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Serei seu eterno pai

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Blurb

— Disse que tem uma proposta para mim. Posso saber?

— Quero pagar por todos os seus estudos.— me surpreende com sua resposta.— E não é só porque você esteja grávida do meu irmão.

—E por quê? — sussurre, provavelmente não vou gostar da resposta.

— Escute, Maitê,— Pablo se inclina na minha frente, reduzindo drasticamente a distância entre nós.— Você precisa do dinheiro. Te incomoda saber quem te dá, se sou eu ou meu irmão?

Bem, provavelmente isso importa

— O que você quer exatamente com isso, Pablo?

— Preciso de uma esposa, — ele me pega de surpresa mais uma vez com essa declaração.— E uma esposa grávida é uma verdadeira recompensa para mim. Assinaremos um contrato de casamento e não lhe faltará nada. Estou disposto a ser o pai da sua filha se quiser.

— E o que eu ganho com isso o devo fazer?— Pergunto, enquanto minha voz treme.

— Aja como uma esposa amorosa.

Não sei aonde isso possa dá. Só sei que nesse momento eu preciso e não me importo que ele seja o irmão do pai do meu filho.

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CAPÍTULO 1
A rua estava fria e vinha um vento gelado. Folhas amareladas caem aos meus pés e a chuva começa a cair lentamente. Tenho muito pouco tempo antes que o porteiro, feche a porta e entrada. Tento não entrar em pânico, mas acredito que irá da certo. O mais importante agora é me acalmar e decidir entrar. Caio me deu seu endereço há algum tempo, mas me disse para vir somente se fosse absolutamente necessário. E agora, essa necessidade realmente naõ tenho escolha. Atravesso o portão de entrada e fico feliz que não haja ninguém que possa me impedir. Passei na verificação de segurança sem problemas quando disse que meu namorado morava aqui. Claro, o homem uniformizado notou minha barriga, bem evidente por baixo da camisa, e talvez seja por isso que ele me deixou entrar e nem perguntou quem eu estava procurando. Pego o elevador até o décimo segundo andar e, conforme os números mudam no painel, meu coração bate cada vez mais rápido. Hoje liguei para Caio pelo menos vinte vezes. Cada vez, uma voz mecânica me dizia que não havia conexão com o assinante. Eu realmente preciso disso. Se eu não pagar o aluguel atrasado, serei expulsa. E depois? Eu também não poderei continuar morando no quarto. Esses pensamentos me levaram a tomar medidas drásticas. Preciso encontrar Caio. Ele tem que me dar dinheiro para pagar meus estudos. O elevador para, as portas se abrem e meus pensamentos estão um caos. Aproximo-me da porta com o número correto e respiro fundo. O principal agora é encontra-lo e espero que esteja em casa. Se não estiver lá, não sei mais o que fazer. Reúno coragem, toco a campainha e espero que as porta se abra. Conto meus batimentos cardíacos e sinto minha filha se mover em meu ventre. Ela também está nervosa. Percebo que ele não se apressa para abrir e estou prestes a bater novamente quando a porta se abre bem na minha frente. — Oi, o que deseja e quem é você? — Uma voz masculina rude me assusta. Eu poderia ter batido na porta errada? Não, acho que não... Mas isso definitivamente não é Caio provalvelmente uma amigo talvez.. O homem é muito mais velho, parece ter cerca de trinta anos. É impressionante. Tenho que levantar a cabeça para olhar para ele novamente. — Preciso ver Caio, ele mora aqui? — pegunto, confusa — Ele está? — Caio? —Ele franze a testa quando percebe minha barriga— Então e sobre isso que esta procurando ele? — Preciso falar com ele. É importante — eu respondo— Por favor, ligue para ele. — Caio não está aqui — diz o homem, afirmando o que mais temia— Ele está no exterior há mais de uma semana. — Quando ele vai voltar? — Eu pergunto, ansiosamente. — Eu não sei. Talvez quando ele fica sem dinheiro — responda indiferentemente. Não entendo como ele pôde... Caio prometeu me ajudar. Como ele pôde simplesmente ir embora e me deixar? — Vamos evitar lágrimas. Mais umas de suas namoradas esse irmão — ele diz com desgosto. — Você é irmão de Caio? — Pergunto, atordoada, e só agora percebo as semelhanças entre eles. A cor dos olhos, nariz, lábios. No entanto, as feições deste homem são mais duras. Seu olhar é frio e seus lábios estão esticados em uma linha fina. Ele está claramente chateado. — Isso mesmo — ele acena com a cabeça e coloca as mãos fortes nos bolsos da calça de moletom— Quer deixar uma mensagem? — Preciso falar com ele urgentemente! — falo novamente —Caio prometeu me ajudar. — A criança é dele? — Ele pergunta, apontando para minha barriga, e sinto vontade de me cobrir. O olhar dele é estranho. Desconfortável. — Sim, senão fosse não estaria aqui — respondo sem hesitação— Caio e eu chegamos a um acordo. Não vou incomodá-lo, vou criar a criança sozinha, mas ele vai me ajudar tenho que terminar meus estudos se não nem um lugar para morar vou ter. — Um negócio