Capitulo 36

2298 Words
— E eu posso saber o que ela fazia de tão grave pra você ter que despedi-la? — o homem perguntou direto. — Estava dando em cima de mim pai. — Joshua disse e forçou uma voz surpresa, como se achasse o cúmulo. — Mas que pouca vergonha. — ele se alarmou, porém ainda estava confuso. — E desde quando pra você isso é um problema? — sem entender, afinal Joshua gostava de ser o centro das atenções. — Por favor, papai... — o loiro disse, com certa irritação. — Sabe que agora eu sou um homem casado. — Então quer dizer que agora está levando esse casamento a sério? — Robert não evitou o sorriso. O que mais queria era que Joshua tomasse juízo e parecia que era isso que ele estava fazendo. — Pois é... — disse querendo cortar assunto. — E então, vai me arrumar uma outra secretária ou não? — Claro meu filho, vou enviar algumas candidatas pra você ver qual delas te agrada mais. — Tudo bem, eu vou aguardar. — ele deu um sorrisinho e desligou. Lisa já não gritava mais, parecia que tinha se cansado de fazer papel de i****a e ido embora. Ele caminhou até o pequeno bar e pegou uma garrafa de rum. Adorava aquela bebida, porém achava que ela só lhe caia bem quando estava em depressão, por esse fato quase não a tomava. Decidiu sair da mesmice e tomar uma pequena dose. Bebeu um gole e fez uma careta relembrando da última vez que tinha tomado em uma das piores depressões que já teve. Foi o fato de ter sido feito de bobo por uma garota mais velha no tempo da faculdade. Foi um drama sem fim, mas ele logo se recuperou. Jamais tomaria rum novamente por uma mulher. Até por que nenhuma mulher valia uma garrafa de rum. Pensou divertido. Saiu da sala e deixou o copo na mesa da secretária, ficou observando aquele espaço, pensando na próxima gostosa que ocuparia aquele lugar. — Agora eu quero uma morena. — falou sozinho e entrou no elevador, ouviu seu celular tocar e o atendeu. — Pronto. — Josh, sou eu... Vivian. — Fala Vivian. — ele se encostou o elevador e deu um sorriso canalha. — Já está com saudades ou o que? — Estava em dúvida se você iria continuar com a nossa relação depois de reatar com a minha irmã, mas agora minhas dúvidas acabaram. — animada. — Sabe que sua irmã não é problema minha cara. — ele sorriu. — Nos vemos? — Sim, mas só pela noite. — a porta do elevador se abriu e ele saiu olhando para os lados. — Agora estou com muito trabalho. — Tudo bem. — Me espere as sete, naquele bar que fica na esquina da empresa. Nada de vir aqui. — Pode deixar, serei discreta. — ela sorriu e ele desligou. Vivian era uma boa opção pra ele se divertir, já que agora estava sem Lisa, Any estava de resguardo, Bárbara estava viajando e ele não tinha mais tempo para ficar todo dia em bares e casas noturnas atrás de alguma companhia. Não podia ficar sem sexo, não mesmo. ¨¨¨¨ Alguns dias depois. — Any. — Joshua chamou assim que entrou em casa. — Aqui no quarto meu amor. — ela respondeu. Ele entrou no quarto deles e a viu de roupão, passando seu hidratante corporal. — Por que chegou tão tarde em casa? — ela perguntou com a sobrancelha erguida. — Er... — ele começou e sorriu a ela. — Eu estava com os meus amigos, hoje é o aniversário do Noah. — mentiu. — Ah, que legal! E fizeram uma festinha surpresa? — o olhou pelo espelho. — Sim, nós fizemos uma surpresinha pequena pra ele, nada demais. — assentiu e a viu se levantar de frente do espelho. Ela desfez o nó do roupão, ficando nua. Josh sorriu sacana e a olhou, enquanto ela vestia sua blusinha. — Você está com fome? — ela perguntou e sorriu ao sentir ele lhe abraçar por trás. — Depende de quê. — ele mordeu a orelha dela. — Se for de comida não, mas se for de você, estou morrendo de fome. Any sorriu e fechou os olhos, sentindo-o beijar sua nuca e pressionar seu bumbum. — Amor, ainda faltam dois dias. — ela disse, suspirando. — Eu não aguento mais Any. — ele disse suplicante. — Fica comigo, eu não aguento mais ficar longe do teu corpo. — sussurrou no ouvido dela, deixando-a excitada. — Mas e se doer? — ela murmurou. — Não vai doer, já deve estar sarado. — ele dizia, sentindo que todo o t***o