O relógio marcava quase nove da noite quando Heitor desligou o som da esteira. A academia já estava esvaziando, o ar pesado de fim de treino misturado ao cheiro familiar de ferro, suor e perfume feminino. Maria ainda estava agachada, guardando os halteres no suporte, o top colado ao corpo e a pele brilhando sob a luz fria do teto.
Mesmo exausto, ele não conseguia tirar os olhos dela.
A mudança de academia tinha trazido um novo ritmo à rotina dos dois — mais máquinas, mais olhares, mais provocações. Mas naquela noite, o clima entre eles estava diferente. Mais denso. Desde o episódio da massagem, a energia entre os dois parecia carregar algo que ia além do desejo: uma fome contida, prestes a transbordar.
— Acabou? — perguntou ela, virando-se com o rosto suado e o olhar preguiçosamente provocante.
— Só se você disser que sim. — Heitor pegou a toalha no ombro e se aproximou, passando a mão pelo rosto dela. — Hoje foi intenso.
— Nem começou, amor. — Maria sorriu de canto, o tipo de sorriso que sempre vinha antes de algo insano.
Ele entendeu o recado na hora. E entendeu melhor ainda quando ela apontou discretamente com o queixo para o corredor lateral, onde ficava a sauna.
— Não… — ele murmurou, rindo baixo. — Aqui não, Maria.
— Aqui sim — ela rebateu, firme, sem disfarçar o brilho nos olhos. — Quinze minutos, ninguém entra, e o calor ajuda a “relaxar”.
Heitor olhou em volta. Quase todos os alunos já tinham ido embora. Apenas uma ou duas figuras ainda estavam pela recepção — uma delas, Ana, a embaixadora da academia, com o celular na mão e o cabelo preso num r**o alto. Ela acenou com um sorriso rápido quando cruzou o olhar dele.
Um sorriso que durou tempo demais pra ser inocente.
Maria percebeu. E mesmo sem dizer nada, ajeitou o top como quem marca território.
Heitor notou o gesto e disfarçou o riso.
— Vamos logo antes que alguém resolva vir pra cá — disse ele, abrindo a porta da sauna.
O ar quente e úmido os envolveu de imediato. A luz amarelada criava um ambiente quase etéreo, com o vapor se erguendo em ondas suaves. Maria se aproximou devagar, os cabelos colados à nuca, os olhos fixos nele.
— Senta. — ordenou, num tom que ele reconhecia bem.
Heitor se acomodou no banco de madeira. As gotas de suor escorriam por seu peito, misturando-se ao calor sufocante do ambiente. Maria ficou em pé diante dele, a respiração compassada, o corpo coberto por uma camada de brilho natural.
O tempo pareceu suspenso ali dentro.
Maria não perdeu tempo. Tirou o top vinho lentamente, revelando os s***s firmes e suados, depois abaixou a legging com agilidade, ficando completamente nua. Os olhos de Heitor passearam com desejo, mas ela logo o silenciou com um gesto.
— Hoje você só serve pra isso — disse, subindo no banco, posicionando-se sobre o rosto dele. — Chupa sua mulher, todinha.
Ela se abaixou sem piedade, a b****a quente e molhada encostando no rosto dele com força. Heitor gemeu abafado, levando as mãos até as coxas dela, mas ela segurou os pulsos dele com firmeza.
— Mãos pra trás. Não encosta. Só sente. — Seus olhos cravaram nos dele com intensidade.
A língua dele obedeceu, explorando com sede, passando pelo c******s inchado, sugando com força. Maria jogou a cabeça pra trás, gemendo alto, sem medo do eco na sauna. O som dos gemidos misturado ao vapor fazia tudo parecer uma cena proibida demais.
— Isso, porra... chupa tudo amor... — ela sussurrava, rebolando no rosto dele, sem misericórdia.
O vapor deixava tudo mais lento, mais denso. O som abafado dos gemidos ecoava no espaço pequeno, misturando-se ao zumbido baixo do gerador da sauna.
A temperatura subia, mas o que queimava mesmo era o que acontecia entre eles.
— Vem me fuder agora. — Ela puxou a regata dele com violência. — Tira essa camisa.
