Maria caminhava entre as prateleiras com aquele jeito de quem sabe que está sendo observada.
Heitor empurrava o carrinho, disfarçando o volume óbvio sob o tecido molhado do short.
Ela pegou uma banana e olhou por cima do ombro, sorrindo com malícia.
— Vai querer uma dessa?
Heitor aproximou-se lentamente, a voz baixa e rouca.
— Quero você, com gosto de fruta na boca e suando como agora.
Maria sentiu o calor subir do estômago ao peito. A respiração acelerou de novo, e não era por causa da corrida.
Enquanto eles trocavam provocações baixas, uma voz conhecida surgiu atrás dos dois:
— Olha quem tá se alimentando direitinho!
Ana se aproximou com um sorriso confiante, o cabelo preso em um r**o alto e a jaqueta da Selfit ainda molhada da chuva.
— Vocês não param, hein? Corrida, treino… e agora feira fitness.
Maria riu, mas o riso veio forçado.
Heitor percebeu o olhar de Ana deslizando por ele antes de parar em Maria.
— Acho que um bom casal de treino precisa de energia — respondeu, tentando soar natural.
— Energia eu percebo que não falta — devolveu Ana, abrindo um morango e mordendo a ponta, devagar.
O gesto ficou no ar por um segundo.
Maria cruzou os braços, divertida e provocada.
— E você, vai levar o quê?
— Talvez bananas. Ou melões — disse Ana, piscando.
O casal teve uma troca de olhares que trazia um ciúme mútuo, Maria e Heitor sabem que é o jeito dela, mas esse jeito de Ana acaba sendo divertido, incômodo e excitante ao mesmo tempo.
Ana se despediu pouco depois, com um beijo rápido no rosto de cada um. O perfume dela ficou suspenso no ar.
Maria observou enquanto ela se afastava, os passos firmes e o quadril balançando em um ritmo que parecia de propósito.
— Ela te provoca, né? — Maria perguntou, sem encarar.
— Você também — ele respondeu, sincero.
A tensão entre os dois voltou com força. O riso que escapou de Maria quebrou o gelo, mas não apagou o fogo.
Ele pegou uma banana da prateleira, segurou pela ponta e olhou pra ela.
— Quer uma dessa madura?
Maria deu um passo à frente, com o olhar preso nele.
— Acho que prefiro provar uma que mata mais do que minha fome.
O silêncio seguinte dizia mais que qualquer palavra.
Disfarçadamente, ela o puxou para um dos corredores vazios, entre as maçãs e os tomates.
— Você tá me olhando assim desde a primeira hora de corrida. — sussurrou, colando o corpo ao dele. — Eu senti.
— Você sabe o quanto me provoca quando está com essa calça branca. O tecido colado no seu quadril... na sua bunda... — Ele passou a mão com firmeza pela curva das costas até a b***a, sentindo o tecido fino e úmido. — Tá molhada. Literalmente.
Ela arfou e mordeu os lábios.
— Sabe onde é o banheiro daqui?
Caminharam rápido, cheios de intenção. Entraram no banheiro individual e trancaram a porta atrás de si. As luzes brancas e o som baixo de música ambiente lá fora faziam o espaço parecer ainda mais íntimo.
Maria encostou-se à pia e olhou para Heitor. Seu corpo pequeno, de 1,51m, parecia ainda mais provocante diante dele. A pele branca estava levemente avermelhada, os s***s fartos subindo e descendo com a respiração. A legging marcada no quadril largo e a blusa justa deixavam pouco à imaginação.
— Tira essa blusa. Quero ver você— disse Heitor, se aproximando.
Ela obedeceu devagar, puxando a peça para cima e revelando um top justo que m*l segurava seus s***s. Heitor tirou a própria camisa e jogou no chão. Seus braços definidos e peito largo ofegavam. Os dois estavam no limite.
— Você não faz ideia de como eu esperei por isso o caminho inteiro — ela disse, passando os dedos pela cintura dele, descendo até a barra do short.
Heitor a beijou com urgência, colando os corpos suados. As línguas se procuraram com fome. Maria gemeu baixinho quando ele prensou o quadril dela contra a pia, deixando claro o quanto estava duro.
— Vira. — ele ordenou, a voz grave.