contido pela esposa já estava concentrado em seu pênis. — E então? — a virou e a encarou. — Tudo bem, acho que não vai fazer m*l. — ela sorriu timidamente. Ele colocou uma mexa solta do cabelo dela atrás da orelha e a beijou delicadamente, logo começou a descer os beijos. — Ah... Eu estou com muitas saudades. — ela murmurou sentindo-o beijar seu pescoço. Não demorou e ele tratou de tirar a blusa recém-colocada por ela, deixando-a nua. Tudo bem que ele a via nua todos os dias, entretanto pensava em coisas broxantes para não se excitar com a visão, mas agora sabendo que transaria com ela, lhe deixava com o corpo em chamas. Não sabia o que acontecia, mas não conseguia sentir isso por nenhuma outra mulher. Começou a chupar os s***s de Any de uma maneira desesperada, fazendo-a gemer de prazer. Ao ouvir o gemido agudo dela, ele perdeu o controle. Tirou suas roupas de forma apressada enquanto Any se deitava na cama e o observava com certo nervosismo, ela também estava muito excitada e não via a hora de ser penetrada. Quando Josh ficou nu, ela admirou o físico do marido. Realmente ele era muito lindo, deveria ser por isso que muitas mulheres tinham inveja dela e faziam maldades para tentar provocar brigas entre eles, como a anônima da outra vez. — Amor. — ela disse quando ele já se colocava em cima dela. — Precisamos de camisinha. — ela afirmou. Ele grunhiu de frustração. — Não está tomando anticoncepcional? — disse com irritação enquanto levantava. — Não, eu não tomo e... — ele a cortou. — Chega, eu vou atrás de uma camisinha. — ele foi até a carteira e buscou um preservativo. Não era possível que Any não estivesse tomando anticoncepcionais, quer dizer que agora além de usar camisinha na rua, ele teria que usar em casa também? Com a própria esposa? Rasgou a embalagem metálica e pôs em seu m****o. — Por que anda com camisinhas na carteira amor? — ela perguntou confusa, enquanto ele a obrigava a abrir as pernas. — Para momentos como esse. — ele se posicionou entre as pernas dela e foi forçando para entrar. Olhou pra baixo e viu a feminilidade pequena tentando abrigar toda a magnitude de seu m****o. — Ah... — Any franziu a testa, sentindo uma sensibilidade gigante. — Oh céus. — sentindo que derreteria de prazer ali mesmo. — Amor... — fez uma cara de choro. Ele começou a estocar a esposa e gemer sentindo seu m****o latejar de maneira fora do normal, Any era extremamente apertada, não era possível que uma criança tinha passado por ali há alguns dias atrás. — Ai que delícia. — ela mordia o lábio. Ele enlouquecia com os gemidos femininos. Acariciou os s***s dela, sem parar de penetrá-la. Em seguida a colocou de lado, e enquanto lhe penetrava acariciava seu c******s. — Ah, ah! — ela gemia e acariciava os próprios s***s volumosos. Desceu a mão para a i********e e pôde tocar as bolas do marido, Josh parou de se movimentar e conduziu a mão dela para que acariciasse suas bolas com mais precisão. Ele fechou os olhos sentindo como ela tocava. — Gostou de tocar? — ele voltou a se movimentar e ela sorriu fechando os olhos. — Sim. — assentiu. — Fica de quatro. — ele mandou e ela prontamente obedeceu. — Assim... — ele a penetrou outra vez e quase xinga um palavrão ao sentir a umidade cálida engolir seu pênis. — Oh p***a! — se pôs a movimentar-se com força, para aliviar todo o t***o que sentia. A pegou pelo quadril e aumentou a velocidade. — Josh... — ela mordia o lábio, descendo as mãos para o c******s que estava duro como uma pequena pedrinha. Não demorou e logo Any goza. Joshua sentiu e seu t***o dobrou. Já estava quase lá, e não podia para de se movimentar para ver o líquido de Any escorrendo pelo seu pênis. Infelizmente com ela ele não tinha tanto controle. Quando seu orgasmo chegou ele sentiu que fazia séculos que não transava, pois o esperma saia de maneira desesperada. Tirou seu m****o de dentro da esposa e em seguida a camisinha, e notou a cabecinha completamente avermelhada, enquanto ainda ejaculava. Any sorriu e o acariciou, chupando-o fazendo o marido arquear a cabeça para trás. — Você está muito safada. — ele disse rouco enquanto