A noite estava quente e silenciosa, dessas que fazem o ar parecer mais denso.
Voltávamos do jantar de comemoração: tínhamos batido a meta de perda de peso que parecia impossível meses atrás. Era mais do que estética — era cumplicidade.
Cada treino, cada gota de suor, cada escolha feita juntos tinha nos trazido até ali.
Giulia dormia na casa do meu pai. Um raro respiro. Um espaço só nosso.
Subíamos devagar as escadas do prédio, e cada degrau era uma provocação.
Maria seguia à frente, o vestido azul justo balançando a cada passo, marcando suas curvas como se tivesse sido desenhado pra me testar. A luz dos corredores fazia o tecido brilhar, e o som dos saltos ecoava de um jeito indecente.
— A escada tá mais longa hoje… ou é o vinho? — ela perguntou, rindo por cima do ombro.
— Acho que é essa b***a aí que tá me fazendo perder a noção de tempo — respondi, mordendo o lábio.
As paredes brancas da escada refletiam a luz dos corredores. O corrimão preto de metal acompanhava cada lance, e o espaço era largo, com eco suave de nossos passos e respiração. Lá embaixo, alguns barulhos: talvez uma porta batendo ou passos nos primeiros andares. Mas não importava.
Quando chegamos ao segundo andar, ela parou. Virou devagar, segurando o corrimão com uma das mãos, o sorriso carregado de intenção.
— Sabia que… toda vez que eu penso em te dar meu cu, lembro do tamanho do teu p*u, e repenso essa ideia maluca? — sussurrou.
O riso dela vibrou pelo corredor vazio. A atmosfera mudou.
O ar ficou mais quente, e o corpo dela parecia implorar por toque.
Arregalei os olhos, um riso surpreso escapando. Antes que eu respondesse, ela levantou o vestido de vez. Estava sem calcinha. E ali, encaixado entre as nádegas, um plug anal azul, cintilante sob a luz fraca da escada.
— Caralho... — murmurei, sentindo meu p*u pulsar por dentro da calça jeans.
— Eu sabia que ia reagir assim — ela provocou, tirando da bolsa um pequeno tubo de lubrificante. — Achei que a gente podia comemorar... com um nível a mais.
Me aproximei e a encostei na parede. Nossas bocas se encontraram com sede, línguas se explorando, o gosto do vinho ainda presente. Minhas mãos deslizaram pelas suas costas, apertando sua b***a. O plug saía um pouco pra fora, e ao tocar nele, ela gemeu baixinho.
— Já tá toda preparada... — sussurrei no ouvido dela. — Veio pensando nisso o tempo todo?
— Desde a hora que botei esse plug — respondeu, arfando. — Só tava esperando meu homem me atacar.
A respiração dela ecoava junto da minha. O som do metal do corrimão, os sussurros, a sensação de que a qualquer momento alguém poderia aparecer.
Cada gesto tinha gosto de desafio, e cada toque era um lembrete do quanto a gente se pertencia.
Me ajoelhei ali mesmo, puxando o vestido até a cintura. A visão era absurda. A b***a redonda, empinada, com o plug azul brilhando entre as dobras perfeitas. Beijei cada lado, mordi de leve, arranquei gemidos baixos dela. Depois, com cuidado, retirei o plug, ouvindo seu gemido longo enquanto o cu se abria lentamente.
— Já tô toda molhada, sabia? — ela sussurrou, segurando no corrimão.
Fiquei em pé, abri minha calça e pus o p*u pra fora. Estava duro, grosso, com veias saltadas, latejando. O tipo de ereção que só ela despertava.
Ela olhou pra baixo, sorriu, e balançou a cabeça.
— É isso que eu tô dizendo... Olha o tamanho dessa p***a. Vai mesmo me arrombar aqui na escada?
— Vou. Quero você agora, gostosa. De quatro. Aqui mesmo.
Ela se virou e apoiou as mãos no degrau de cima, empinando. Desenrosquei o lubrificante e espalhei no meu p*u e no cuzinho dela. Ela gemeu com o toque, jogando a cabeça pra trás.
— Devagar, tá? — pediu, mordendo o lábio, olhos fechados.
A ponta do meu p*u pressionou a entrada, quente, lubrificada. Ela arfou, o corpo tenso por um segundo. Fui entrando devagar, sentindo a resistência ceder aos poucos, até o anel apertado engolir meu p*u completamente. Ela soltou um gemido longo, abafado pelo braço.
— Porra... Isso... vai me deixar maluca...
Comecei a me mover, devagar. O som das nossas respirações pesadas misturava-se com os leves estalos da penetração. Cada investida fazia seu corpo rebolar mais, encaixando de forma perfeita. A escada se tornou o palco da nossa insanidade.
— Vai, Amor... mete com força... mete esse p*u gostoso no meu cu... — ela gemeu.
Aumentei o ritmo, uma das mãos segurando sua cintura, a outra puxando o cabelo. Ela começou a esfregar o dedo no próprio c******s, gemendo mais alto. Os barulhos dos andares de baixo vinham em ondas: passos, talvez uma porta abrindo. O risco de sermos pegos deixava tudo ainda mais eletrizante.
— Caralho... que b***a gostosa... — sussurrei, batendo com força.
Ela gemeu alto, tremendo.
— Vai... não para... tô quase gozando...
Ela se masturbava com os dedos em movimentos frenéticos, enquanto eu sentia seu cu apertar ainda mais meu p*u.
— Goza pra mim, minha putinha... goza no dedo enquanto tô fudendo seu cu na escada...
Com um grito contido, ela estremeceu. As pernas fraquejaram e o corpo inteiro tremeu. Ela gozou forte, quase desabando sobre os degraus. Continuei metendo, mais fundo, mais forte, sentindo meu próprio clímax crescer.
— Vira... — pedi, com a voz rouca.
Ela se virou ofegante, os olhos brilhando. Caiu de joelhos e abriu a boca com um sorriso safado.
— Vem, goza na minha boca... cê sabe que eu amo.
Com poucos movimentos, meu p*u explodiu. Jatos quentes inundaram sua boca, escorrendo um pouco pelos cantos. Ela engoliu tudo, olhando pra mim como se fosse a coisa mais natural e deliciosa do mundo.
Rimos baixinho enquanto ajeitávamos as roupas, ainda ofegantes. O silêncio da escada agora parecia cúmplice.
— Melhor comemoração impossível — ela disse, prendendo o cabelo com os dedos.
— Duvido alguém no prédio comemorar meta de treino assim — respondi, rindo.
Subimos o restante dos degraus com as mãos entrelaçadas.
Quando a porta do apartamento se fechou atrás de nós, o celular vibrou na mesa de entrada. O de Maria também.
A notificação mostrava o mesmo nome: Ana (Selfit).
“Ouvi dizer que vocês bateram a meta… parabéns aos dois. Merecem uma recompensa. Quem sabe eu entrego pessoalmente?”
Maria olhou pra mim, surpresa, e um sorriso lento apareceu em seu rosto.
— Ela tem coragem, viu?
— E sabe provocar — respondi, pegando o celular.
O olhar dela se cruzou com o meu.
— Deixa ela tentar — disse Maria, baixinho, antes de se aproximar e me beijar de novo. — A gente sempre sobe o nível primeiro.
O beijo dela tinha o mesmo gosto de vinho e desafio que a noite inteira.
E, pela primeira vez, percebi que o Projeto Quente podia estar prestes a esquentar ainda mais.