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O Segredo da Babá

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Blurb

Olivia Graysson ouvia de sua avó quando era pequena que pedidos feitos a dentes-de-leão se tornavam realidade ocasionalmente, quando era criança ela acreditava fortemente na mulher, a única que lhe deu algum tipo de amor, e que fazia cookies com gosto de arco íris. Ao crescer soube que talvez ela mentisse para ela assim como todas as pessoas ao seu redor.

Seu único desejo em anos foi encontrar sua filha que foi tirada dos seus braços quando tinha apenas 17 anos. Cinco anos depois da pior noite de sua vida e depois de soprar o 109 º dente-de-leão ela finalmente vê uma luz no fim do túnel e seu nome é Logan Maddox o homem que tem o seu único motivo de respirar todos os dias, e ela espera que dessa vez os desejos aos dentes-de-leão funcionem.

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Prólogo
Olivia  — Você tem que fazer força, querida. O suor pingava da minha testa, a dor atravessava todo o meu corpo quando o grito rasgou minha garganta, uma das mulheres que estavam no quarto junto com a irmã Cora e eu suspeitava ser uma enfermeira limpou minha testa com um pano úmido e murmurou palavras de conforto que eu não registrei direito quando outra onda de dor agonizante passou por mim. — Eu não consigo — Eu suspirei antes de gritar novamente tentando com todas as minhas forças empurrar como as mulheres estavam me mandando — Eu só quero que isso pare, eu só quero... Quero logo ela aqui... Irmã Cora tomou o lugar da enfermeira ao meu lado e me olhou nos olhos com uma afeição que não tinha visto nos oito meses que estava no internato. — Olivia se você a quer aqui precisa fazer sua parte, seja a garota forte que tem sido desde que chegou aqui, essa criança precisa de você agora... — Eu não consigo — Chorei e outra onda de dor veio com as lágrimas, então eu coloquei toda minha frustração e raiva junto com ela para fazer força. Stella tinha me dito uma vez que devemos usar sentimentos reprimidos para nos fazer mais fortes às vezes. — Isso! Outra vez garota — A enfermeira que eu m*l conhecia e que agora encarava minha v****a olhou para cima com um pequeno sorriso — Consigo vê-la. Faltei um pouco do ar em meus pulmões com suas palavras, irmã Cora voltou para sua posição original agora com panos brancos nas mãos enquanto eu empurrava, gritava, chorava e empurrava novamente, saber que ela estava vindo para mim depois de tudo, me deu uma bravura inexistente até então, minha pequena finalmente estava chegando, agora eu parecia ter essa consciência que não tive com as dores, ou a bolsa estourando no meio da aula de música enquanto tocava harpa. — Ela está quase aqui querida... — Ouvi a voz da enfermeira ecoar na minha cabeça Eu coloquei mais força empurrando outra vez quando a dor agonizante veio novamente. — Ela está vindo... Ela está quase aqui — Chorei e junto com o meu choro veio o do meu pequeno amendoim que cresceu dentro de mim nos últimos nove meses, o pequeno ser que escondi com sucesso de todos por cinco meses e meio para que ela continuasse comigo porque mesmo que ninguém a quisesse eu a queria, quis desde o momento que descobri, mesmo que tenha chorado a noite toda com um travesseiro no meu rosto para não acordar as outras garotas no quarto. Ela era minha, e eu não ligava para o que Josh tenha dito, ou a opinião dos meus pais sobre não ser a hora certa para ter um bebê, meu pequeno amendoim poderia ser um erro e******o para todos eles, mas não era para mim, sua mãe. — Eu quero vê-la — Murmurei cansada enquanto tirava os fios de cabelo da minha testa — Deixe-me vê-la, eu preciso... Preciso senti-la — Falei em desespero para irmã Cora que a segurava em seus braços olhando-a enquanto a embalava em panos brancos e macios — Irmã Cora... Deixe-me pega-la — Levantei meu corpo pesado em direção à irmã Cora, ainda cheio de dor e cansaço na cama de solteiro de um dos quartos de dormir no fundo do internato onde dei a luz a minha filha, meu pequeno raio de esperança — Porque você não me dar ela? — Perguntei chorando já sabendo sua resposta, seus olhos culposos olharam diretamente para mim e depois para minha pequena e eu chorei mais alto enquanto ela passava minha filha para a enfermeira. — É melhor assim querida, se você vê-la vai ser muito mais difícil... As palavras dela estavam longe quando saiu de seus lábios, tudo o que eu podia ver era minha filha ser levada de mim antes mesmo que eu pudesse conhecê-la, antes de vê seu bonito rosto, ou saber de que cor eram seus cabelos e seus olhos, antes de saber se ela pareceria comigo ou com Josh... Eles a estavam tirando de mim, eu deveria ter sabido melhor, deveria ter sido inteligente a ponto de saber que meu pai autoritário e controlador e minha mãe submissa e egoísta nunca me deixariam ficar com um bebê, filho de um garoto perdido e neto de um mecânico. Eu estava perdendo minha filha antes de poder lutar por ela — N ÃO — Gritei com o que restava de ar em meus pulmões enquanto lágrimas banhavam meu rosto — Ela é minha, vocês não tem esse direito... Ela é minha... — A dor sufocou minha voz e eu não conseguia mais falar muito menos gritar, os soluços e as lágrimas tomaram conta de mim e tudo o que eu desejava era que a dor fosse embora, que tudo acabasse ali mesmo. Eu olhei ao redor do quarto quando as lágrimas cessaram eu já estava sozinha e a porta estava trancada, não existia saída para mim, devia saber melhor que nunca existiu que o “Nós vamos resolver isso” do meu pai não era me dar suporte para cuidar do meu bebê, tudo o que eu queria era desistir nesse momento, tudo o que eu tinha foi tirado de mim... Meu amor, minha liberdade, meus amigos, e agora o motivo de me fazer levantar todos os dias... Eles a tinham levado sem nenhum tipo de empatia ou benevolência, eu nunca a conheceria, nunca veria seus primeiros passos, seus dentes nascerem, seu chorinho novamente ou suas primeiras palavras, a única coisa que tinha me restado dela era uma pequena foto de ultrassom que tinha feito dois meses atrás, a única prova que um dia ela existiu para mim. A brisa soprou lá fora e o vento entrou pela pequena janela que ficava na parte mais alta da parede, sufoquei meu choro limpando os olhos rapidamente quando acompanhada pelo vento um dente de leão voou para dentro do quarto caindo a centímetros de mim. Minha avó sempre me dizia todas as vezes que eu a visitava quando era apenas uma garotinha, que desejos a dentes de leões se tornavam realidade ocasionalmente, não importa o tempo que levasse, eles sempre se realizavam, eu fiz diversos desejos enquanto crescia desde a escolha do presente que o papai Noel traria para mim naquele ano, até a reação positiva que o garoto que eu gostava teria a minha carta que tinha deixado em seu armário no colégio, mas nunca desejei tão forte que eles se tornassem realidade como quando fechei meus olhos e direcionei minha atenção à delicada flor entre meus dedos. — Que eu a encontre novamente, custe o tempo que custar... Então soprei as pétalas pequenas e suaves em todas as direções que elas fossem que me levasse do volta para minha garotinha

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