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Minha Doce Mafiosa

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drama
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intro-logo
Blurb

Adelie Cortez e Lev Bolshakov são aquele típico casal de máfia que foram destinados um ao outro ainda muito jovens.

Com o intuito de tornar Lev um homem melhor do que seu pai foi, Olivia Cortez, mãe de Adelie, decide treinar e adaptar Lev para uma vida em prol da segurança de sua filha, fazendo com que o garoto se afastasse das crueldades que seu pai Dmitri fazia deliberadamente para manter-se no poder. .

Porém, como nada na vida de nenhum mafioso desta saga acontece conforme o planejado, Lev descobre que Adelie é muito mais do que uma menina-mulher que precisa ser protegida, e é neste momento em que ele se vê em uma corda bamba do amor e da razão.

Adelie tem sangue de dois grandes líderes, e além de sua busca constante por ser igual, ou até melhor que sua mãe, a paixão que ela sente por Lev a levará até um precipício sem fim, e Lev entenderá que nenhum Cortez é normal, e que a liderança da máfia Russa, que logo estará em suas mãos, também o puxará para um buraco sem fim.

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Prólogo + Avisos
ATENÇÃO!! Este livro contém cenas INADEQUADAS PARA MENORES DE 18 ANOS. Todos os direitos reservados © Algumas cenas neste livro podem ser como gatilhos, e ao inicio de cada capítulo terá um aviso de ATENÇÃO. Por favor, respeite seus limites. Lev Bolshakov _ Você tem certeza que quer fazer isso? _ Perguntei pela milésima vez, para ter certeza de que ela estava pronta para o ato. Adelie revirou os olhos e bufou. Suas mãos agarraram os meus ombros, e com uma força descomunal, a mulher inverteu nossa posição, colocando-me deitado, e ela, por cima. _ Eu não sou mulher de falar duas vezes, Lev Bolshakov, e se eu falei que estou pronta, é porque estou! Agora, endurece isso aí de novo, porque eu quero usar! _ Suas palavras soaram raivosas e ansiosas, e no fundo entendo Adelie, pois neste exato momento, eu sinto o mesmo… Quatorze anos atrás… Mesmo sendo o filho do Dom Dmitri, dono de toda a Russia, nenhuma família em sã consciência quis sequer oferecer uma de suas filhas para ser minha esposa. Com a minha idade, os acordos de casamento já estariam a todo vapor, e a esta hora eu deveria ter recusado pelo menos alguns. Mas não há nenhum acordo em vista, absolutamente nada. E para piorar tudo, tenho sérios problemas de raiva, e me sinto sufocado na maior parte do tempo. Gerei problemas para os meus pais, para as minhas irmãs e até mesmo machuquei uma delas. Me sinto um monstro na maior parte do tempo, e honestamente, no fundo, sindo medo. Medo que descobrir que sou tão quebrado quanto o meu pai. Sei que ele sofre com tripla personalidade, e que cada uma delas é completamente diferente da outra, é uma condição rara, mas que pode acontecer comigo também. Meu maior medo é me perder completamente, ficar esquecido dentro da minha própria cabeça, enquanto outra parte de mim caminha livremente por aí, usando meu corpo como bem entende. É assim que acontece com meu pai, e infelizmente ele não consegue controlar. Mesmo tão novo, todos me temem, e eu nem fiz nada. O problema está no meu sangue. Dmitri Bolshakov nunca foi um homem normal, e sempre exibiu sua crueldade para quem quisesse ver. Agora, eu tenho que sobreviver ao fardo de saber que ninguém gosta de mim, que as pessoas que se dizem meus “amigos” me odeiam ou me temem. Perguntei ao meu pai diversas vezes, tentei jogar verde, mas ele não me diz nada que eu desejo ouvir, e isso me enlouquece a cada dia. Eu percebi que tínhamos visita, mas preferi não atrapalhar, já havia causado problemas suficientes para meu pai nos últimos dias. Eu simplesmente surtei de raiva, uma raiva incontrolável. Por algum motivo eu acabei muito curioso e resolvi descer. Dei de cara com a tia Olivia, ela sempre me encarou no fundo dos olhos e eu recuei, porém dessa vez não. Ao olhar pra ela senti a mesma raiva que ando sentindo nos últimos dias, porém uma coisa inesperada aconteceu. _ Quem é ela?