um deslize.

1103 Words
Minhas mãos deslizaram por cada curva, e quando puxei suas pernas ao redor do meu quadril, senti o encaixe perfeito, inevitável. Ela arfou contra minha boca. — Eu… tô tão molhada. Preciso de você. Não hesitei. Segurei meu m****o já petrificado e entrei nela de uma vez, sentindo o corpo dela me engolir quente, úmido, feito só pra mim. A água escorria em jorros quentes sobre nossas peles, mas nada se comparava ao calor que explodia entre nós. Lhe prendia contra o vidro do box, sentindo cada tremor dela como se fosse meu. — Edgar... ela arfou, a boca molhada pela mistura de vapor e desejo. Segurei sua nuca com firmeza e capturei seus lábios, profundo, como se quisesse arrancar de vez qualquer resquício de dúvida que pudesse existir. As unhas dela se cravaram em meus ombros, a pele escorregadia pela água só tornando tudo mais urgente. Meu quadril batia contra o dela em estocadas que reverberavam pelo vidro, e o som abafado da água não escondia os gemidos dela, ao contrário, parecia multiplicá-los dentro do banheiro. — Me chama de amor... De Edy, fala do seu jeito.. fala.. rosnei contra a boca dela. — Edy... repetiu, perdida, entregue, a respiração falhando entre cada palavra. Ela se arqueava, me puxando mais fundo, e cada vez que seu corpo se fechava em torno de mim, eu quase perdia o controle. Mas não... eu queria mais. Queria devorá-la inteira. — Isso... Fode gostoso amor... Perdi o controle com sua voz safada, manhosa e extremamente sexy na p***a daquele box apertado. Deslizei para fora do box sem largá-la, carregando ela contra o peito. A água ainda escorria de nossos corpos quando a deitei na cama, de bruços, a pele dela brilhando sob a luz suave do quarto. Agarrei sua cintura e a puxei para trás, levantando, colocando ela de b***a para cima. A visão me arrancou um grunhido bruto. — Olha só pra você... perfeita, está piscando, me chamando. minha voz saiu rouca, carregada de posse. Ela gemeu, escondendo o rosto no lençol, os quadris tremendo sob minhas mãos. Me posicionei atrás, deslizando a ponta de meu m****o pelo centro já molhado, lento, provocando. — Edgar, por favor... a voz dela era puro desespero doce. Sem mais esperar, afundei dentro dela de uma vez, fazendo ela gritar em prazer. Meus movimentos eram intensos, cada estocada profunda, cada investida marcada pela fúria e necessidade que eu carregava. Segurei sua cintura com uma mão e com a outra puxei seus cabelos, obrigando ela a erguer o rosto enquanto eu a tomava. — Quero ouvir você... quero todo mundo saber que você é minha. pressionei ainda mais fundo, arrancando gemidos que soavam como súplicas. Ela se desmanchava debaixo de mim, o corpo todo ondulando, tremendo, entregue à forma como eu a devorava, como se não houvesse amanhã. E eu não parei. Não pararia. Porque ali, entre água, lençóis e pele, não existia nada além dela. ... Segurei firme sua cintura, me enterrando nela outra vez, mais fundo, mais forte, até perder qualquer noção de ritmo. A cama rangia, o ar do quarto estava pesado, úmido do banho, e os gemidos dela se misturavam ao meu fôlego bruto. — Edy…! A voz dela se quebrou, quase um choro, quase um grito. — Isso… sente… rosnei contra a nuca dela, mordendo sua pele quente, deixando minha marca. — Você é minha, só minha. Ela se abriu inteira para mim, o corpo tremendo sob o meu, e cada tremor me incendiava ainda mais. Puxei seus cabelos, obrigando ela a se erguer um pouco, arqueando as costas. A visão dela de b***a erguida, completamente entregue, me fez perder a sanidade. — Grita meu nome… quero ouvir você se desmanchar pra mim. — E-Edgar…! ela gemeu alto, o rosto contorcido em prazer. Apertei suas coxas, aumentei a força das estocadas, a respiração se transformando em grunhidos pesados. Sentia o corpo dela pulsando ao meu redor, cada vez mais apertado, o g**o crescendo, incendiando tudo. — Isso… deixa eu sentir você gozar… goza pra mim, minha safada. Ela não resistiu. O corpo dela explodiu contra o meu, os músculos se contraindo, o gemido dilacerado e visceral enchendo o quarto. Foi a perdição. Me enterrei mais fundo e deixei o prazer me rasgar de dentro pra fora, jorrando dentro dela com um grito abafado contra sua pele. Tremi inteiro, colado ao corpo quente e entregue dela, como se fosse a última vez que respiraríamos. Ficamos ali, grudados, arfando, ainda tremendo, até que a respiração dela foi diminuindo, o corpo amolecendo sob o meu. Deitei por cima dela, cobrindo ela com meu calor, beijando de leve sua nuca. — Minha. murmurei, a voz rouca, definitiva. Ela suspirou, rendida, e apenas sussurrou de volta: — Sempre fui sua... Capturei seu lábio devoto. Era a mais pura adoração, aquela mulher... Era minha ruiva e salvação. .... Quando nossas respirações ficaram rítmicas, ela me olhou intrigada. — O que aconteceu pra você vim assim? — Nada... — achei que você chegaria mais cheio de desabafos... Pressionei os lábios antes de soltar. — Encontrei com o Gusmão. Ela reduz o sorriso — Ele fez algo? Contou pra elas o que eu fazia? — Não. ver o alívio no rosto dela me incomoda pra c*****o. Porque ele confia nele. E ele deixou claro que um vacilo meu, ele se mete de novo entre nós. — Mas pode fazer, ele deixou claro que vai tentar nos separar . — Ele não faria isso. — faria sim, eu quero que fique longe dele.. Ela não questiona só fica em silêncio. — E a sua noiva? — Não tinha muito o que dizer, ela me quer distante, não quer que eu fique perto... — Nossa.. eu achei que ela iria resistir. — Ela está magoada. Clarisse senta na cama, faço o mesmo pra acompanhar ela. — Vou me arrumar pra gente sair... Ele n**a. — Porque não ficamos por aqui? Comemos com sua amiga, dormimos juntos... Ela sorri pequeno. — tem certeza? Achei que quisesse jd pra outro lugar mais reservado. — Teu cheiro tá aqui... Por toda parte, e eu não quero só sexo Clarisse. Passo os dedos por dentro dos seus cabelos pela nuca, ela se arrepia, posso ver as texturas em sua pele. — Eu quero você completa. E o seu amor. Ela sorri e se joga nos meus braços. — Eu te amo. — Não mais que eu.... A você. Selo seus lábios com a certeza de que nunca mais largo ela. E QUE SE EXPLODA GUSMÃO ESPERANDO A MERDA DE UM DESLIZE MEU. Porque Nao Vai Rolar, Não Mesmo! ....
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