CAPITULO 147 CAROL NARRANDO Ele me carregou até o banheiro sem me dar chance de reclamar. O barulho da porta se fechando atrás da gente ecoou, e logo senti o toque firme dele me colocando em pé, encostada na pia. O olhar do Dante… porrä, aquele olhar parecia que despia mais do que as mãos. Ele começou a soltar os botões do meu vestido devagar, como se cada um fosse um detalhe precioso. O tecido foi descendo pelo meu corpo até cair no chão, e eu fiquei só de calcinha, a pele arrepiada pelo contato frio do ar com o suor. O jeito dele não era bruto, era cuidadoso, e isso me desmontava ainda mais. — Hoje tu não vai fazer nada, pequena… só relaxar. — ele disse, a voz grave, enquanto abria a torneira da banheira. A água começou a encher, o vapor subindo aos poucos, e o som trazia uma calma

