171- MANHÃ

1021 Words

CAPÍTULO 171 CRIS NARRANDO O barulho do celular me acordou de repente, aquele toque chato que parecia muito mais alto do que era de verdade. Abri os olhos devagar, piscando contra a claridade da manhã que entrava pela cortina meio aberta. A primeira coisa que senti foi o peso quente do braço do Pelé em cima da minha cintura, me prendendo de um jeito bom, protetor. Sorri sozinha, lembrando da noite que a gente tinha vivido. Meu corpo todo ainda doía, cada pedacinho denunciava que tinha sido a minha primeira vez — mas era uma dor boa, misturada com o prazer que parecia ainda pulsar dentro de mim. Desliguei o despertador rapidinho, antes que ele resmungasse, mas não adiantou. Ele já tinha se mexido, abrindo os olhos devagar. Aproximou o rosto do meu pescoço e me deu um beijo lento, pregui

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