O treino funcional tinha acabado, mas o corpo de Heitor ainda ardia. O suor escorria pelas costas, a respiração vinha pesada, e a sala parecia menor — como se o ar não fosse suficiente pros dois.
A playlist tinha parado, e o silêncio foi tomado pelo som dos batimentos acelerados e da água gelada no copo que ele segurava.
Maria apareceu na porta do quarto, a toalha sobre os ombros, o coque meio solto e o corpo brilhando sob a luz amarelada. A calça colada e o top justo ainda marcavam as curvas que o enlouqueciam.
— Giulia apagou mesmo — disse, sorrindo. — Nem se mexeu com a música alta.
Heitor a observava, os músculos ainda tensos do esforço.
— Melhor ainda… porque depois desse treino — ele disse, devagar — acho que preciso de um banho. E talvez de mais do que isso.
Maria arqueou a sobrancelha, provocante.
— Então vem. Vai ver como eu lavo direitinho os lugares certos.
O convite soou como uma sentença. Heitor largou a toalha, atravessou a sala e a seguiu até o banheiro.
Em poucos segundos, estavam no box, sob a água fria que escorria como um alívio sobre os músculos tensos. O barulho abafado do chuveiro preenchia o ambiente, criando uma bolha entre eles e o mundo lá fora.
A água fria caiu sobre os dois, fazendo o corpo estremecer antes de se adaptar à temperatura. O vapor subia, cobrindo os azulejos e criando uma névoa íntima.
Maria estava de costas, deixando a água escorrer por cada curva. O quadril largo, a cintura fina, os fios grudando no pescoço — tudo nela parecia hipnótico.
Heitor se aproximou, colando o corpo molhado no dela.
— Acho que fiz um bom treino e mereço uma recompensa — murmurou.
Ela virou devagar, os olhos acesos.
— Treinou direitinho, vou resolver isso.
Heitor apenas confirmou, já sentindo o coração acelerar. Maria ajoelhou-se no piso molhado do box, deixando a água escorrer pelo rosto e ombros. Com um sorriso malicioso, desceu a mão pela coxa dele até encontrar o p*u dele já meio ereto.
— Já tava com saudade disso aqui — ela sussurrou, olhando para cima antes de lamber a ponta com delicadeza.
Heitor respirou fundo quando sentiu a língua quente deslizando sobre a p**a. Ela alternava entre movimentos lentos e lambidas mais firmes, como se saboreasse. Aos poucos, foi colocando o p*u inteiro na boca, afundando com calma e prazer. Ele era grosso, quente, pulsando em sua boca. Os olhos de Maria se mantinham fixos nele, enquanto ela chupava com vontade, gemendo baixinho, criando aquele som molhado e hipnótico.
— p***a, Amor... — ele gemeu, segurando os cabelos dela. — Isso... assim...
A água batia forte, misturando-se ao som das respirações e dos corpos que se buscavam sem hesitar.
Heitor segurou a nuca dela, e Maria o encarou com um sorriso quase c***l.
— Você é viciado nisso — disse ela, mordendo o lábio.
— Em sentir prazer ao seu lado? — ele respondeu. — Totalmente.
A resposta veio com outro toque, outro arrepio.
Cada movimento, cada respiração era pura combustão.
Ela alternava a sucção com leves batidas da língua no freio da glande, sentindo o p*u dele latejar contra o céu da boca. O ritmo aumentava conforme a respiração dele ficava mais pesada.
— Para... senão vou gozar na sua boca — ele avisou, puxando ela para cima com firmeza.
Ela riu, mordendo o lábio, os olhos brilhando de desejo.
— Então me vira.
Heitor a virou de costas, colando o corpo molhado no dela. A pele quente, o som da água, o desejo iminente... tudo criava uma atmosfera de t***o crua e íntima. Ele passou a mão pela cintura dela, desceu até os quadris e depois para a b***a redonda, onde fez questão de apertar com força.
Ela apoiou as mãos na parede do box, empinando ainda mais. Ele posicionou-se atrás, encaixando com firmeza.
— Isso aqui tá me lembrando nossa segunda transa... — ele murmurou, roçando a cabeça do p*u entre os lábios da b****a de Maria. — Lembra? Aquele motel... a gente tomando banho e você com o olhar dizendo que queria mais.
Maria sorriu, sem olhar para trás.
— E você me fudeu ali mesmo, me fazendo gemer encostada na parede. Como esquecer?
Heitor a penetrou devagar, sentindo o calor e a pressão do corpo dela o envolvendo por completo. Maria gemeu alto, arqueando as costas.
— p**a que pariu, Amor... me fode forte... igual daquela vez...
Ele segurou firme os quadris e começou a bombear, devagar no início, aproveitando cada estocada. A água caía entre os corpos, tornando tudo ainda mais escorregadio, mais quente, mais visceral. O som de pele molhada se chocando preenchia o ambiente junto com os gemidos dela.
— Você é gostosa demais... c*****o, que t***o — ele dizia entre os dentes.
Ela rebolava contra ele, empurrando de volta a cada investida, os s***s balançando com força, as mãos tremendo na parede.
— Mete tudo, Amor... isso bem rápido... — ela implorava, a voz embargada de prazer.
Ele aumentou o ritmo, estocando com mais força, sentindo o corpo dela vibrar. As estocadas faziam eco no box, o calor subia como se estivessem prestes a explodir juntos.
— Vou gozar amor... porra... não para — ela choramingou, arqueando o corpo com força. — Vai... me faz gozar no seu pau...
Heitor a segurou com uma das mãos pela cintura, a outra deslizou até o c******s, massageando com o polegar enquanto a penetrava com força.
— Goza pra mim, gostosa... quero sentir você tremer de novo.
E então ela veio. O corpo inteiro de Maria enrijeceu, as pernas falharam por um segundo, e ela gemeu alto, com a testa colada na parede.
— Ahh... porraaa... Amor... tô... gozaaaandooo!
Ela gozou com força, sentindo ondas de prazer tomarem o corpo, as contrações internas puxando ainda mais o p*u dele. Heitor resistiu mais alguns segundos até não aguentar.
— Agora sou eu... c*****o, vou gozar na sua bunda...
Ele saiu de dentro dela no último instante e gozou sobre sua b***a empinada, deixando jatos quentes se espalharem entre as nádegas e escorrerem pelas coxas.
— Caralho... — ele suspirou, encostando a testa nas costas dela. — Você é maravilhosa.
Ela sorriu, ainda arquejando, virando-se com dificuldade, os olhos meio cerrados, ainda na onda do orgasmo.
— E pensar que tudo começou com um "vamos treinar em casa".
Ele riu, colando os lábios nos dela.
— A parte do treino foi boa... mas essa foi a minha favorita.
Eles ficaram ali, sob a água, até o vapor começar a se dissipar. O banheiro inteiro cheirava a sabonete e pele quente.
Era o tipo de silêncio que só vem depois de algo verdadeiro — uma mistura de exaustão, desejo e amor.
Lá fora, Giulia seguia dormindo, alheia ao mundo.
Mas dentro daquele box, o Projeto Quente seguia vivo — queimando como a água que caía sobre os dois, lavando o corpo e reacendendo a chama que parecia eterna.