Capítulo Três

1963 Words
O carro ia rápido para a casa da S/N que não atendi uma ligação se quer, Calango que estava no bando da frente como passageiro se sentia culpado por tudo, por te lido o comentário, por dizer que beijou ela, ele se culpava por tudo e se sentia extremamente m*l por tudo..., porém ele não era o único Guaxinim e Felps também estavam se sentindo m*l apesar de ambos não terem um certo motivo para essa culpa que sentem no momento, eles estão m*l penso que pelo fato de que as próprias fãs arrumaram confusão e conflito para a jovem e para os dois. … … Não demorou muito tempo para chegarem na casa da garota, o primeiro que saiu assim que o carro parou e abriu foi Elias, ele saiu nem fechou a porta, ele apenas correu para porta batendo algumas vezes, ele colou a mão na maçaneta da porta rezando mentalmente para ter aberto, e para a sua surpresa… sim, estava ele entrou desesperado procurando pela amada que não demorou muito para achá-la, os cinco (Guaxinim, Felps, Luis, Cellbit e Calango) a encontram em seu quarto sentada no chão com os seus olhos quase que fechando, alguns ficaram parados devido ao que tinha no chão a única pessoa que não se importou tanto com a bagunça no chão fui o Lange que fui na direção da jovem a pegando no braço. Mais… o que tem no chão? Tinha uma faca de cozinha bem afiada e sangue. S/N nunca em sua fica havia levado tanto hate em sua vida ela disse para se mesma enquanto gritava que aguentará mais não consegui infelizmente, a jovem Youtuber supôs que iria se aliviar do estresse gritando mais acabou sedento aos cortes em seu braço. — Precisamos levar ela pro hospital agora os cortes são muito profundos e tem muito sangue derramando — Felipe gritava em desespero, e tremia de medo. Sem pensar duas vezes Lange correu com a moça em seus braços até o carro a colocando no bando de trás deitada. — Como só dará para ir três pessoas no meu carro, vocês vão ao carro dela, nós vamos à frente encontramos você lá — Zaghetti falou enquanto ia para o banco do motorista, logo em seguida Lange de passageiro e Elias atrás segurando S/N para ela não cair. E assim eles foram para o hospital, que não era longe da casa da garota no máximo uns 15 minutos, contudo, Felipe dirigia muito rápido então não demorou esse tempo todo para chegarem no hospital. Foi só Zaghetti abrir a porta que Thiago já saiu desespero para ir pegar a moça. — Calma Calango a pegue com gentileza, não quererá machucá-la — falou Rafael saindo do carro. Thiago a pegou com delicadeza a colocando no braço a levando para dentro do local, adentrando na sala de espera vários médicos e enfermeiras foram em direção aos que acabaram de entrar, um enfermeiro chegou com uma maca Thiago a colocou gentilmente na maca, Thiago, Felipe e Rafael vem os médicos levarem ela para correndo para uma sala, até o momento Thiago não demonstrou uma emoção se quer nem mesmo um pouco, no entanto, ao ver a pessoa que ele tanto ama se afastar de uma forma tão terrível de se, ele sentia agora várias emoções e nem uma delas eras boa, o medo, o abandono, tristeza, mágoa, solidão, vazio, culpa, desespero, pânico, desorientado, ansioso e falho. Ele a viu entrar na sala onde ele não podia ir o vazio tomou conta dele, o medo de perdê-la estava cada vez mais aumentando de uma forma inesquecível Thiago se sentia fraco e inútil naquela situação, devido à sua emoção de culpa o rapaz estava se culpando por tudo que ele efetuou, deixou de fazer ou até mesmo de falar, ou pensar em falar. Thiago se ajoelhou no chão e chorou… como uma criança perdida, uma criança desorientada que necessita de orientação. Enquanto isso no hospital — Por que isso só acontece comigo? Prometi a tanto tempo atrás que eu iria te proteger, eu elaborei uma promessa, mas porque sinto que tudo que fiz foi em vão — Thiago se mantinha ajoelhado no chão chorando com as mãos em seu rosto, Rafael que não tava aguentando observar o amigo assim foi até ele, o ajudando a levantar e o levando para uma cadeira que estava próximo a eles. — Cara tinha calma não é assim que as coisas vão se resolver, não adiantará você ficar aí chorando você tem que ser forte sabe, mesmo que isso seja uma situação complicada você tem que ter noção de que, ficar se lamentando não levará a lugar nem um — Lange estava certo, ficar se culpando ou se lamentando não ia levar Elias a lugar nem um, Thiago concordou com a cabeça em forma de que intendeu o recado/aviso do amigo — vem você vai assinar na ficha dela como responsável. Thiago não questionou em nem um momento, nem sequer falou uma única palavra, apenas seguir Rafael que ia até à recepção. Elias olhou com atenção para a recepção e viu que Luis e Rafael (Guaxinim) haviam chegado e com sigo tinha vários papéis. — Thiago certo? — perguntou a recepcionista olhando para Elias — eu gostaria que o senhor assinasse aqui. — Sim, sou eu mesmo, para que serve isso? Por que tenho que assinar? — Bom senhor isso serve para dizer que você e o responsável legal dela, é a sua assinatura e para confirmar com certeza de que você e mesmo. — Entendo, pode me dar uma caneta por favor — a recepcionista entrega uma caneta para o rapaz que ainda está cabisbaixo, ele assina e a entrega o objeto de volta — Bom senhor Elias nos vamos informa quando poderá entrar no quarto, e senhor Montes e senhor Gouveia muito obrigada por trazerem os documentos necessários para conseguirmos realizar