RACHEL
__ O que?.- Gargalho mais ainda. Eduardo foi na empresa de Levinsk, e agora esta me contando cada novidade. Estou passada com algumas coisas, para falar a verdade estou é feliz por ele estar um i****a como sempre.
__ Sim, ele disse que vendeu as ações da empresa, por que uma mulher sumiu da vida dele. – Essa mulher poderia não ser eu, mas poderia ser outra no mesmo momento em que eu fui dele? Ou melhor, outra pergunta, eu fui dele? Não eu não fui nada dele! Fato.
__ Coitado. – Disse olhando para minha barriga enquanto como um pote enorme de pipoca.
__ Você não sabe é da pior. – Sua voz mudou no mesmo momento.
__ O que?.- Pergunto encarando um ponto fixo na parede do quarto.
__ Ele exigiu sua presença. – meu coração acelera.
__ Disse que caso você não compareça não terá cem por cento uma verdadeira dona da Inter. – Ele por algum lado estava certo.
__ O que vou falar com ele?. – Eduardo pergunta.
__ Avise que eu vou. – Eduardo parece não concordar. Mas me tornei uma mulher, não uma criança. Vou ir e mostrar minha verdadeira identidade.
__ A festa é amanhã. – Como assim festa?
__ Festa?.- Pergunto não acreditando.
__ A sua chegada, merece ser considerada feita, de maneira que deixe ele bobo.- Isso sim era verdade.
__ Você já é dona da Inter então sinta-se a vontade para fazer uma visita caso deseje. – Isso era mais que perfeito.
__ Obrigada Eduardo. – digo enquanto ele me diz o horário que devo ir.
_ Então eu tenho um jatinho certo?.- pergunto.
__ Isso. – Então eu iria no meu próprio jatinho e encontraria com Eduardo lá.
__ Então assim que aterrissar eu te ligo. -Ele concorda calado.
__ Mas por favor, arrase. – Eu sabia realmente o que ele queria, e era exatamente o que eu faria.
Tirei do meu guarda-roupa uns vestidos, e algumas peças de roupa que usaria. Houve um problema com a mulher do moço que viria vim pegar a mudança, e então reamarquei para semana que vem. Não pretenderia ficar por muito tempo, então eu sim poderia ter finalmente minha normal. Mas eu o veria amanhã, como eu poderia estar tão calma? Eu veria após dois meses Levisnk. Meu coração acelerou, e infelizmente tive que conviver com isso. Chamo por Maik e ele aparece abatido na porta. Coitado, desmaiou na sala de ultrassom de felicidade. A médica disse que isso é raro, e a resposta? É que ele é único.
__ O que está fazendo?.- pergunta Maik se sentando na minha cama com carinha de triste.
__ Vou ter que ir a Nova York. -Seus olhos se arregalam.
__ Você vai ir para rancar as bolas deliciosas do maldito, ou vai para mostrar que é uma moça que ainda pode f***r com a vida dele?.-Gargalho.
__ Eu vou ir para a apresentação da nova dona da Inter. -ele quase surta.
__ Você não pode ir sozinha. -e quem disse que eu iria?
__ Eu não vou, Adrian vai comigo. -ele arregala seus olhos.
__ Mas Adrian não é amigo dele?.- pergunta Mel entrando no quarto com um copo de doce.
__ Era. – Ela concorda olhando para minha mala.
__ Então acho que está mais que na hora de ligar para o bofe escândalo. – Maik se abana como que se sentindo pegando fogo.
__ Para Maik, seu doido. -Mel bate de leve no braço de Maik.
__ Você é por que ainda não viu como o homem é lindo. -Maik sendo Maik.
__ É eu não vi. Mas tenho quase certeza, que deve ser um escândalo mesmo. – Mel diz enquanto pego alguns hidratantes.
__ E o que acha que ele falará?. – pergunta Mel.
__ Ficará surpreso. – Ela assente.
__ Mas é bom que ele vê que ela está grávida. Quem sabe assim ele...
__ Não. Ele nada. -Mel para de falar assim que a corto.
__ Ele não vai ousar a encostar um dedo em minha filha. -Eu tremia de ódio. Eu odiava Levinsk mais que tudo.
__ Então ligue para o bofe, e acelera. – Enquanto Maik fala, Mel pega o copo e se retira do quarto. Não quero que Mel se sinta m*l, mas eu não quero ele perto de minha filha. Ele não quis quando contei, e não acreditou que era dele, então agora não tem direito nenhum sobre ela, mesmo no fundo sendo o pai.