Heitor obedeceu. Logo ele estava só de short, o p*u já duro marcando o tecido preto. Ela não quis nem perder tempo tirando — puxou só o suficiente pra liberar o m****o latejante.
Montou nele com uma urgência quase animal. Se afundou devagar, sentindo cada centímetro entrar, o calor interno dela contrastando com o calor da sauna. Rebolou de leve, só pra provocar, antes de começar a cavalgar com força.
— c*****o amor... que p*u gostoso... — ela sussurrou entre gemidos, as unhas cravando no peito suado dele.
Cada investida fazia o banco ranger. O som molhado da b****a encontrando o p*u dele se misturava aos estalos dos corpos. Ela se inclinou, chupando o pescoço dele, arranhando com os dentes.
— Tá gostando, meu safado? — provocou no ouvido dele, acelerando os movimentos.
Heitor gemeu alto, as mãos tremendo pra se conter, mas ainda obedecendo à ordem de não tocar. A submissão dele só deixava Maria mais no controle, mais quente.
— Vem, goza pra mim... mas só quando eu mandar.
Ela jogou o quadril com mais força, o suor pingando do queixo nos p****s dele. O som do temporizador piscando em vermelho no canto da sauna avisava que faltavam apenas três minutos.
— Tá chegando a hora de gozar, hein? — ela riu, mordendo o lábio. — Mas agora segura. Cê só vai gozar quando eu sentar na sua cara de novo.
Ela se levantou com brutalidade, o p*u escorregando molhado, pulsando. Heitor quase caiu de lado, sem ar, a cabeça girando de t***o. Maria se agachou novamente sobre o rosto dele, esfregando a b****a na boca dele como se estivesse montando um brinquedo de prazer.
— Goza agora, porra... goza lambendo a minha b****a — gemeu alto.
O corpo dele tremeu inteiro, o g**o jorrando sem controle enquanto a língua dele era pressionada pelo c******s pulsante. Maria gozou junto, gemendo alto, rebolando com violência no rosto dele, sem se importar com o tempo.
Quando o silêncio voltou, só se ouvia a respiração dos dois. Maria estava encostada no peito dele, o rosto corado, o corpo ainda tremendo.
O painel digital da sauna piscava em vermelho: faltavam apenas dois minutos.
— Vai dar tempo de sair com dignidade? — Heitor perguntou, rindo baixo.
— Dignidade é o que menos me preocupa — respondeu ela, limpando o suor da testa e levantando-se devagar.
Enquanto se vestiam, um som leve veio do lado de fora. A porta de vidro tinha um pequeno vão na lateral — o suficiente pra deixar passar a sombra de alguém no corredor.
Heitor franziu a sobrancelha e abriu discretamente a fresta. Do outro lado, Ana passava devagar, o cabelo ainda úmido de treino, uma garrafinha d’água na mão.
Ela olhou de relance, como se não quisesse parecer curiosa, mas seu olhar pousou na maçaneta da sauna por tempo demais.
Maria ajeitou o top e a calça, olhando para Heitor com um sorriso enviesado.
— Será que ela viu? — perguntou, quase divertida.
— Acho que viu mais do que devia — ele respondeu, prendendo o riso.
— Ótimo. — Maria deu um passo à frente, colou o corpo no dele e sussurrou no ouvido: — Que ela aprenda a olhar, porque tocar é privilégio meu.
Saíram juntos, os corpos ainda molhados, as roupas colando à pele. O ar fresco do corredor pareceu quase gelado depois do calor sufocante. Ana estava próxima à recepção, conversando com outro instrutor, mas olhou novamente para eles — rápido, quase imperceptível, mas o suficiente para Maria perceber o jogo que se formava.
Heitor passou a mão na lombar da esposa, puxando-a mais perto.
— Tá pronta pra encarar o pós-treino?
— Se for com você, sempre — respondeu Maria, olhando para Ana por um instante antes de completar: — Mas acho que alguém vai sonhar com a gente hoje.
Heitor apenas sorriu, abrindo a porta de saída.
Do lado de fora, o vento noturno trouxe alívio ao calor dos dois — mas também a certeza de que aquela noite não terminaria ali.
Havia algo novo queimando entre eles.
E Ana, mesmo sem saber, acabava de se tornar parte desse fogo.