os procedimentos — ela sorrir para o Guaxinim e pro Luis em forma de agradecimento. — De nada, nós que agradecemos o seu atendimento — Luis disse sorrindo de volta. Thiago que não estava nada bem foi se sentar nas cadeiras que tinha ali perto, se sentando e colocando a mão no rosto evitando ao máximo não pensar na moça que estava agora na sala sendo atendida, os amigos que antes estavam na recepção agora estão sentados do lado do rapaz. — Não fica assim não, ela ficará bem que tal irmos para casa descansar um pouco dizer que não vamos na BGS e avisar pros outros que não vamos e avisar para eles que não estão sabendo de nada, o melhor nesse momento é descansar enquanto ela estava sendo atendida, e só deixar os nossos números aqui, quando ela acordar ou algo do tipo e só eles ligarem para nós — Felipe finalmente quebrou o seu silêncio. — Acho melhor — disse Luis se levantando com Montes, Lange e Elias. Juntos eles foram novamente até recepção entregar os números de telefone de cada uma para a moça, depois de uma breve conversa eles foram pegar os carros Felipe, Rafael e Elias em um Montes e Luis no outro. Já na casa do Rafael todos estavam sentados em cantos diferentes uns, no sofá outros no chão e por aí vai, todos que estavam na sala ligavam para os outros enquanto Thiago estava deitado no sofá tentando descansar. A culpa, ser falho, ter medo é sentir desespero. Era o que Elias sentia, a culpa por falar o que não devia, ser falho por não conseguir protegê-la quando ela mais precisou, ter medo de perdê-la e sentir desespero por não saber o que pode acontecer com quem ama. Thiago se movimentava para lá e para cá, mas não conseguia descansar, depois de muita luta contra os seus pensamentos negativo Elias finalmente conseguiu dormir e descansar pelo menos nas próximas duas horas. Duas horas depois ou um pouco mais que isso, Gouveia acorda Elias que dormia completamente torto no sofá. — Acorda aí mano, o hospital acabou de ligar temos que ir rápido. — O que falaram? — falou Thiago se espreguiçando e tentando falar já que ainda estava com sono. — Não, não dá temos que ir rápido sem enrolação. Elias tentou se levantar e com muita dificuldade consegue se levantar, quando já está completamente acordado ele corre para o banheiro para escovar os seus dentes o que não demora muito, quando o rapaz já se encontrava indo para a sala ele ver Luis andando para lar e para cá provavelmente procurando desesperadamente as chaves do carro. Finalmente ele achou depois de muita luta as benditas chaves, nós dois fomos para o carro, mas claro que antes tranquei a porta do apartamento do Lange, que não estava em casa por motivos que eu não sei eu estava dormindo, não demorou tanto assim para nos dois chegamos no hospital. Luis estacionou o carro enquanto eu ia entrando no local, eu estou confiante, pois eu sabia que S/N era forte e que não iria dessa para melhor por causa disso, eu posso até está confiante mais não demonstrarei o que estou sentindo nesse momento, seria meio estranho demonstrar confiança nesse momento. Fui até a recepção onda a recepcionista que tinha nos atendidos mais cedo está. Cheguei mais perto do balcão e a moça me olhou feliz, porém… o seu olhar se tornou triste e preocupado eu não entendi muito bem, no entanto a minha confiança se fui, assim como o seu olhar de felicidade se fui ao lugar da confiança eu me sentia completamente tomado pela solidão, eu balancei a cabeça tentando tirar esse sentimento de mim logo olhando de volta para a moça em minha frente. — Boa tarde, eu gostaria de saber o estado da paciente S/N/C (seu nome completo). — Eu gostaria que o senhor primeiramente tomasse isso — ela me entrega um copo com… açúcar? — e açúcar senhor Elias não se preocupe — peguei o copo em sua mão, entretanto não tomei, ela sai de trás do balcão e faz um sinal com a cabeça para que eu a seguir, ela me levou até uma sala onde o S/N estava, ela dormia calmamente… em um ato inocente peguei em sua mão eu esperaria um toque quente vindo dela mas… sua mão estava completamente gelada assim como o seu braço e rosto, eu deduzi ser o ar condicionado, no entanto, não era o eletrônico estava desligado comecei a pensar que fosse pelo fato dela está coberta todavia… o lençol que a cobria era muito grosso para realizá-la a não sentir frio. Por fim olhei para máquina onde tinha os seus batimentos cardíacos… eu vi apenas uma linha reta… e fui nesse momento que o meu mundo desabou de uma vez só, S/N não estava mais nesse mundo ela infelizmente se fui e eu não podia fazer nada nesse momento, eu apenas deixei o copo cair com o choque que tomei no momento é me ajoelhei no chão chorando feito um bebê. — Sinto muito senhor Elias, nós realizámos o possível, mas os cortes eram muito fundos e ela tinha tomando muito remédio… fui uma sobredose seguida de suicídio sinto muito. Thiago continuava chorando pedindo aos gritos que a pessoa que ela mais amava voltasse para os seus braços ele sentia a necessidade de estar abraçado com quem ele tanto amava, ele prometeu-lhe que sempre cuidará dela… ainda assim não conseguiu. Ele chorava muito e soluçava devido ao seu escândalo necessário, logo ele sente uma abraço por trás ele olha e ver Luis o virando para a sua frente. — Cara, ficará tudo bem relaxa ok? Calango? Calango? Thiago? Ei você tá me ouvindo? Thiago Elias? Ei acorda cara.
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