_ Perguntei assim que me aproximei da pequena menininha que me encarava com uma carranca. _ Lev, essa é Adelie._ Disse meu pai meio tenso. Me aproximei um pouco mais, e a criança parecia me analisar, analisar até a minha alma com aqueles grandes olhos azuis. _ É de quem? _ Perguntei me referindo a paternidade. _ Essa é minha filha e de Markus, Lev. _ Disse tia Olivia. Encarei minha tia surpreso. _ Você teve outro bebê? _ Sim. _ Disse ela com um sorriso no rosto. _ E quantos anos ela tem? _ Perguntei curioso. É uma menina bonita, mas parece muito pequena.. _ Ela tem quatro anos completos Lev. _ Disse tio Markus. _ Ela será sua esposa quando completar dezoito anos, então até lá vamos ficar responsáveis por treinar um pouco você, intercalando com o treinamento do seu pai. _ Disse tia Olivia. _ Ela.. essa criança vai ser minha esposa? _ Perguntei incrédulo. _ Sim, daqui a quatorze anos. _ Disse tio Markus. _ Mas.. é muito tempo.. _ Resmunguei um pouco chateado. Eu sei que não posso exigir muito, mas p***a, é tempo demais! _ Você vai sobreviver, até lá fica na p*****a e preferencialmente longe da mulher do meu sobrinho, seu talarico de m***a! _ Disse Olivia, cuspindo as palavras sem dó. Encarei novamente os olhos raivosos da minha tia. _ Olivia! _ Tio Markus a cutucou, mas ela estava certa, eu cobicei o que não é meu.. _ Papai.. _ Você vai treinar com a sua tia durante um tempo, e depois aqui. Vamos intercalar. Você será um grande líder meu filho, terá um treinamento de elite e poderá ficar próximo de Adelie enquanto ela cresce. _ Disse meu pai um pouco receoso. Eu estava com uma pulseira de prata com fios grossos, imitando uma serpente em meu pulso. A menina se aproximou e começou a puxar minha pulseira. Fiquei olhando enquanto ela tentava a todo custo tirar o adorno do meu pulso. _ Gostou, tampinha? _ Ela me olhou e assentiu. Retirei a pulseira e dei a ela que sentou no tapete para brincar com a prata. _ Bom, vamos tomar um café? _ Perguntou minha mãe. Notei que ficaram receosos, mas no fim das contas fiquei com a pequena no tapete enquanto ela mexia no objeto. _ Gosta de cobras ? _ Perguntei a ela. Ela me olhou e eu percebi que no meio do azul cristalino de seus olhos há uma pequena mancha marrom. Ela apenas assentiu com a cabeça. Acabei sorrindo, ela será uma mulher bonita. _ Você é muito pequena.. isso é preocupante. _ Falei enquanto passava a mão nos cabelos escuros dela. Em um movimento rápido ela pegou minha mão, até achei fofo, porém ela simplesmente me mordeu, afundou os dentes com força e rápido. _ AH! *p***a! _ Gritei me levantando rápido. Meus pais e meus tios chegaram rápido na sala. Olivia pegou a menina do chão conferindo se ela havia se machucado ou não. _ O que houve? _ Perguntou meu pai. _ ESSA COISINHA ME MORDEU! _ Gritei irritado. Tia Olivia caiu na gargalhada e tio Markus começou a assobiar. _ Deixe-me ver. _ Disse minha mãe. Quando tirei a mão de cima da mordida haviam todos os dentes da garota ali e um pouco de sangue. Ela conseguiu arrancar sangue da minha mão com uma mordida. Mamãe acabou rindo e papai também. _ Quem será que ensinou a menina a fazer isso? _ Perguntou minha mãe com os braços cruzados. _ Olha, eu não fui. _ Disse Olivia tirando o dela da reta. Olhei para tio Markus que começou a ficar vermelho. _ Que cobrinha forte! _ Resmunguei enquanto caminhava para a cozinha. Fiz um curativo no local da mordida e quando passei por eles na mesa de café a menina me olhou e sorriu. Um sorriso diabólico. Depois dessa visita, as coisas começaram a mudar drasticamente na minha vida. Comecei a passar mais tempo fora de casa, recebendo o treinamento sem fim dos filhos de Olivia, até que eles casaram com as minhas irmãs, e Olivia finalmente começou a colocar as mãos em mim. Ela me treinou a ponto dos meus ossos quase partirem. Eu podia sentir a raiva dela emanando pelos poros, mas não era raiva de mim, e sim da vida. Olivia sabia bem que trazer uma criança para o mundo exigiria sacrifícios, até mesmo a liberdade da própria criança. E meu pai foi rápido em garantir que a filha caçula de Olivia virasse minha esposa. Agora, finalmente consegui o que eu tanto quis, tenho uma noiva. Porém, as coisas não estão indo tão bem quanto deveriam…

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