Olhei para às costas de Max. A camisa estava toda manchada de sangue por conta dos cortes. Eu m*l podia encostar nele para me segurar. Toda vez que eu chegava perto, mais uma careta de dor se formava em seu rosto. Fazia horas que estávamos na estrada, e ele ainda não tinha parado para dar um jeito nos ferimentos. Estava me angustiando ver aquilo e ele parecia mais fraco à medida que perdia mais sangue. - Você precisa parar! – gritei para que pudesse me ouvir. - Eu preciso entregar esse pen drive o mais rápido possível nas mãos do Bennet – ele falou – Só assim vamos nos livrar deles. - Você está ferido! – protestei. - Eu aguento! Bufei. - Não, você não aguenta! Ele me ignorou. À nossa frente, vi um posto de gasolina com um hotel de beira de estrada ao lado. Seria minha única chance