Ela se virou de costas, apoiando as mãos na pia. Heitor puxou a legging até os joelhos e se ajoelhou atrás dela. Maria era um espetáculo: a b***a empinada, redonda, se encaixava perfeitamente nas mãos dele.
— Sua b***a parece me chamar, Amor.
Ela riu, olhando-o pelo espelho.
— Então não faz cerimônia.
Ele passou a língua pela parte interna da coxa dela, saboreando o gosto salgado da pele suada. Subiu devagar, explorando com os lábios e os dedos. Maria gemeu alto quando ele chegou ao centro da sua b****a, lambendo com precisão, com a língua firme e os dedos abrindo caminho.
Ela rebolava sobre o rosto dele, gemendo, se apoiando com força na pia. Seus olhos fechados, os s***s balançando livres no top. O calor no banheiro aumentava.
— Para... — ela pediu, puxando Heitor pelos cabelos. — Quero você dentro de mim.
Heitor se levantou, tirando o short e a cueca de uma vez. O p*u latejava, grosso, brilhando com a própria excitação. Maria sentou-se na tampa do vaso e o puxou pela cintura.
— Quero cavalgar você.
Trocaram de lugar, ele se sentou, as pernas abertas, e ela subiu com agilidade. Posicionou-se e desceu devagar, soltando um gemido longo quando sentiu a p**a dele preenchê-la por completo.
— p***a, Maria... sua b****a é gostosa demais.
— É toda sua... só sua — ela sussurrou no ouvido dele.
Ela começou a cavalgar, firme, segura, com os joelhos apoiados nas coxas dele e as mãos nos ombros. Seus s***s escapavam do top a cada movimento, e os gemidos preenchiam o pequeno banheiro. Heitor segurava sua cintura com força, guiando os movimentos. O som molhado, o cheiro de suor, os corpos colados — tudo era puro instinto.
— Goza pra mim — ele pediu, ofegante. — Quero sentir você tremer.
Maria olhou dentro dos olhos dele e acelerou o ritmo, rebolando com mais força. Os gemidos ficaram mais altos, incontroláveis. De repente, o corpo dela enrijeceu, as coxas tremendo e o rosto contraído de prazer.
— Amor... tô... eu tô gozando... porraaa! — ela gemeu, enterrando as unhas nos ombros dele.
Ela gozou sentada, rebolando devagar enquanto sentia o prazer explodir por dentro. O mel escorria por suas coxas enquanto ela continuava cavalgando com movimentos suaves, aproveitando cada segundo da onda de prazer.
Heitor segurou firme seus quadris e se deixou levar.
— Vai gozar agora amor?,goza em mim... Disse Maria.
Ele gemeu alto e, com um último impulso, acabou saindo de dentro dela. O jato quente acertou a parte de trás da calça legging branca ainda abaixada. Ela sentiu o calor do sêmen espalhando-se sobre o tecido e riu, ofegante.
— Agora sim ficou marcada.
Eles ficaram ali, colados, respirando forte. Maria desceu devagar e se apoiou nos joelhos.
— Se eu soubesse que vir no Verdfruit rendia isso, tava comprando os legumes todo dia.
— p***a de legume, amor. Você é meu banquete inteiro.
Ela sorriu e o beijou de novo, ainda sentindo a pulsação do prazer ecoando pelo corpo.
— Só vamos precisar de uma boa desculpa pro segurança se ele perguntar por que a gente demorou tanto.
Heitor limpou o suor da testa com a camisa e deu de ombros, rindo.
— Diz que você tava vendo se a banana estava boa.
Depois de irem ao caixa, saíram do Verdfruit de mãos dadas, tentando manter a seriedade.
A chuva tinha parado, e o cheiro de terra molhada ainda pairava no ar.
Maria riu, ajeitando o cabelo.
— Acredita que depois dessa loucura, ainda acabei lembrando da Ana?
— p***a de Ana, amor. — Heitor sorriu. — Você é o que me interessa, só espero que ela não interesse a você.
Ela o puxou pela gola da camisa e o beijou de novo, rindo contra a boca dele.
O carro partiu devagar, deixando pra trás o letreiro iluminado do Verdfruit.
Entre risadas e respirações rápidas, Heitor pensou que talvez o Projeto Quente tivesse acabado de ganhar uma nova integrante — mesmo que nenhum dos dois quisesse admitir isso ainda.