— Eu que peço desculpas… só foi… forte — reparei-me. — Não queria… mentira… claro que queria… mas, tentei resistir. — P-podemos sair? — pediu, sem olhar para mim. — Claro. Desculpa de novo! Tornei a envolvê-la para descê-la. Ela gemeu baixo e a vergonha terminou de consumi-la. Suas pernas pareceram perder a força, exigindo que eu segurasse mais forte e, novamente, ela deu um baixo gemido. Até brincaria, mas percebi o quanto ficou desconfortável com os ruídos e só faltava explodir de vergonha. Nada falei, ajudando-a a seguir à sala de jantar onde a sentei. À mesa, ao seu lado, voltei a nos servir com vinho. — C-como vamos… — Ela começou a falar, mas parou. — Vamos? — O que faremos? — perguntou bem rápido. — Não sei… realmente não sei! — suspirei. — Disse que responderia parte da

