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Paixão acidental

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Blurb

Sinopse:  Foi um acidente. Hillary repetia isso pra si mesma como um mantra, por pelo menos umas vinte vezes ao dia. Tudo o que houve naquele dia foi um acidente. Kaiden não imaginaria que a culpada de todo o caos familiar, estudaria justamente na mesma universidade que ele. E quando descobre...ele sabe que ela iria pagar. Mas o que acontece quando a garota que você mais sente ódio, também é a mesma que você sabe que precisa salvar ?Eles não se conhecem completamente, mas se odeiam...Mas o inesperado acontece...E o que eles achavam que os separava...Era o que poderia os unir.

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Início de tudo
Hoje era um dia bom. Pelo menos foi o que fiz prometer a mim mesma, enquanto caminhava para o desconhecido. Eu andei pelo corredor lotado de estudantes procurando o meu armário de número trinta e quatro. Quando de repente, uma garota esbarra em mim me fazendo desviar um pouco do caminho para o lado direito e sem nem pedir desculpas ela continua a andar plenamente. Mal educada, pensei. Agarrei a alça da mochila cinza que carregava e ergui os olhos para continuar a minha busca, vou procurando e desviando-me das pessoas até chegar no meu número e suspirar. Finalmente. Quando enfio a chave ligeiramente a girando, sinto-me aliviada por ter o encontrado. Escuto um barulho alto no armário do lado. O choque foi tão repentino, que eu recuei com o susto, foi batido com tanta força que me fez estremecer com o barulho do impacto. Eu respirei fundo e tomei coragem para ver quem era a pessoa totalmente s*******o que acabara de fazer isso. Os meus olhos piscaram algumas vezes para eu ter certeza de que via a figura real dele. Tentando entender que não era só a minha imaginação ou a minha ansiedade ferrada me pregando mais uma maldita peça. Mas não era. Porque ele fez questão de chamar a minha atenção. - Você sabe que não terá paz, não é? - disse e coçou o queixo me encarando dos pés a cabeça como se a minha presença o causasse repulsa. Eu não respondi, fiquei quieta apenas sentindo o gosto metálico do sangue na minha língua. Pois foi somente nessa hora que percebi instantaneamente que estava o tempo todo mordendo o lábio nervosamente. Girei a chave e abri o armário ainda com os seus olhos cravados em mim, esperando algum tipo de reação. Kaiden então se encostou no armário do lado e arqueou levemente a cabeça. - Pode fingir que é muda, surda ou indiferente. Pode enganar aqueles otários engravatados com pose de boa moça, mas a mim não. - disse ameaçadoramente me fuzilando com o olhar e antes de sair sussurrou em meu ouvido. - Sou o responsável pelo seu Karma. Pode apostar, Hillary. Eu coloquei alguns livros no armário ignorando agora alguns olhares que pousaram sobre mim. O que cogitei ser devido a Kaiden que estava bem próximo minutos antes. As pessoas são curiosas, não julgo. Mas eu seguiria, não me importaria com a intimidação ou as suas ameaças. O que poderia ser pior que aquilo? Toda a culpa gigante que eu sentia e carregava? Eu estava no inferno. E é como aquela frase famosa de Steve Harvey "Se você está passando pelo inferno, continue. Por que você pararia no inferno?". Bem, eu não pararia se ele queria saber. Eu tentaria não ligar. Caminhei com um pequeno papel impresso o número da minha sala, cada hora algum professor responsável se apresentava para turno o de hoje e explicava sobre o que era a sua disciplina. E assim, passou a manhã inteira. A minha barriga roncou levemente, m*l poderia esperar para parar na primeira cafeteria do caminho de casa e comer algum “croissant” fresco e café brasileiro. Era o meu combo perfeito. Quando todos terminaram de passar as informações sobre a faculdade e o curso, fomos enfim liberados. Coloquei o meu fone de ouvido e selecionei a playlist de popock para tocar enquanto caminhava para fora. Apenas sentindo o vento e olhando as pessoas fazerem o mesmo caminho ou apenas chegando para estudarem. Eu olhei para o celular e voltei o meu olhar para a cafeteria que começaria a lotar e eu definitivamente não conseguiria entrar se não andasse mais rápido. E assim eu fiz, passei quase correndo pelas pessoas no campus e apertei várias vezes o