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ATRAÇÃO IRRESISTÍVEL

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Atração Irresistível — Sinopse CompletaAline Méndez sempre acreditou que o trabalho duro e a discrição eram o caminho mais seguro para ser respeitada. Secretária executiva do renomado grupo hoteleiro Bianchi Hotels, ela é o tipo de mulher que todos elogiam pela competência, mas poucos realmente enxergam.Atrás de roupas sóbrias, cabelos presos e óculos grandes demais, esconde-se uma jovem de olhar intenso e mente afiada, que aprendeu a não chamar atenção — principalmente a do seu chefe, Paulo Daniel Bianchi, um homem que parece feito de aço e perfeição.Paulo é o tipo de homem que o mundo admira e teme. Herdeiro e CEO de um império da hotelaria, é conhecido por sua frieza e por sua capacidade quase sobre-humana de separar negócios de emoções. Para ele, cada pessoa tem um papel — e o de Aline é simples: manter sua vida profissional impecavelmente organizada. E ela o faz com maestria.Mas o que ninguém sabe é que, à noite, longe dos arranha-céus de São Paulo, Aline deixa para trás a imagem da secretária reservada e se transforma em Nina Alves — uma mulher misteriosa, livre e provocante.Nina nasceu de uma mistura de curiosidade e dor. Criada pela amiga estilista Beatriz Duarte, que cansou de ver Aline se apagar para agradar os outros, Nina é tudo o que Aline sempre quis ser: autoconfiante, ousada, dona de si. Sob esse nome, ela cria um perfil nas redes sociais e começa a sair — apenas para se sentir viva, sem pretensão de se envolver de verdade com ninguém.Até que, numa dessas noites, o destino decide brincar com ela. Em um evento de luxo, promovido por uma das redes concorrentes da Bianchi Hotels, Aline comparece a convite de Beatriz — mas como Nina. Traja um vestido vermelho, maquiagem impecável e um olhar que ninguém ousaria ignorar. Entre os convidados, um homem alto e imponente a observa com curiosidade e desejo contido: Paulo Bianchi. Como pode sentir tanta confiança em Aline e tanta atração por Nina, sem perceber que são a mesma mulher?

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ALINE / CAPÍTULO 1
Atração Irresistível — Sinopse Completa Aline Méndez sempre acreditou que o trabalho duro e a discrição eram o caminho mais seguro para ser respeitada. Secretária executiva do renomado grupo hoteleiro Bianchi Hotels, ela é o tipo de mulher que todos elogiam pela competência, mas poucos realmente enxergam. Atrás de roupas sóbrias, cabelos presos e óculos grandes demais, esconde-se uma jovem de olhar intenso e mente afiada, que aprendeu a não chamar atenção — principalmente a do seu chefe, Paulo Daniel Bianchi, um homem que parece feito de aço e perfeição. Paulo é o tipo de homem que o mundo admira e teme. Herdeiro e CEO de um império da hotelaria, é conhecido por sua frieza e por sua capacidade quase sobre-humana de separar negócios de emoções. Para ele, cada pessoa tem um papel — e o de Aline é simples: manter sua vida profissional impecavelmente organizada. E ela o faz com maestria. Mas o que ninguém sabe é que, à noite, longe dos arranha-céus de São Paulo, Aline deixa para trás a imagem da secretária reservada e se transforma em Nina Alves — uma mulher misteriosa, livre e provocante. Nina nasceu de uma mistura de curiosidade e dor. Criada pela amiga estilista Beatriz Duarte, que cansou de ver Aline se apagar para agradar os outros, Nina é tudo o que Aline sempre quis ser: autoconfiante, ousada, dona de si. Sob esse nome, ela cria um perfil nas redes sociais e começa a sair — apenas para se sentir viva, sem pretensão de se envolver de verdade com ninguém. Até que, numa dessas noites, o destino decide brincar com ela. Em um evento de luxo, promovido por uma das redes concorrentes da Bianchi Hotels, Aline comparece a convite de Beatriz — mas como Nina. Traja um vestido vermelho, maquiagem impecável e um olhar que ninguém ousaria ignorar. Entre os convidados, um homem alto e imponente a observa com curiosidade e desejo contido: Paulo Bianchi. Ele não a reconhece. Não há traço da recatada Aline naquela mulher que fala com humor e confiança, que o provoca com um sorriso e o desconcerta com palavras que ninguém jamais ousou lhe dizer. Atraído de uma