NARRADO GOLIAS Sem um pingo de paciência ou delicadeza, eu levei as duas mãos na fivela de prata do meu cinto, abrindo aquele bagulho num puxão só. O som do couro grosso estalando na sala silenciosa fez ela arregalar os olhos. Agarrei o botão da minha calça e arranquei, abrindo o zíper com uma pressa violenta. O tecido já tava estourando, marcando o volume absurdo que tava me torturando desde que ela botou o pé na minha sala. Abaixei a calça e a cueca de marca até o meio das coxas de uma vez só, liberando a fera. A minha p**a saltou pra fora, batendo pesada na minha barriga trincada antes de apontar direto pra cara dela. Dura igual pedra, entupida de sangue, veiada, grossa pra c*****o. Vinte e cinco centímetros de pura ignorância de bandido balançando no ar, a cabeça vermelha, inchada e