__ Maik acha que ela pode se parecer com ele?.-Pergunto.
__ Por que?.- Pergunta não entendendo nada do que eu disse.
__ Por que eu não quero que Levinsk veja ela, ele pode querer tirar ela de mim. – Isso era verdade.
__ Pode se parecer sim. Mas Levinsk mais cedo ou mais tarde se aproximará da criança, querendo você ou não Rachel. -Dizendo isso me entrega o meu celular, se retirando do quarto. Levisnk não seria tão hipócrita de tirar a minha filha dos meus braços, ou seria? Não tenho muita cabeça para isso agora. Não mesmo!
__ Diga minha princesa. -A voz de Adrian enviou arrepios.
__ Oi..-Estava ainda envergonhada por ter saído sem falar com ele, mas não quero perder a amizade dele. Mas na verdade foi apenas um s**o delicioso, o qual eu faria questão de ter novamente daqui alguns dias.
__ Em que posso te ajudar?. A maneira como ele levava uma boa conversa era bom. Legal. Conto para ele e mais que depressa ele me trás a resposta.
__ É claro que sim. – ter Adrian do meu lado poderia trazer ciúme ou raiva em Levinsk. Mas e dai?
__ Mas Adrian?. O chamo.
__ Levisnk estará presente e ...
__ Sabe Rachel, eu quero que ele se exploda. Estarei com você, e pode deixar que farei ciúmes nele com você. -como ele era tão esperto? Inexplicável !
__ Então amanhã mesmo me espere as seis e meia no aeroporto local. – Ele concorda e desligo. Termino de arrumar tudo oque preciso, coloquei algumas peças de roupas, e uns vestidos. Precisava falar com Katherina, mas desde que eu fiquei “rica” não falara com ela.
Coloco o pote de pipoca na pia, e observo que Maik e Mel assistem televisão. Já se passam das dez da noite, e preciso descansar. Volto para meu quarto mais uma vontade terrível de vomitar reaparece e corro para o banheiro. Vomito tudo que jantei. Acho que essa menininha, não me deixaria com comida nenhuma no estômago. Não mesmo! Escovo meus dentes, e sigo novamente para o quarto. Onde deito, e em menos de alguns minutos pego no sono.
**
Enquanto ando apressadamente em direção ao jatinho que indica ser meu eu sou obrigada a ter que atolerar um homem muito alto e grande do meu lado. Eduardo me dissera que eu teria seguranças, mas nada que teria que me preocupar. Como não me preocupar? Ele não falava nada, e tenho quase certeza, que nenhum ser esperto o suficiente se aproximaria dele. Não mesmo!
__ Bom dia. – Adrian estava perfeito em uma calça jeans, e uma blusa preta de manga curta. Onde poderia ver um pedaço bem detalhado de seus braços malhados.
__ Bom dia. -ele me encarou feliz.
__ Bom dia Senhora. Com licença. -Um homem pega minha mala da minha mão e a leva para dentro do jatinho.
__ Confesso que o meu não é tão grande quanto esse. - não mesmo.
__ E aqui estamos novamente. – Ele entendeu o recado pois abaixou a cabeça e gargalhou.
__ Pois é. – Entramos no jatinho. Eram fileiras muito bonitas, com cadeiras de sintético bege. Era grande, e poderia ficar em pé dentro dele. Era dividido em duas partes, entre a parte em que eu e Adrian ficaria, e a parte fechada que era a área dos empregados. Eu estava em um jatinho enorme, presa com Adrian me comendo com os olhos.