forma que não consegue explicar, Paulo passa a procurar por Nina — a mulher que, em poucas horas, conseguiu bagunçar o controle que ele sempre manteve sobre sua vida. Enquanto isso, Aline tenta manter o equilíbrio entre os dois mundos. No escritório, continua a ser a eficiente Senhorita Méndez, mas seu coração pulsa mais rápido toda vez que Paulo a chama, mesmo que apenas para discutir planilhas ou reuniões. Já à noite, se perde em mensagens e encontros furtivos com ele — sempre como Nina, sem coragem de revelar a verdade. O jogo de identidades começa a se tornar perigoso. Paulo sente uma inexplicável familiaridade em Nina — algo nos gestos, no olhar, nas expressões — que o faz lembrar de Aline. Ele tenta afastar essa ideia absurda, mas a confusão entre desejo e lealdade o consome. Como pode sentir tanta confiança em Aline e tanta atração por Nina, sem perceber que são a mesma mulher? Capítulo 1 — A Senhorita Méndez O som ritmado do teclado era quase uma música no silêncio luxuoso do trigésimo andar. Aline Méndez digitava com precisão cirúrgica, sem desviar os olhos da tela, enquanto o vapor do café esfriava ao lado da pilha de relatórios que aguardavam a assinatura do seu chefe. O relógio marcava oito e quinze da manhã. Paulo Daniel Bianchi, CEO do Bianchi Hotels Group, chegaria a qualquer momento — e Aline sabia que ele detestava atrasos, palavras m*l colocadas e até vírgulas fora do lugar. Ela respirou fundo, ajeitando os óculos de armação grossa e o coque que mantinha o cabelo castanho sob controle. Discrição era sua armadura. Competência, seu escudo. E silêncio, sua forma de sobrevivência. — Senhorita Méndez? — a voz da recepcionista soou pelo interfone. — O senhor Bianchi está subindo. Aline endireitou a postura na cadeira, fechou o arquivo de planilhas e puxou o bloco de anotações. Quando o elevador abriu, o ar pareceu mudar de densidade. Paulo entrou no andar como quem trazia o mundo sob comando — alto, impecável no terno escuro, olhar cortante, cada movimento calculado. Ela o cumprimentou com a voz controlada: — Bom dia, senhor Bianchi. Ele respondeu com um breve aceno, os olhos já voltados para o celular. Era sempre assim. Paulo não desperdiçava palavras. Aline o observou de relance enquanto ele passava por sua mesa — o andar firme, o perfume discreto, a expressão que não deixava espaço para intimidades. E, mesmo assim, havia algo nele que a fazia prender o ar. Um misto de admiração e distância. Como olhar o sol: bonito demais para encarar por muito tempo. Ela voltou ao computador, escondendo o rubor que ameaçava subir-lhe ao rosto. --- Paulo atravessou a sala até o escritório principal e deixou a pasta sobre a mesa. O dia m*l começara, e ele já tinha a agenda lotada de reuniões com investidores e uma entrevista programada para a tarde. Mas, por um instante, seus olhos pousaram na caneca de café que Aline deixara sobre a bandeja de prata, junto com os relatórios organizados por cor e prioridade. Ela sempre fazia isso — antecipava suas necessidades antes mesmo que ele percebesse. “Eficiência admirável”, pensou. Mas era apenas isso, certo? Admiração profissional. Nada mais. Ele afastou o pensamento e chamou pelo interfone: — Senhorita Méndez, por favor, traga os números da filial do Rio. — Já estão na sua mesa, senhor — respondeu a voz calma do outro lado. Paulo olhou para o canto da mesa. O relatório estava ali, marcado com uma etiqueta azul. Ele franziu o cenho, levemente surpreso. Como sempre, ela previra tudo. Voltou a se concentrar no computador, tentando ignorar o incômodo discreto que sentia toda vez que pensava nela. Aline era, de todas as pessoas que trabalhavam para ele, a única que nunca cometia erros — e a única cuja presença parecia alterar o ritmo do seu raciocínio. --- Por volta das dez, Aline entrou na sala para recolher alguns papéis. Ele estava de costas, observando a vista de São Paulo através das enormes janelas de vidro. A luz da manhã desenhava linhas douradas sobre o terno escuro. Ela respirou fundo, tentando não reparar no modo como a gravata azul se ajustava perfeitamente ao pescoço dele. — Pode deixar sobre a mesa, — disse ele, sem se virar. A voz grave ecoou suave, mas firme. — Sim, senhor. Ela se aproximou, depositando os documentos com