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570 Words
saimon narrando 5 MESES DEPOIS... Estamos em Las Vegas, e a vejo de longe: Sophia se envolve com o dono do cassino. Ela se senta no colo dele e começa a dançar provocativamente em uma área reservada, onde a balada privada para convidados está rolando. Eu observo tudo, sentado em uma mesa, admirando a mulher que ela se tornou. — Está comendo-a com os olhos — diz Aluízio ao meu lado, quebrando meu foco. — Realmente, ela é deslumbrante. — Deixa qualquer homem enlouquecido por ela — respondo, ainda observando-a. — Até você — ele ri, divertido, ao notar o quanto eu não consigo desviar os olhos dela. — Ela é minha todas as noites — digo, com confiança. — Ela faz tudo o que mando, submissa. — Como você conseguiu isso? — pergunta Aluízio, visivelmente curioso. — Muito tempo, anos — respondo, sem desviar o olhar. — Até que eu conseguisse polir esse diamante da maneira que eu queria. De repente, Sophia se aproxima de Arthur Benício, o dono do cassino. Ela coloca as mãos sobre os ombros dele, fala algo em seu ouvido e, ao me encarar, pisca. Era o sinal que eu estava esperando. — Vamos — falo para Aluízio, me levantando da mesa. Subimos para o hotel que fica no andar superior do cassino. Entramos no quarto para o qual Sophia levaria Arthur e nos escondemos no banheiro. O silêncio toma conta enquanto esperamos. — Vai aguentar ver ela se entregando a outro? — Aluízio provoca, sorrindo maliciosamente. Eu o encaro com frieza. — Quero o dinheiro dele — respondo, sem emoção. Logo, eles entram no quarto. Sophia começa a jogar todo o seu charme em Arthur, tirando sua roupa e beijando-o. Eu fico ali, parado, observando cada movimento dela, cada sorriso que ela joga na direção dele. Ela o empurra para a cama, tira sua roupa até ficar apenas com as botas e, com um sorriso atrevido, se coloca sobre ele. Mas então, ela fecha os olhos dele com as mãos e, de forma rápida e precisa, tira uma faca escondida na bota. Ela o atinge várias vezes no pescoço. Arthur morre rapidamente. — Veste — falo, entregando uma camiseta para ela enquanto ela tira a peruca ruiva de seus cabelos. — Cadê o celular? — pergunta Aluízio, interrompendo a tensão do momento. — Aqui — responde Sophia, já pegando o celular no paletó de Arthur. — Você consegue? — pergunto a Aluízio. — Em minutos — ele responde, com a experiência de quem já fez isso muitas vezes. Me aproximo de Sophia e, sem dizer uma palavra, a beijo. A sensação de vitória é palpável. — Você foi muito bem — elogio, sentindo que a missão estava completa. — Contas registradas no celular dele, todas esvaziadas — Aluízio diz, com um sorriso satisfeito. — O dinheiro já está de volta na sua conta, e o cassino é seu, Saimon. Eu sorri, satisfeito. Comprei o cassino por dois bilhões de reais, e agora o dinheiro estava todo de volta. Um dos faxineiros do hotel entra no quarto, pega o corpo de Arthur e o coloca no carrinho de lixo, levando-o para fora. As câmeras de segurança, que estavam fora de operação, voltam a funcionar quando saímos do hotel e entramos no carro. Sophia é valiosa, e eu sei que, com ela ao meu lado, não há ninguém que possa barrar meu caminho para o sucesso.
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