Capítulo 03

2360 Words
— Não sou amiga de mentirosos. — a morena disse com o nariz empinado. — Até mais Any, tchau fofinha. — deu um beijinho na bochechinha de Alex, que deu tchauzinho e se despediu dela em seu dialeto bebêiês. Já Noah ficou rodado. — Sua amiguinha é bem m*l educada hein? — ele disse sem humor. Any riu. — Sabina anda muito estressada, o pai dela voltou de viajem ontem e você sabe como isso a deixa estressada, tirando que você não fez bem em ter dito que era gay para se aproximar dela, você não precisa disso Noah. — ergueu a sobrancelha prendendo o riso. — Você tem razão. — ele suspirou. — O que eu posso fazer se essa mulher me tira do sério? — olhando por onde Sabina tinha saído.  Any gargalhou. — Você não combina mesmo com o tipo apaixonado, você não me engana Noah. — ela negou com a cabeça. — Ai Any, como você é chata. — ele bufou. — Mudando de assunto, como foi sua entrevista? — Prefiro não comentar... Catastrófica! — ela cheirou os cabelinhos da filha que bocejava. — Bem, eu já vou entrar, obrigado por ter trago minha pequena fugitiva. Noah sorriu e se despediu de Any voltando para sua casa. Ao chegar lá, viu Joshua jogando salgadinhos para o alto e os aparando com a boca, assim que viu o irmão o loiro se levantou. — Cara, eu preciso te perguntar uma parada. — ele disse afoito. — Pergunta. — Noah deu de ombros. — Sabe a Any? — Noah assentiu. — Você sabe se ela ainda está morando aqui? — Está, mais o que você quer com a Any? — não teve tempo de falar, pois Joshua saiu do apartamento. — Ei Josh! — Que gritaria é essa? — Bailey reclamou, aparecendo na sala. — O que você acha? Josh com as galinhagens dele, eu espero que a Any dê um fora bem lindo. Bailey negou com a cabeça e sorriu. ¨¨¨¨ Any tinha acabado de dar banho em Alex, e estava lhe dando de mamar no sofá enquanto via um filme. Ouviu quando bateram na porta. — Quem será à uma hora dessas hein? — Any suspirou. — Hey amor da mamãe, deixa a mamãe abrir a porta, deixa? — afinou a voz. Alex assentiu coçando o olhinho. Any cobriu o seio e foi até a porta, abrindo em seguida. Quase parou de respirar ao ver Joshua encostado no parapeito, lhe sorrindo lindamente, sentiu seu coração acelerar. — Oi Anyzinha. — ele disse a olhando de cima a baixo, continuava gostosa como sempre. — Não vai me convidar pra entrar? Any não disse nada, apenas deu um sorrisinho de lado e saiu da frente, ele entrou. Com tantos problemas na cabeça tinha esquecido que Josh ia chegar, estava feliz em vê-lo e também não sabia o que diria em relação a Alex, preferiu não tocar no assunto. — Está tudo bem? — ele a pegou pelo braço, delicadamente. — Você me parece nervosa. — É está sim... — ela assentiu. — Noah me contou que você viria, mas eu acabei esquecendo. — É eu vim passar um tempo com meu irmão. — ele deu de ombros. — Eu estava morrendo de saudades de você sabia? — pôs uma mecha do cabelo dela atrás da orelha. — Estava com saudades de mim? — ela indagou erguendo a sobrancelha com um sorrisinho de lado, ele assentiu. — Muita. — abrindo um sorrisinho canalha. — Pois não parecia, nunca mais procurou saber de mim. — ela desabafou virando a cara, tinha certa raiva por ele ter lhe esquecido. — Eu não podia querida, eu juro que pensava em você sempre, mas eu não podia te ligar direto. — soltou uma mentirinha, até os primeiros seis meses ele se lembrava dela, depois foi esquecendo gradativamente. Apesar dos beijos da dela serem deliciosos, os melhores que ele já provara, não podia viver no celibato eternamente, ele não tinha nada sério com ela pra jurar fidelidade. — Hm... — ela o encarou. Como aquela mulher podia ser tão linda? — Sabe, seria ótimo se agora me desse um beijo. — ele disse, se aproximando dela. — Mamã! — a pequena Alex começou a chorar dengosa, chamando a atenção da mãe e de Josh, que quase cai ao ver a pequena ali. Any correu até o sofá, nervosa e pegou a filha, sentando com ela em seu colo. Pegou uma fralda e cobriu o seio, fazendo Alex retomar a mamada. Joshua ainda estava em choque. — Você é a mãe dela? — ele perguntou, já recuperado do susto. — Desde que ela nasceu. — ela disse com um sorriso encantado, olhando a filha. — Oh meu Deus, você tem um marido? — disse