Fui direto ao jantar, completamente aturdido pelo sonho. A cabeça doía muito e o corpo ainda estava um pouco trêmulo. A família conversou, mas só ouvi as vozes distantes… na refeição e após, só assenti para tudo que falaram comigo. Subi cedo para o meu quarto e voltei a me deitar. Não demorando para a mãe entrar e sorrir quando olhei na direção. — Não estamos bem… — Ela disse, fechando a porta. — Perdono… — Foi o que consegui dizer, me sentando. — Antes de pedir perdão, conversa comigo. A mãe sentou, recostada na cabeceira, e esticou as pernas, me convidando a pousar a cabeça em seu colo. Não neguei… — Avoado… fortes sonhos… o que está acontecendo? — Ela voltou a me perguntar, acariciando minha cabeça. — E-eu não sei — falei, fechando os olhos. — Tenho muito medo de descobrir a res