__ Talvez esteja apreensiva. – e estava realmente.
__ Um pouco. -ele me chamou e segurou minha mão.
__ Tudo ficará bem. -com essas palavras tive que ser obrigada a sorrir. Me sentei em uma poltrona, tirei meus fones de ouvidos com meu mp3 e fui então direcionada a uma música que me fez relaxar. Sorrio para mim mesma e parece que Adrian percebe, mas não diz nada.
__ Durma, estarei aqui. – Ele disse com calma, deitei minha cabeça em seu ombro e cochilei, até que peguei em um sono pesado, onde iria para a mesma cidade, rever o mesmo homem que me fez de i****a. Só que dessa vez, com o propósito de não se deixar ir... ah não!
**
O jatinho pousou exatamente as oito horas da noite. Não poderia estar mais contente que aquela noite, eu estava irradiando. Assim que me desembarquei observei Eduardo vim correndo em minha direção.
__ Como esta?.- pergunta enquanto assinto confirmando que estava bem.
__ Pegou o vestido?.- pergunto e ele concorda.
__ Quem é ele?-. Pergunta olhando para Adrian que meio sem jeito colocara a mão na minha cintura.
__ Um amigo. -Eduardo parece desconfiar, mas mesmo assim concorda comigo.
__ Vamos. – Eu tinha um carro ali, mas não mandei mensagem nem liguei dizendo que viria, então aceitaria o pedido de Eduardo.
__ E ai, oque acha que esta acontecendo com Levinsk?.- Pergunta Eduardo assim que entramos em um carro.
__ Ele esta bem inquieto. -isso era normal vindo dele.
__ O avô dele na verdade exigiu sua presença. Levisnk nem leu seu nome, apenas o avô. – então era por isso, que tanto queriam que eu viesse. Levisnk não sabia que eu me chamava de Rachel no papel, se não, com apenas meu sobrenome reconheceria. Não dizemos mais nada, Eduardo reservou um apartamento de passagem para mim e Adrian. Assim que chegamos, Eduardo disse que mandaria um carro me buscar e sem dúvida nenhuma, eu estaria acompanhada de Adrian. Eduardo preparou meu vestido, e sinto que mesmo sendo homem, teve bom gosto. Exigi que fosse vermelho e com renda, e assim que cheguei minha suíte, que por falar era no último andar, me senti bamba. Lembro quando Levinsk me disse, que morria de medo de altura, e aquilo fez meu estômago revirar.
__ O que acha que acontecerá?. Adrian pergunta enquanto tira sua blusa. Prendo minha respiração ao ver que ele era mais lindo ainda na luz. Naquela calça, era perfeito.
__ Não sei. – Digo colocando o salto com o vestido na cama.
__ Rachel?.- Olho para Adrian que me chamava.
__ Levisnk hoje vai sentir ciúme de você. – Isso eu sabia. Ele sentiria era nojo, mas estava disposta a correr o risco.
__ Não preocupe. Tudo ficará bem. -Confortei, me aproximei dele e deixei um beijo em seu pescoço, e antes que ele possa me pegar saí de perto.
__ Isso é o que chamo de pecado. – Ele gargalha assim que entro no banho.
**
O Vestido não poderia ser mais perfeito, ele era de um vermelho, tinha um corte em meio aos s***s, deixando um decote de meus s***s bem a vista. Tinha um rasgado que pegava ao longo dele, trazendo-o para a minha coxa esquerda. Era lindo, e tinha um tecido puro. Era minha cara. A minha sandália era um tipo de se amarrar na canela, tinha alguns toques dourados, ou melhor dizendo, ela era preta, e seu salto era de uma serpente dourada enrolando-o. Era perfeito. Olhei para meu pescoço e senti morta, então olhei minhas coisas, mas não encontrei nada o que colocar, deixei sem mesmo. Arrumei um penteado bem de lado destacando mais ainda as costas nuas do meu vestido. Eu estava uma verdadeira mulher, eu havia uma barriga já presente para quem olhasse e havia também uma personalidade diferente das que eu já tenha presenciado diante de toda minha vida. Eu não era uma Rachel quebrada, me sentia uma mulher de respeito e muito poderosa naquele momento. Pego minha bolsa de cristal, e saio a procura de Adrian. Vejo Adrian me olhar surpreso.