ela sorria, ainda chupando-o. Alguns minutos depois já estavam recuperados do orgasmo. — Estava com muitas saudades. — ela dizia, deitada no peito dele e o acariciando. — Eu também estava. — ele dizia sincero, soltando a fumaça do cigarro. — Você foi ótima. — olhando para o teto. — Você acha mesmo? — sorriu. — Sim. — beijou a testa dela. — Mas eu quero que você procure sua médica pra ela receitar um anticoncepcional confiável. Não quero ter que usar camisinha toda santa vez que a gente t*****r. — ele se levantou e sentou-se. — Eu vou fazer isso. — ela mordeu o lábio e também levantou. — Amanhã mesmo vou conversar com a Sina, pra ver se ela pode me ajudar a respeito. — vestiu seu roupão enquanto ele apagava o cigarro. — Vou ver o bebê e depois vou até a cozinha pegar o spray  anti-odores. — apontou o cigarro. — Quer algo? — saiu do quarto. — Não. — ele se levantou e foi ainda nu em direção ao banheiro, a fim de se desfazer da camisinha e tomar um banho. Tinha sido uma bela f**a. Any tinha se superado. ¨¨¨¨ No dia seguinte, Sina sorriu ao ver Any entrando na sua sala, arrastando o carrinho do bebê. — Olha só que surpresa boa! — ela se levantou e deu um leve abraço em Any, depois se abaixou e deu um beijinho no bebê que estava dormindo no carrinho. — Gente como ele está lindo! — Nossa, falando assim parece que faz séculos que não nos vemos. — Any disse com um sorriso de canto. — Fazia quase uma semana. — Sina disse chorosa. — O trabalho me toma tempo demais, mas vou tirar umas férias em breve... Anda, vamos sentar. — Não Sina, eu vim te convidar pra almoçar comigo, tenho que te perguntar umas coisas. — Ah claro, só tenho mais uma paciente. — Sina assentiu. — Eu termino rapidinho e a gente vai, ok?  Any concordou com a cabeça. — Então eu vou te esperar lá fora. — saiu e viu uma gestante lendo uma revista. — Você pode entrar. — ela disse, sentando-se. — Obrigada. — a mulher sorriu e levantou-se, indo em direção a sala de Sina. Alguns minutos depois. Sina sai da sala com a gestante, já vinha trazendo sua bolsa. — Pois é Dominique, não se preocupe que isso é absolutamente normal. Os soluços do bebê que provocam essa sensação. — Ah então sendo assim eu fico mais tranquila doutora. — a mulher parecia aliviada. — Bem, eu não vou mais tomar seu tempo, deve estar louca para almoçar. Tenham uma boa tarde. — se despediu delas simpaticamente e saiu. — Pobrezinha, estava assustada com os soluços do bebê. — Sina sorriu para Any. — Ah, quando o David sentia soluços era horrível, ele não parava quieto na minha barriga. — Any riu, enquanto olhava o filho. O pequeno continuava adormecido. — Deve ser algo lindo. — Sina deu um sorriso vazio.  Any notou e se levantou. — Nós podemos ir? — ela perguntou. — Sim, claro. — assentiu. Sina também liberou a recepcionista para o almoço. As duas escolheram um restaurante ali por perto onde Sina costumava almoçar e logo se acomodaram. — Pois bem Any. — Sina a encarou. — Sobre o que você quer conversar? — perguntou, um tanto curiosa. — É que... Você sabe que o meu resguardo só acaba amanhã não é? — Perfeitamente. — É que eu não aguentei esperar até amanhã e... Bem, você sabe não é? — deu um sorriso nervoso. Sina caiu no riso, a cara de Any estava ótima. — Não resistiu a que? — ela disse, não perderia por nada Any falando aquilo. — Bem, não resisti. — forçou um sorriso. — Josh... Eu, amor, amor, muito amor. — Fizeram amor. — Sina enfatizou. — É. — Any sorriu. — E eu queria saber se posso ter prejudicado o meu resguardo com isso. — Você sangrou? — ela negou com a cabeça. — Sentiu algum tipo de dor? — Ao contrário, senti muito mais sensibilidade do que o normal. — ela passou o olho pelo cardápio. — Então significa que correu tudo bem. — Sina piscou. Any sorriu. — Sendo assim fico mais aliviada. — ela acenou para o garçom, que logo se aproximou. — Por favor, me traga um filé de frango ao molho e um suco de laranja. — E pra mim, pode servir o de sempre. — Sina disse. O garçom fez suas anotações e se retirou. — E era só isso que você queria perguntar?
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