Max empurrou a porta com força e a deixou aberta para que eu passasse. Estava usando sua camisa para tentar fazer meu braço parar de sangrar, mas não estava adiantando muito. Olhei ao redor. O ambiente era praticamente igual ao apartamento em que estivemos, mas agora era um bunker. Max disse que havia vários deles espalhados pelo mundo, feitos para uso deles. - Aqui... – ele me segurou pelo braço bom e me conduziu até a cozinha, me fazendo sentar no balcão e esperar enquanto ele vasculhava os armários. Não estava nos planos dele parar, mas eu estava sangrando muito e incapacitada de usar o braço direito. De acordo com ele, o tiro tinha pegado de raspão, de modo que a bala não se alojou, mas fez um estrago grande. Ele voltou até mim com um kit de primeiros socorros na mão. Jogou a caixa