botão do semáforo até que ele se fechou e eu corri desajeitada. Consegui finalmente alcançar a maçaneta de onde com certeza o cheiro mais incrível de toda Philadelphia estaria vindo. - Bom dia, o que a senhorita deseja? - disse a moça do balcão me analisando enquanto eu procurava com os olhos o que tinha em mente. - Bom dia, eu vou querer dois “croissants” e café brasileiro, quente. - eu disse e ela anotou assentindo. - Tudo bem, é pra levar ou você pretende ficar? - ela disse dando uma olhada em volta percebendo que apesar de começar a lotar ainda tinha poucas vagas nas mesas. - Eu... acho que vou ficar. - eu disse e foi a pior decisão que eu poderia ter tomado pelas coisas que aconteceriam naquele dia. Porque quando ele chegou levou a paz, o encanto e a tranquilidade que eu apreciava quando estava justamente comendo. Ele deu uma olhada em volta no local todo como se fosse um caçador e eu a caça. Eu sabia que isso não daria certo, avisei os meus pais inúmeras vezes. Escorreguei um pouco na cadeira me escondendo e respirei fundo mordendo o último pedaço do primeiro “croissant”. Foi quando alguém apareceu na minha frente bloqueando toda a visão que eu tinha do que acontecia. - Posso me sentar com você? É que está lotado do lado de fora também. - disse a garota ruiva com franja e maquiagem preta nos olhos tocando na cadeira. - Oh pode sim! - eu disse simplesmente ajeitando a minha coluna. - Ah muito obrigada, hoje está tudo tão lotado. Malditos calouros... que estão a descobrir o melhor da Upenn. - e arrastou a cadeira se sentando. Eu fiquei quieta apenas digerindo o que ela tinha acabado de dizer. Eu era uma caloura, e ela notando o meu recente desconforto se antecipou em falar. - Não me diga que é caloura... - ela disse bebendo seu chá e torceu levemente o nariz em uma careta. - Sim, é uma caloura. Ah merda.. me desculpe. - continuou sem graça. - Hillary Davis. - eu disse dando um sorriso de lado. - Pamela Jones, mas todos me chamam de Pam. Você é daqui? - ela disse estendendo a mão para me cumprimentar. - Sim, e você? - eu perguntei casualmente pegando em sua mão a cumprimentando. - Não, sou de Nova York. Sabe como é... quando você consegue uma bolsa de estudos, é preciso que a agarre com todas suas forças. - ela disse e eu assenti lentamente. Enquanto ela erguia brevemente as sobrancelhas bem feitas. - Oh...não é bolsista também, não é? Eu engoli em seco e balancei a cabeça em negativa. - Não, os meus pais formaram-se aqui. - disse e continuei após um momento. - E aí é óbvio que seria uma boa escolha pra eles se eu continuasse o legado da família. - disse bebericando o meu café desviando o olhar dela para procurar o meu novo velho tormento. Ele estava de costas conversando com um cara que também bebia o mesmo café que eu. - Você parece ressentida. - ela disse e eu depositei o café na mesa. - Não estou, realmente. - disse desviando novamente o olhar dela para vê-lo onde ele estava. - Só preciso me acostumar. Pamela então percebeu e seguiu o meu olhar, logo fazendo um barulho com a garganta sorrindo feito alguém que sabia o que eu estava pensando. Mas não era o que ela estava pensando. Nem em um milhão de anos. O meu único interesse em algum com Colemann era para fugir ou me esconder. - Oh Ow... Kaiden Colemann... hein? - a ruiva disse a minha frente sorrindo sugestivamente. - Não é nada que esteja imaginando. - eu disse mexendo nos dedos nervosamente. - Ele me odeia, e é recíproco. - Então, vocês já se conhecem? - ela disse arregalando um pouco os olhos. - Infelizmente. - eu disse querendo mudar de assunto me remexendo no assento desconfortavelmente. Foi quando o assunto começou a caminhar até a nossa mesa. Ele ia estragar tudo, não ia sobrar ou restar nada para mim. Como ele prometeu que faria. Pamela percebeu a minha aflição e virou-se lentamente para ver também. E parecia que naquele momento o mundo parou pra ver aquela cena. - Jones? Se você fosse mais esperta teria cuidado em andar com criminosos. Sabemos que você não é uma pessoa que saiba guardar segredos. Então, acho que... boa sorte Hillary. - ele disse e trocou o olhar dela para mim com um aceno. O silêncio devastador pairou no ar. Eu não ousei dizer nada. Pamela apenas engoliu em seco com a acusação repentina.

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