olhando para os lados, procurando o possível marido da garota. — Não, minha filha não tem pai. — ela disse dessa vez com um nó na garganta. — Ufa... — ele disse, Any o encarou. — Digo, eu sinto muito Any, eu não sabia que você era mãe solteira. E quem é o pai? — ele perguntou. — Desculpa eu estar me metendo assim nesse assunto, mas eu... — Você não conhece... — ela mentiu. Estava se sentindo frustrada por saber que ele realmente não se lembrava da última noite que passaram juntos, era de se esperar, ele estava muito bêbado. — Como ela se chama? — ele sentou ao lado dela, olhando a pequena. — Alexia. — ela beijou a mãozinha da filha, estava um pouco nervosa por Joshua estar tão perto da pequena. — É um nome diferente. — ele assentiu. — Lindo como ela. — Any sorriu. — Ela é uma gracinha. Os dois se entreolharam e Any assentiu. — Obrigada. — mordeu o lábio o encarando. Ele estava lindo como sempre, seu cabelo ondulado, seus lábios vermelhos e seus olhos azuis conseguiam deixá-la louca. A barba estava rala, o que lhe dava um charme a mais. Estava ficando quente de repente. Alguns minutos depois Alex dormiu. Any a colocou no bercinho e voltou para a sala. — Pronto. — sorriu e o viu em pé. — Ué... Já vai embora? — ergueu a sobrancelha. — Eu acho que você precisa descansar, deve estar muito cansada. — ele coçou a nuca. — Já te incomodei demais. — Não precisa você agir com tanto cavalheirismo Beauchamp... — ela rolou os olhos e se jogou no sofá. — Acho que essa nossa fase já passou. — piscou.  Ele riu, e se aproximou dela com as mãos no bolso. — O que quer dizer? — Quero dizer que eu ainda arrasto um bondinho com cinco gordos dentro por você. — ela mordeu o lábio, o chamando com o dedinho. — Bem interessante... — ele sentou ao lado dela. — Eu arrasto um com seis gordos. Ela riu e sentou no colo dele. Joshua a beijou com vontade. Any era linda, gostosa e não era grudenta e ele adorava ficar com ela. Assim que sentiu a língua dele na sua a garota sentiu algo bom dentro de si, seu estômago revirou e sentiu toda a excitação corroer suas veias. A boca de Joshua fora feita sob medida para ela, tinha certeza absoluta. Ele foi descendo os beijos para o pescoço de Any e ela sorriu se afastando. — Qual é o problema? — ele perguntou confuso, voltando a beija-la no pescoço. — Não vamos f********o. — Ah estraga prazeres... Porque não? Eu sei que você quer. — ele sorriu de canto e lhe deu um selinho. — Não sou uma vagabunda. — ela mordeu o lábio sentindo-o morder sua orelha. — Faz tempo que a gente não se vê e eu nem sei se você tem uma namorada, se eu já for abrindo minhas pernas pra ti pode pegar m*l pro meu lado. — disse dengosa, enquanto cheirava o pescoço dele. — Eu não tenho uma namorada. — ele sorriu a olhando. — t*****r comigo agora não vai fazer de você uma vagabunda, estamos com saudades um do outro, não concorda? — lhe deu um beijo. — Não vai pegar m*l, eu não vou contar pra ninguém. — Não vai falar m*l de mim depois? — ela disse fazendo um biquinho. — É claro que não meu bem. — ele piscou. Estava muito afim de t*****r com ela. — Eu já falei m*l de você alguma vez? — ela negou com a cabeça, sabia que ele não era i*****l a esse ponto. — E então? Any sorriu e o beijou outra vez subindo o vestido e em seguida o jogando longe, Joshua estava todo animadinho e sorriu abertamente ao ver os s***s de Any, eram enormes e lindos. Ele apertou os dois e em seguida chupou um deles com t***o, seu m****o estava endurecendo e ficando apertado dentro da calça. O corpo de Any era lindo, não parecia que ela tinha engravidado. — É sério que você teve um bebê? — ele riu, observando a cinturinha dela. Any assentiu rindo. — Não parece mesmo, você continua uma delicia. — disse ofegante. — Foi um parto normal. — disse espalhando selinhos pelo pescoço dele. — Sem cicatrizes. — Mesmo assim, nem toda mulher consegue permanecer linda depois de parir, você é uma exceção. — acariciando as curvas dela. Ela sorriu com os olhinhos brilhando, amava demais aquele homem. Não sabia se ele dizia aquilo só pra que ela transasse com ele e nem importava, ela queria t*****r e só isso bastava. Tirou a blusa dele com pressa e quase geme ao sentir a pressão do m****o duro em sua