__ Meu Deus. – Exclama ao me ver.
__ Não. Rachel. – Seguro minha bolsa, e sinto uma forte pressão abaixo do ventre.
__ Está maravilhosa. – Me pega
cuidadosamente pelo braço me levando até a saída, onde uma limusine está estacionada. Várias pessoas me olham e outros exclamam “ohhh, uau, nossa, ahhh”. Não gosto de ser o centro das atenções, mas eu estava mais que disposta a me deixar ser quem eu era naquela noite.
__ Boa Noite Senhora. – O motorista me encara com um sorriso.
__ Com todo respeito, está maravilhosa. – me diz com um certo receio e medo.
__ Obrigada. – Digo entrando naquele carro.
__ Senhora, Eduardo mandou entrega-la. -Me entrega uma caixinha e observo aquilo inquieta.
__ Abra. – Adrian fala assim que percebe meu medo. Abro a caixa de veludo preto, e sinto meu coração acelerar assim que vejo aquelas jóias. Um colar muito lindo, com vários diamantes lapidados fielmente, deixa a peça caríssima. É um colar bem lindo, tem varias pedras de diamantes e sinto quando Adrian o pega, coloca em meu pescoço e sou obrigada a b*******a selfie. É perfeito.
Na medida que o carro se aproxima daquele lugar, sinto meu coração parar de bater e voltar novamente. Quando o carro para, perto daquele enorme tapete vermelho, com várias pessoas ligadas, com câmeras sinto um aperto no peito.
__ Você vai conseguir. – hoje eu seria revelada para a mídia e seria destaque em qualquer revista ou jornais. Adrian segura minha mão e assim que é aberto a porta desço fielmente e firme. A mídia não me reconhece, mas vejo uma moça que trabalha na Inter, que arregala os olhos.
__ Que linda. – Exclama um homem
__ Que perfeita. – Exclama um outro.
Com os braços dados em Adrian, entramos por aquelas portas imensas. Era em um condomínio, em um teatro onde se faziam, várias vezes algo tão importante. O vão de pessoas lá dentro deixam tudo muito claro, eu já estava causando. Não vejo quem eu queria, eu vejo Eduardo que me encara chocado. Assim que pode caminha até mim.
__ Esta perfeita. – olha para o meio de meus s***s, e percebo que é muito decotado. Mais não devo nada para ninguém.
__ Ele já está aqui?.-pergunto impaciente.
__ Sim. Já chegou, o avô esperava ele no escritório para poder conversar com ele.
__ Então o quanto antes que começar para mim melhor. – Eduardo olha para o cordão em meu pescoço e sorrio.
__ Amei o presente. -Ele sorri.
__ Presente bem caro. -Brinca.
__ Obrigada. – digo.
__ Com licença. – Eduardo se distancia.
__ O que prefere tomar nessa noite?.-
Pergunta Adrian olhando ao redor.
__ Uma água. -Ele concorda.
__ Parece que o demônio resolveu aparecer. _ Não olho para trás de mim, mas sei muito bem que é ele. Eu sei que é Levisnk quem Adrian encara.
__ Vou pegar uma bebida. Já volto. – E se distancia. Enquanto observo os detalhes, sinto quando em menos de um tempo inconfundível aquela voz, a voz que eu mais queria que se fundisse em minha memória.
__ Boa noite Rachel. -A presença dele era tão, mas tão negativa e presente perto de mim, que apenas senti minha pele se arrepiar, logo em que minha espinha houve um frio incomum. Tomo a coragem que tenho e me viro. Me deparo com ele. Está mais alto? Esta mais magro? Esta mais barbudo? Esta mais charmoso? Esta mais lindo? Esta mais sexy? Esta o mesmo canalha? Sim, ele estava.
__ Boa noite Levisnk. – Com toda a minha força interior olhei no fundo daqueles olhos azuis e disse. Eu não era uma mulher que aceitava a perder, estava disposta a continuar a pisar nele. Afinal, era o início ainda.