cuidado. Uma mecha de cabelo escapou do coque, e Aline instintivamente levou a mão para prendê-la. Paulo se virou naquele exato momento. Por um instante, seus olhares se cruzaram. Foi rápido — um segundo, talvez menos —, mas suficiente para algo dentro dela se agitar. Os olhos dele, frios e analíticos, hesitaram por um breve instante, como se tivessem visto algo novo naquela mulher que, até então, parecia invisível. Aline desviou o olhar, engolindo a tensão que se formava no ar. — Há mais alguma coisa, senhor? — Não. Pode continuar seu trabalho. Ela assentiu e saiu, fechando a porta com delicadeza. Paulo ficou parado, encarando a madeira fechada. Por que, de repente, notara o brilho nos olhos dela? Talvez fosse apenas a luz. Ou cansaço. Sacudiu a cabeça e voltou ao computador, convencendo-se de que não tinha tempo para distrações. --- Na hora do almoço, o escritório esvaziou-se. Aline ficou sozinha, revisando a pauta da reunião de logo mais. Gostava de usar aquele horário para organizar a cabeça — e também para não precisar enfrentar a solidão das praças de alimentação. Seu celular vibrou. Uma mensagem de Beatriz. > Bia: “Hoje à noite, no La Ruelle. Sem desculpas. Já escolhi o vestido. E não me venha com ‘tenho relatórios pra revisar’, Aline!” Aline: “Bia, eu não sou como você. Esses lugares não são pra mim.” Bia: “Por isso mesmo, amor. São pra Nina.” Aline suspirou. “Nina.” O nome soava como uma promessa perigosa, uma chama que ela acendia de vez em quando — apenas para sentir que ainda existia. --- A tarde transcorreu entre telefonemas e reuniões. Paulo parecia mais concentrado do que nunca, e Aline se movia como extensão do pensamento dele — antecipando cada pedido, cada documento, cada olhar. No final do expediente, ela recolheu o casaco e desligou o computador. Antes de sair, parou diante da janela. Lá embaixo, as luzes de São Paulo começavam a brilhar. O reflexo do vidro mostrou uma mulher de aparência simples, quase apagada. Mas, dentro dos olhos por trás das lentes, havia um brilho inquieto. Talvez Beatriz tivesse razão. Talvez fosse hora de deixar Nina respirar novamente. --- Paulo ficou até mais tarde. A reunião com os acionistas fora produtiva, mas o cansaço mental o fazia desejar silêncio. Pegou o paletó e olhou para a mesa de Aline. Vazia. Tudo organizado — como sempre. Uma pequena flor branca, esquecida num copo improvisado, chamava atenção. Ele se aproximou e notou que era uma gardênia. Sorriu de leve. Havia algo de inesperado naquele detalhe. Simples, mas bonito. Como ela. Ele fechou as luzes e saiu, sem imaginar que, naquela mesma noite, em outro canto da cidade, reencontraria a mulher que o intrigava — de um jeito que jamais suspeitaria. --- O bar La Ruelle era um refúgio elegante em meio à agitação de São Paulo. Luzes amareladas, música suave e taças de vinho equilibradas em mãos bem vestidas. Aline entrou hesitante, os saltos altos ainda estranhos nos pés. O vestido vermelho, escolhido por Beatriz, moldava o corpo com delicadeza. O cabelo solto caía em ondas, e os óculos haviam ficado em casa. Ela olhou-se no espelho atrás do balcão e quase não se reconheceu. Não era Aline Méndez. Era Nina Alves — a mulher que sorria sem medo, que olhava de volta, que não pedia desculpas por existir. Sentou-se, pediu um vinho e tentou se acostumar com a sensação de liberdade. A cada gole, sentia-se mais confiante, mais viva. — Posso me sentar? — perguntou uma voz masculina ao lado. Aline ergueu o olhar — e seu coração quase parou. Paulo Bianchi estava ali, sem o terno, com a gravata afrouxada e um olhar curioso. Ele sorriu de leve, sem reconhecê-la. — Eu te vi entrando — disse. — E… achei que seria um crime te deixar beber sozinha. Ela piscou, surpresa pela ousadia que se formava nos lábios. — Então sente-se, — respondeu, com um sorriso que Aline jamais ousaria usar. — Mas cuidado. Eu posso não ser tão inofensiva quanto pareço. Paulo riu baixo, fascinado. — Gosto de mulheres perigosas. Ela inclinou a cabeça. — Então talvez hoje seja seu dia de sorte. E, naquele instante, Nina nasceu de verdade — e o destino começou seu jogo de sedução, sem que nenhum dos dois percebesse que já estavam irremediavelmente presos um ao outro.

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