CAPÍTULO 148 CAROL NARRANDO Ele me puxou de volta para a água quente, mas não para me aconchegar. Seu corpo era uma âncora sólida e quente contra o meu, que ainda tremia de sensibilidade. A água envolveu a gente de novo, mas a atmosfera tinha mudado completamente. Já não era sobre relaxar. Era sobre possessão. Seus braços fortes me mantinham firmemente encaixada contra ele, de costas para o seu peito. Eu conseguia sentir cada músculo tenso, cada respiração profunda que ele dava contra as minhas costas. E então, senti a ponta do paü dele, duro e insistente, pressionando minha bucetä que ainda estava toda sensível, toda molhada e babada do meu próprio prazer. — Caralhø… — eu resmungui, um misto de surpresa e t***o, me contorcendo levemente contra ele, sentindo a cabeça do seu paü desliza