interessante — o homem demonstra emoções pela primeira vez. Sorria zombeteiramente — Muito típico do meu irmão. Entendo que não posso esperar ajuda deste homem. Ele não se importa com o que seu irmão faz. Não foi com ele que fiz o acordo... — Sinto muito — eu digo, segurando as lágrimas— É melhor eu ir. Em breve fecharão a portaria na república e não poderei entrar. O homem não comenta nada sobre o que eu digo. Ele me observa silenciosamente enquanto caminho até o elevador e aperto o botão. Preciso unir forças. Preciso conseguir dinheiro para pagar as mensalidades atrasadas, senão posso ficar na rua. — Espere! — ele exclama de repente e eu paro. As portas do elevador abrem-se, mas não entro logo. Volto olhar para o irmão de Caio, esperando por algo — Tenho uma proposta para voçe. Quer ouvi-la? Eu poderia rejeitá-la. Talvez fosse a coisa certa a fazer, mas a situação é desesperadora e eu aceito. O homem me faz entrar no apartamento, e eu olho ao redor, atordoada. É muito bonito. Tudo é tão brilhante e novo. Parece que ninguém mora aqui. — Você quer alguma coisa? — pergunta o anfitrião, e eu olho para esse gigante novamente. Caio é muito mais baixo e menos musculoso. Será que esse homem é boxeador? — Não, obrigado —Eu murmuro. — Então sente-se. Vamos conversar — indica em direção ao sofá, e me sinto tímido. Ele se acomoda na cadeira, relaxado, cruzando uma perna sobre a outra. Seus olhos azuis me observam com atenção — Quantos meses você está? — cincos meses — Eu respondo. — Voçe sabe o sexo? — Menina, — suspiro. Não entendo o propósito dessas perguntas. Ele prometeu ajudar, mas ainda não disse em que consiste sua oferta. — Caio se recusou a cuidar da criança? — pergunta. — Sim, mesmo. — assento. — Concordamos que ele me ajudaria. Não preciso de mais do que isso. — Ele está pagando seus estudos? — Sim, — eu respondo. — Antes da gravidez, eu que pagava. Mas agora não posso. Max ajudou e depois desapareceu. Se eu não pagar, vou acabar na rua. Eles também vão me expulsar da replubica. — Por que você mora na réplubica? Onde estão os teus pais? Não te ajudam? — Uma nova avalanche de perguntas me cobre. — Sou órfão, — digo baixinho. O homem franze a testa. Ainda não sei o nome dele e por algum motivo tenho medo de perguntar. Parece-me demasiado grave. Perguntar. Ouça as respostas. Analisar. Mas até agora, é só isso. — Como aconteceu que você dormiu com Caio? — outra pergunta que me faz corar. É demasiado indiscreto, e não estou pronto para o responder. — Você disse que tinha uma proposta para mim. Posso ouvi-lo? — mudança de assunto rapidamente. Quero que esse homem entenda que não serei muito aberto com ele. Afinal, ele ainda não disse nada sobre si mesmo. — Estou disposto a pagar por todos os seus estudos. Completamente, — ele me surpreende com sua resposta. — E não porque você esteja grávida do meu irmão. — E por quê? — Eu sussurro, entendendo que provavelmente não vou gostar da resposta. — Escute, menina — o homem se inclina para frente, reduzindo drasticamente a distância entre nós. — Você precisa de dinheiro. E não importa quem te dá, se sou eu ou o meu irmão? Bem, provavelmente isso importa... — O que você quer? — Preciso de uma esposa, — ele me pega de surpresa com seu depoimento. — E uma esposa grávida é uma verdadeira recompensa para mim. Assinaremos um acordo pré-nupcial. Não lhe faltará nada. Estou disposto a ser o pai da sua filha. — E o que devo fazer? — Pergunto, enquanto minha voz treme. — Aja como uma esposa amorosa, — sorria. Isso é uma loucura total. Não acredito que estou ouvindo isso. Eu nem sei o nome desse homem, mas de repente ele está me pedindo em casamento daquele jeito. Entendo que ele tem motivos próprios, muito sérios, mas ainda não entendo... — Eu sei que é repentino, — ele continua, sentado ereto novamente. — Você pode pensar sobre isso. Mas não por muito tempo. Não gosto de esperar. — E o Caio? É a filha dele... — sussurro. — O que ele ignorou, — completa o homem para mim. — Não é assim? Eu cuidarei do meu irmão. Acho que ele não vai se opor. Vou dizer mais — ele não dá a mínima. É verdade. Eu entendo. Mas casar com esse... estranho parece uma loucura total. Eu não o conheço de jeito nenhum. E se ele for um maníaco? Embora eu deva admitir que ele é um maníaco muito atraente. — Tenho que ir. — Eu vou te levar, — diz o homem se levantando, e mais uma vez confirmo o quão imponente ele é. — Não é necessário. Vou de ônibus, — solto imediatamente. Tenho medo de quão presente esse homem se tornou em uma única noite. — Não, acho que seja uma boa ideia, — Ele nem quer me ouvir. Ele pega as chaves do carro da mesa e vai para o corredor. Não tenho escolha a não ser segui-lo. — Eu nem sei seu nome, — eu digo enquanto nós dois descemos no elevador. — Pablo Vellar, — responde, me olhando de cima a baixo. — E deixe-me, usaremos a familiaridade. Sinto-me muito velho ao teu lado.

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