Fui escorregando pra fora daquela fogueira bem no sapatinho, devagarzinho, sentindo a p***a do nosso estrago se desfazer enquanto o meu c****e, ainda latejando e sujo da nossa mistura, saía daquele aperto cabuloso. A Sara soltou um suspiro longo, rasgado, o corpo de seda amolecendo de vez na madeira bruta da mesa, a respiração pesada marcando o ritmo do cansaço dela. Dei um tapa estalado na coxa branca dela, o som ecoando no escritório só pra ver a carne tremer e marcar a minha posse, e dei um passo pra trás, ajeitando o meu proceder de homem. Fui até o armário blindado do QG, pisando pesado no cimento, peguei um pano limpo que eu sempre deixava no esquema pra essas emergências e voltei pra perto da minha loirinha. Me enfiei no meio das pernas dela de novo, mas dessa vez com a marra no mo

