Capítulo Quatro

1081 Words
Um clarão vem em meus olhos, e eu vejo que estou na sala da casa do Cellbit e o clarão que veio em meu rosto foi a luz da sala, olhei para o lado e vi Luis, Guaxinim, Felps e Cellbit me olhando preocupados. — Gente o que aconteceu, cadê a S/N? Ela tá bem? — Elias perguntava completamente procurando, desesperado e ansioso. — Ela tá bem! no entendo não podemos dizer o mesmo de você né Calango, você do nada começou a gritar nos ficamos preocupados por que você não parava de jeito nem uma, quem teve que te controlar foi o Luis, o que tu tens cara? Não grita assim de novo não cara, principalmente quando nos quer dormir — Guaxinim falou num tom de alívio, provavelmente sabendo que o amigo não estava louco da cabeça. — Então… tudo era um sonho? — Sim, era, não sei o que você sonhou, mas sim era — falou Felipe também mais aliviado. Elias se jogou para trás, deitando no sofá novamente respirando aliviado por tudo aquilo ser um sonho, na verdade, um terrível pesadelo. Já no hospital, não era só mais nós cinco tinha bem mais gente Luba, Gabi e Kalera estavam lá também, como eles acabaram a sessão de autógrafos deles, eles correram para cá. — Quando vão nos chamar para ver ela? — Camila (Kalera) andava de um lado para o outro, preocupada com a amiga que agora estava hospitalizada em alguma sala desconhecida por todos ali. — Calma gente ela não fugirá daqui, tenham calma vocês estão muito agitados se fixaram com essas coisas e bem capaz de não chamar nós — Gabriela falou tentando acalmar a todos o que não ajudou muito na última parte. Alguns ficaram desanimados e outros apenas ficaram calados em seus devidos lugares, com um tempo depois uma médica vem até nós. — S/N/C? Certo? — Todos concordam com a cabeça — o estado da paciente e estável é não corre risco de vida, porém ela perdeu muito sangue, mas por sorte o nosso estoque de bolsas de sangue tem o dela então não se preocupe, nesse momento a paciente está dormindo mais podem realizar a visita, todavia… — ela para de falar por um tempo e todos a olham com um olhar de desespero e preocupação — ela precisará de uma pessoa para ficar com ela durante seu tempo aqui no hospital. Quem de vocês ficará aqui com ela? Lembrando que se for sair tem que avisar para uma das enfermeiras. … Depois de uma tempinho de discussão sobre quem ficará ou não decidimos que irá ser… — Eu, pode anotar o meu nome — Pode falar — Thiago Elias — Anotado, podem ir para a sala onde a senhora S/N está, me sigam por favor Nós a seguimos até um corredor enorme onde tinha várias portas, seguimos a médica até uma porta completamente branca ela entrou e todos fomos atrás, após passar pela porta não andamos muito no máximo uns vinte passos entramos novamente em outra, porte de madeira entramos e vimos um quarto enorme, no meio do quarto havia uma cama onde a S/N estava deitada dormindo, seu braço esquerdo está completamente enfaixado em outras partes do seu corpo também estão enfaixados, a jovem se encontrava com uma roupa hospitalar azul clara com bolinhas azul escura, sua antiga roupa que ainda era o seu pijama estava em cima de uma mesa com as suas chinelas/sandálias. Os que acabaram de entrar te olharam com um olhar de alívio sabendo que eles podem descansar sem se preocupar com o seu estado. Camila estava com flores em suas mãos, ela deixa do lado de sua maca onde tinha um pequeno criado-mudo, as flores eram as suas preferidas elas estavam juntas por uma fita de tecido de sua cor predileta. Camila sorriu ao deixar as suas flores em cima do móvel. Gabriela colocou uma bebida não alcoólicas que é sabe muito bem que você não é de tomar essas coisas, junto das flores da Camila. Lucas pega de sua bolsa um papel, bem semelhante à sua carta e deixa no meio entre a bebida e as flores. Os outros apenas olhavam os três colocarem uma coisa de cada vez em cima do criado-mudo, depois de um tempo a médica que levaram eles para a sala saiu apenas deixando todos mais e vontade. — Gente sei que ela está desacorda mais vamos cada um falar o que sente para ela, eu seu e uma ideia ridículo, mas… acredito que vai nos fazer bem no final. O que acham? — Perguntou Guaxinim que estava um pouco no canto, provavelmente escondendo o rosto devido às lágrimas que ameaçavam cair. — Acho uma boa ideia, inclusive quando ela acordar ela precisa ouvir o que falamos, não adianta nada todos falarem e ela não sabe o que fui que dissemos — disse Felps do lado de Thiago — por isso é melhor gravamos e depois ela escuta. — Concordo, como eu ficarei com ela durante o seu tempo aqui, eu acho melhor gravar no meu celular — Elias fala pegando o seu celular no bolsa de sua calças. Depois das gravações. Logo após nos terminamos de efetuar as gravações, os outros precisaram ir para as suas casas, antes de todos irem e claro a Kalera disse que tomará conta da cama da S/N, eu apenas concordei e vi todos irem embora como eu já tinha as minhas coisas dentro da minha mocinha não precisaram sair para ir buscar. Já era de noite, e a S/N não havia acordado ainda. Fui até ela pegou uma cadeira que tinha perto e me sentei do seu lado, eu peguei em sua mão que dessa vez não estava gelada e sim quentinha o que deixou completamente confortável com a sua presença mesmo estando dormindo, eu recostei a minha cabeça na maca alisando a sua mão e entrelaçando os nossos dedos. — Dessa vez prometo que eu não deixarei que nada de m*l te aconteça — Thiago estava cansado, apesar do sono longo que teve durante a manhã e a tarde não foi o suficiente para conseguiu descansar cem porcento — Sei que você não está me escutando nesse momento, mas quero que você saiba que… eu te amo — essa fui a última frase de Elias antes de dormir, porém, antes de cair completamente no sono ele pode escutar uma voz doce dizendo… — Eu também Thiago.
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