__ Vejo que você ainda continua a mesma. -Ele me olhava profundamente.
__ Talvez a primeira impressão pode não ser a que fica. -ele arregalou seus olhos e se aproximou.
__ Ou talvez, você não queira deixar de dizer que está com meu amigo?.-ele estava pedindo explicações?
__ Por que não procure outra pessoa para atormentar?-. Pergunto pousando a mão em minha barriga. Ele faz cara de nojo e olho com uma fúria incomum para ele.
__ Esse vestido não está nada bonito em você. -agora eu precisava de conselhos dele? Era a última coisa que eu precisava.
__ Com licença.- Digo mais ele segura meu braço me trazendo de volta.
__ Espere, preciso conversar com você. – sorrio e cruzo os braços.
__ Eu tentei te ligar, mas não obtive resposta. Te mandei vários e-mails mais não respondera nenhum. – ele parecia perdido. Não aquele Levinsk que fez eu tomar nojo.
__ Preciso que você me escute. – Exige. Olho bem nos seus olhos e sinto ele se afastar.
__ Mas sabe o que acontece?.- Ele me encara colocando as mãos nos bolsos de seu terno. __ É que eu não quero ver você, e o que você quer ou deixa de querer é problema seu. – Seus olhos se arregalam, mesmo tão assustado com minha personalidade eu sentia que ele ainda tinha algo de diferente.
__ Rachel eu sei que eu...
__ Cale-se.- Digo abaixando os braços firme e muito convicta.
__ Sua voz me dá vontade de vomitar. – ele abaixa a cabeça e sinto o chão se tornar uma nuvem naquele momento. Eu o atingia com tão pouco.
__ Com licença. – Digo saindo, mas ele então me segura novamente pelo braço.
__ Tira as suas imundas mãos de mim. – Eu olhei ao redor mais ninguém estava nos reparando.
__ Rachel o que aconteceu com você? Por que esta tão fria comigo?. -ele perguntou como se aquilo fosse tão inexplicável de se ver.
__ Me diga, você ficou com Adrian?.- pergunta. Eu me aproximo.
__ Sim, eu fiquei com ele. E a propósito ele é ótimo parceiro na cama. – Seus olhos se tornam sombrios e com os punhos fechados, o irrito mais ainda.
__ Sabe, ele me fez uma promessa, disse que assim que saímos daqui ele vai me possuir. – Levinsk estava com a cabeça abaixada.
__ Você não pode...
__ Eu posso, e eu vou. Afinal de contas, se eu sou tão baixa a ponto de uma mulher de casa noturna, eu posso sim me fazer de p**a com ele na cama. E a propósito ele ama. -Sua mandíbula se contorce. Vejo ele me encarar com uma fúria incomum, estava com os olhos mais escuros, estava com o coração apertado e eu tinha chegado onde queria por aquela noite.
__ Senhora .-Eduardo me chama.
__ Você sabe que não vai conseguir. -Levisnk me encara estupefato.
__ Eu não vou, eu já consegui. Agora se me permite, tenho que começar o discurso e me apresentar como a nova dona da Inter Interpreses. Afinal de contas, eles não merecem ficar na curiosidade não é mesmo Levinsk?. – seus olhos são de uma perda inconfundível, sua mandíbula está trincada, seus poros estão soprando raiva, ódio.
__ Com licença, fique bem. – digo, mas volto.
__ Ahhh e cuidado, pois não é sempre que terá a oportunidade de ter uma patroa boa e linda como eu. – Vejo seus olhos se escurecerem, e antes que ele fale qualquer coisa, saio de perto dele. Sigo até o palco, onde eu me apresentaria. Levisnk não saiu daquele lugar, está parado me olhando com uma expressão de bobo. Como se não soubesse o que realmente estava fazendo. Olhando para todos naquele lugar, apenas um chama minha atenção. Com um olhar de possessividade e de altura maior olho para Levinsk. E lentamente pisco para ele, ele me encara estressado e sai daquele lugar. Sumindo no meio da multidão, carregado de arrependimento, de raiva, de simulações, e acima de tudo, de culpa!