i********e. Arranhou o peitoral masculino com delicadeza, fazendo-o suspirar e ele a beijou outra vez enquanto procurava as alças da calcinha dela. — Você me enlouquece muito, bonequinha. — ele sussurrou no ouvido dela enquanto lhe tirava a calcinha. Ela levantou e jogou a calcinha longe, ficando em pé, ele ficou em pé também, a colocou de costas e afastou seus cabelos para o lado, deixando a nuca exposta e começou a lhe beijar a pele bronzeada com t***o. — Você também. — ela gemeu com os olhos fechados, sua feminilidade estava bastante molhada e seu c******s latejava. — Você gosta? — ele perguntou levando a mão até a i********e e pressionando o c******s dela entre os dedos. — p**a merda, você está tão molhada Any. — ele fechou os olhos e esfregou seu m****o ainda coberto pelo jeans no bumbum dela. — Anw... — ela assentiu aturdida. — Me leva pra cama. — gemeu de leve no ouvido dele, fazendo-o sorrir malicioso. Ele adorava ver Any pedindo pra t*****r, adorava causar esse efeito nas mulheres, nenhuma delas resistia ao seu jogo de sedução. Com um sorriso satisfeito, a carregou no colo até o quarto, onde ele já sabia muito bem o caminho, ao chegar lá viu o bercinho de Alex. — Ela não vai acordar? — ele apontou. — Oh, não. — Any disse beijando o pescoço dele, ela estava tão excitada, tão carente dele. — Ela tem um sono pesado... — disse não ligando muito, Alex era um bebê e mesmo que acordasse não entenderia nada. — Podemos fazer baixinho por precaução. — piscou. — Sem problema. — ele sorriu com safadeza enquanto pegava a carteira e tirava uma camisinha. Em seguida abaixou a calça e a cueca, revelando sua potente ereção, Any mordeu o lábio e acariciou a feminilidade que estava ardendo de t***o. Joshua rasgou o preservativo e deslizou em seu m****o. — Vem aqui garota... — a puxou pelas pernas. — Vem aqui que eu vou te levar para o céu. Any mordeu o lábio com mais força e abriu as pernas sorrindo safada pra ele, Joshua acariciou a i********e dela e viu que estava bem molhado, ótimo, não iria machuca-la. Guiou seu m****o e a penetrou com força, ela fechou os olhos fortemente, o loiro começou a estoca-la sem delicadeza. — Oh! — ela gritou e ele tapou a boca dela sem parar de meter na garota. — Hm... — ela fechou os olhos se sentindo preenchida por completo. Joshua transava com ela de forma tão intensa e fora do normal como nenhum homem fora capaz de fazer. Era uma maneira única de fazer amor, uma maneira só deles. O loiro gemia quase inaudível, franzia a testa e apertava o seio de Any, adorava comer aquela gostosa, seu m****o encaixava perfeitamente na feminilidade dela e aquilo lhe enlouquecia por demais. Só ela tinha aquele encaixe, apenas Any. Se abaixou e lhe beijou os lábios, contendo os gemidos da ruiva. Em seguida partiu o beijo e deu um tapinha na coxa dela. A cacheada gemia um tanto alto, ele tinha que tapar a boca dela enquanto a penetrava, pois poderia acordar a criança, e ele não estava a fim de ser interrompido. — Assim, gatinha... — ele sussurrava enquanto inclinava a cabeça para trás deixando os movimentos mais rápidos. — Oh... — ele mordeu o lábio, tirando a mão da boca dela e se apoiando na cama, pra meter mais fundo. — Mete todo! — ela grunhiu, sentindo-o tornar os movimentos frenéticos. — Assim gato... Isso. — ela gemia franzindo a sobrancelha. — Céus! — arranhando as costas do loiro e entrelaçando as pernas ao redor da cintura dele, para que lhe penetrasse mais e mais fundo, ele sorriu mordendo o lábio e metendo nela do jeitinho que ela pedia. Depois de alguns segundos os dois chegam ao clímax. Joshua sorriu satisfeito e deitou ao lado dela, com a respiração acelerada devido ao orgasmo. — Senti sua falta Josh... — ela deitou a cabeça no peito dele, com os olhos fechados procurando acalmar a respiração. Ele sentiu certo receio, como podia ter se esquecido de Any? Ela era tão linda e atenciosa e parecia que gostava muito dele. — Eu também senti sua falta. — ele sorriu de leve. — Faz muito tempo né? Você engravidou e teve sua filha e isso requer muito tempo. — disse pensativo. Se sentia um pouco m*l por saber que Any andou saindo com outro cara, que merda!
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