Presente . . .
Tava sentada na minha sala quando o Chaveiro, um dos meus Vapores, entrou.
Maysa: Já falei que não quero ser incomodada, caral*o. - Bufei.
Chaveiro: Poder, tem dois caras da facção querendo falar contigo.
Eles me chamam de Poder, acho fofo sinto que realmente sou uma mulher poderosa.
Me levantei instantaneamente, sempre que eles aparecem é algum problema. Pedi pro Chaveiro trazer eles pra minha sala. Vi entrar o Wagner e o Malandro, conheço bem esses dois, sempre vem aqui pra me fazerem propostas pra desistir.
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Passado:
Depois da janta minha mãe estava no escritório dela revisando alguns de seus casos, e eu achei melhor levar um papo com ela. Parei na porta e esperei ela me chamar pra sentar.
Suzana: O que foi filha ?
Maysa: Nada, só queria conversar um pouco.
Suzana: Entra e senta aqui.
Sentei em uma cadeira e ela retirou os óculos de leitura.
Maysa: Mãe quero ter uma conversa séria com a senhora.
Suzana: Sou toda ouvidos. - Cruzou os braços.
Maysa: Mãe eu te amo e te acho maravilhosa, mas a senhora não pode interferir nas minhas escolhas.
Suzana: Se for pra falar que quer trabalhar na boca com teu pai, melhor poupar as palavras.
Maysa: Mãe me ouve por favor. - Ela só me olhou. - Eu realmente quero isso, vai ser muito pior eu fazer por conta própria, melhor eu receber orientação do meu pai e dos meus tios, pra eu não me meter em encrenca.
Suzana: Maysa tu é uma criança, tem idade pra tomar decisões assim ainda não. Eu sou sua mãe e sei o que é melhor para você.
Maysa: Eu sei disso, você só quer o meu bem e me ver bem, mas a senhora sabe que conforme eu for ficando mais velha eu vou começar a fazer escondido e vai ser pior.
Suzana: Se você insistir nisso eu te mando pra passar uns tempos com teus avós na Flórida.
Maysa: A senhora não pode fazer isso comigo.
Suzana: Me testa pra ver se eu não faço.
Sai de lá bufando de raiva, eu sei que ela tem coragem de fazer isso. Eu vou lutar até o fim e vou conseguir ser do movimento, ela vai ver.
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Presente:
Maysa: Ao que devo a honra da ilustríssima presença dos dois ? - Falei em tom de deboche.
Malandro: Sem muita enrolação Poder, vai ter a reunião essa semana e o parceiro de Sampa vai estar presente. Vocês vão negociar cara a cara.
Maysa: Eu ainda não tomei nenhuma decisão.
Eles se olharam e riram.
Wagner: Pobre menina inocente, não tem mais decisão pra tomar, tu só vai ter que aceitar e recepcionar o truta aqui.
Maysa: Esse morro é meu e ninguém canta de g**o aqui não.
Malandro: Pra eles te apagarem é dois tempo, coisa rápida e não encontram mais nem rastros teu, é melhor tu baixar tua bola e ser uma boa garota.
Maysa: Vai sonhando.
Wagner: Maysa tenho mó consideração pelo teu coroa, cara dez anos, e por isso eu vou te dar um concelho.
Maysa: Guarda teu concelho pra ti.
Wagner: Os lucros estão diminuindo, tua chance vai ser esse camarada de são Paulo, ele vai inovar nas drogas aqui dentro.
Malandro: Papo foi dado, essa semana tem a reunião.
Eles saíram me deixando novamente sozinha lá. Eu fico pensando na decepção do meu pai, ele confiou em mim e enfrentou minha mãe, pra eu agora ter que dividir a favela dele com outra pessoa.
Eu não estava com cabeça pra ficar ali, peguei minha bolsa e a chave da minha moto, fui pilotando até o barraco que eu tô ficando.
É um barraco simples, depois que assumi o morro as coisas lá em casa ficaram insuportáveis e então eu resolvi passar um tempo fora.
Entrei e me joguei no sofá, a cabeça a mil, tirei um Green bolado de dentro da bolsa e ascendi, fiquei marolando e pensando na saudade da minha cama. Mas não vou dar o braço a torce e aceitar a derrota, vou lutar e reerguer meu trono. Ouvi batidas na porta e levantei pra ver quem estava me incomodando.
Abri a porta e o Túlio e o Edson estavam lá. Soltei a fumaça que estava em minha boca e convidei eles pra entrar.
Túlio: Passa a bola.
Maysa: Bola um pra tu, esse aqui vou fumar sozinha.
Edson: Maninha fiquei sabendo que os irmão joinha estavam por aí hoje.
Maysa: Vinheram encher minha paciência, nada demais.
Edson: Se tu tiver com problemas tem que contar pro pai e pra mim.
Maysa: Eu tô de boa. Cadê a Mabele ? Nunca mais vi ela.
Edson: Estudando pro vestibular. Passei lá na casa da mãe hoje e vi ela.
Maysa: Estão todos bem ?
Túlio: Tua mãe tá triste né Mah.
Maysa: Eu sei, mas daqui uns tempos as coisas se acertam.
Ficamos lá conversando e marolando, depois pedimos uma pizza e comemos. O Edson foi embora e eu fiquei sozinha com o Túlio.
Maysa: Liga aí a tv, tô chapadona.
Túlio: Vamo fazer algo melhor ?
Maysa: Eu tô sem clima pra S*xo.
O Túlio é meu amigo colorido, a gente transa as vezes. Não tenho tempo pra namoro e nem vontade de namorar, minhas preocupações são outras, por isso prefiro só t*****r e não me envolver.
Túlio: Te faço entrar no clima rapidinho.
Começou a beijar meu pescoço, e foi passando a mão em meu corpo.
Maysa: Tu pode me chup∆r.
Túlio: Cê é marrenta né garota.
Beijei a boca dele e o clima foi esquentando, ele retirou meu short e depois minha calcinha. Começou a beijar minhas coxas, foi subindo e abriu bem as minhas pernas, encaixou a cara lá e foi acariciando minha preciosa com a boca. Conforme ele me chu*ava, eu gemia, depois que go*zei em sua boca, ele deitou no sofá e ficamos assistindo um filme.